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	<title>Arthur Malaspina, Autor em Universo 42</title>
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	<description>Salvando sua vida do tédio moderno</description>
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		<title>Dica de Mangá &#124; Blade &#8211; A Lâmina do Imortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2017 19:14:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Hoje na dica de mangá indicarei um verdadeiro clássico moderno, Blade &#8211; A Lâmina do Imortal (Mugen no J?nin), mangá escrito e desenhado por Hiroaki Samura entre os anos de 1993 e 2012, contabilizando 30 volumes e 206 capítulos. A série foi publicada originalmente pela Conrad aqui no Brasil, mas entra na extensa lista [&#8230;]</p>
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<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15396" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-1.jpg" alt="Blade_post 1" width="309" height="475" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-1.jpg 309w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-1-195x300.jpg 195w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-1-300x461.jpg 300w" sizes="(max-width: 309px) 100vw, 309px" /></a></p>
<p>Hoje na dica de mangá indicarei um verdadeiro clássico moderno, <strong>Blade &#8211; A Lâmina do Imortal</strong> (<strong>Mugen no J?nin</strong>), mangá escrito e desenhado por <em><strong>Hiroaki Samura</strong></em> entre os anos de 1993 e 2012, contabilizando 30 volumes e 206 capítulos. A série foi publicada originalmente pela <strong><em>Conrad</em></strong> aqui no Brasil, mas entra na extensa lista de obras que a editora deixou inacabadas. Nesta primeira aventura editorial por terras tupiniquins, no ano de 2004, Blade apareceu em edições bimensais que correspondiam , cada uma, à metade dos volumes originais japoneses. Mas logo a obra alcançou o Japão e parou aqui no volume 38 (que corresponde ao 19 japonês, passando um pouco da metade da obra original). Ano retrasado a <em><strong>JBC</strong></em> resolveu trazer o mangá de volta com periodicidade bimestral e volumes que correspondem cada um a dois volumes japoneses (totalizando 15).</p>
<p>Mas, então, por que falar agora dessa obra? Bem, o maior motivo é que o último volume lançado por aqui, o de número 10, é o primeiro a trazer material inédito que a Conrad não publicou (a primeira metade corresponde ao volume 19 japonês, o último publicado aqui, como volumes 37-38 da Conrad, a segunda metade ao volume 20 japonês), realizando o sonho antigo dos que &#8211; como eu &#8211; ficaram órfãos dessa obra magistral.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15397" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-3.jpg" alt="Blade_post 3" width="640" height="896" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-3.jpg 640w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-3-214x300.jpg 214w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Blade_post-3-300x420.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>Mas o que faz, afinal, esta uma obra tão ímpar? Basicamente dois aspectos, primeiro a abordagem totalmente não-idealizada do <em>bushido</em> (código de honra dos samurais) e do Japão feudal, mostrando um cenário triste, medieval, violento e sujo, como provavelmente era de verdade o Japão no <strong>século XVII</strong>. O segundo aspecto é o traço inacreditável de Samura. O <em>mangaká</em> escolheu não arte-finalizar seu traço, mantendo um misto de rascunho a lápis com traço em nanquim que é lindíssimo e diferente de tudo o que vocês vão achar no mercado de quadrinhos. E mais do que isso, o traço &#8220;sujo&#8221; combina perfeitamente com o tom sujo da obra, ou seja, não é apenas uma escolha estética, mas também uma escolha narrativa.</p>
<p>Narrativa, aliás, deveria ser o segundo nome de Samura, porque ele sabe conduzir suas tramas muitíssimo bem, sempre deixando os leitores ansiosos pelo desenlace dos arcos (e vocês imaginem que fiquei mais de 10 anos esperando a conclusão da saga que ficou pela metade nas edições da Conrad). Outro ponto forte é a construção das personagens, todas muito críveis e muito diferentes umas das outras. Começando pelo duo de protagonistas, <strong>Manji,</strong> um espadachim conhecido como <strong>O Matador de Cem Homens</strong> e que (por motivos que não contarei, já que você deve descobrir por si próprio) se tornou imortal; e <strong>Rin,</strong> uma adolescente que busca incansavelmente por vingança pela morte de sua família. O encontro entre os dois dará início à trama que se desenrolará durante toda a obra. Apesar de Blade ser claramente uma obra <em>seinen</em> (adulta), ou seja, possuir alta carga de violência (muito gráfica) e de sexo, ela também tem um pezinho no <em>shonen</em> e &#8211; por isso &#8211; traz cenas de lutas muitíssimo bem coreografadas e pensadas, sendo um mangá ao mesmo tempo profundo, agitado e perturbador. De tudo o que está nas bancas hoje em dia, Blade é com certeza top 5 e deve estar no topo da sua lista de prioridades de leitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Links para a compra das edições na Amazon:</strong></p>
<p><a href="http://amzn.to/2wjLKuH">Blade &#8211; A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 1 (Português) Capa Comum – 30 nov 2015</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2wjsygz">Blade &#8211; A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 2 (Português) Capa Comum – 31 dez 2012</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2x0CkBl">Blade &#8211; A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 3 (Português) Capa Comum – 24 abr 2016</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2x0xgNe">Blade &#8211; A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 4 (Português) Capa Comum – 14 jun 2016</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2fUML5w">Blade. A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 5 (Português) Capa Comum – 24 ago 2016</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2fUdjUk">Blade. A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 6 (Português) Capa Comum – 13 out 2016</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2vSeCHt">Blade. A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 7 (Português) Capa Comum – 22 jan 2017</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2vSBer9">Blade. A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 8 (Português) Capa Comum – 11 mar 2017</a></p>
<p><a href="http://amzn.to/2vSBiqT">Blade. A Lâmina do Imortal &#8211; Volume 9 (Português) Capa Comum – 4 mai 2017</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desvendando os Clássicos 03 &#124; Primavera nos Dentes (Secos &#038; Molhados)</title>
		<link>https://u42.com.br/desvendando-os-classicos-03-primavera-nos-dentes-secos-molhados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 21:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; &#160; Estamos de volta com mais uma edição de Desvendando os Clássicos, desta vez para falar sobre uma das maiores gravações da história da música brasileira, Primavera nos Dentes da banda Secos &#38; Molhados. A música integra o primeiro e melhor disco da banda, lançado em 1973 com o nome homônimo. Secos &#38; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15004" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post.jpg" alt="SecoseMolhados_post" width="500" height="500" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post.jpg 500w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-150x150.jpg 150w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-300x300.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-160x160.jpg 160w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-240x240.jpg 240w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-60x60.jpg 60w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/SecoseMolhados_post-184x184.jpg 184w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos de volta com mais uma edição de Desvendando os Clássicos, desta vez para falar sobre uma das maiores gravações da história da música brasileira, <strong>Primavera nos Dentes</strong> da banda <em><strong>Secos &amp; Molhados</strong></em>. A música integra o primeiro e melhor disco da banda, lançado em 1973 com o nome homônimo. Secos &amp; Molhados foi uma banda de vida rápida e sucesso estrondoso. Surgiu no ano de 71, mas teve uma mudança de componentes até chegar à formação clássica com este álbum em 1973 e lançou apenas mais um, no ano seguinte, antes da banda se desfazer por brigas internas. A formação clássica tinha <strong>Ney Matogrosso</strong> nos vocais, <strong>João Ricardo</strong> nos vocais, violão e gaita e <strong>Gerson Conrad</strong> nos vocais e violão. Na capa do álbum de estreia vemos também o baterista <strong>Marcelo Frias</strong>. O sucesso do disco de estreia foi absurdo, sendo até hoje um dos discos brasileiros mais vendidos de todos os tempos, o sucesso de crítica acompanhou o de público e este também é considerado um dos melhores discos de todos os tempos (eu o considero o melhor disco da música brasileira). Com uma mistura bem balanceada de poesia (boa parte das letras eram adaptações de poemas), rock, tropicalismo e gêneros mais tradicionais, o álbum é curtíssimo (apenas meia hora) e é uma das mais intensas experiências musicais que você poderá ter.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/oIbled8a3lY?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primavera nos dentes é a última música do Lado A do disco e é também a música mais longa, com 4min e 50 seg de duração. A maior parte é de um instrumental lindíssimo conduzido principalmente pelo piano de <strong>Emílio Carrera</strong>, pela guitarra de <strong>John Flavin</strong> e pelo sintetizador de <strong>Zé Rodrix</strong>, músicos convidados na gravação do disco. A letra entra apenas aos 2 min e 54 seg com os três vocalistas cantando junto de maneira sutil e calma, a única exceção é no final do último verso, aos 3 min e 55 seg, quando Ney Matogrosso entoa um grito. Após isso a música volta a ser instrumental até o seu final.</p>
<p>A composição da melodia é de João Ricardo, mas a letra é a adaptação de um poema de seu pai, <strong>João Apolinário</strong> e podemos claramente interpretá-la como libelo contra a ditadura militar:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Quem tem consciência para ter coragem</em><br />
<em>Quem tem a força de saber que existe</em><br />
<em>E no centro da própria engrenagem</em><br />
<em>Inventa a contra-mola que resiste</em></p>
<p><em>Quem não vacila mesmo derrotado</em><br />
<em>Quem já perdido nunca desespera</em><br />
<em>E envolto em tempestade, decepado</em><br />
<em>Entre os dentes segura a primavera</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A letra toda faz uma exposição de quem é corajoso o suficiente para se rebelar contra as injustiças (<em>Quem tem consciência para ter coragem</em>). No verso &#8220;<em>Quem tem a força de saber que existe</em>&#8221; o<strong> eu-lírico reforça a despersonalização que a ditadura causa e a necessidade de saber-se um ser único</strong>, pois é dentro de si que se percebe a força de resistir contra o que está errado (<em>E no centro da própria engrenagem/inventa a contra-mola que resiste</em>). Depois o eu-lírico reforça as pessoas que conseguem superar as adversidades pra continuar na luta (<em>quem não vacila mesmo derrotado/quem já perdido nunca desespera</em>) pra concluir com uma mensagem ao mesmo tempo triste mas otimista, de estar no fundo do poço mas ainda assim ter dentro de si o sonho de tempos melhores (<strong><em>entre os dentes segura a primavera</em></strong>). E é neste verso que ocorre a quebra do ritmo lento da canção pelo grito agudo e estridente, grito que simboliza a revolta, os sentimentos reprimidos, a necessidade de se libertar e ir em frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Lista das edições de Desvendando os Clássicos</em></strong></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/desvendando-classicos-01-acorda-amor-chico-buarque/"><strong><em>01 &#8211; Acorda Amor (Chico Buarque)</em></strong></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/desvendando-os-classicos-02-jeremy-pearl-jam/"><em><strong>02 &#8211; Jeremy (Pearl Jam)</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Entre para o nosso&nbsp;<a href="https://t.me/onovonerd" target="_blank" rel="noopener noreferrer">grupo no Telegram</a>&nbsp;Participe de sorteios EXCLUSIVOS colocando seu e-mail abaixo:</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dica de Dorama 06 &#124; Marriage, not dating (K-drama)</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-dorama-06-marriage-not-dating-k-drama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 20:20:09 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal, como vão? Depois de alguns doramas mais pesados e sérios eu&nbsp;resolvi falar hoje de uma deliciosa comédia romântica do ano de 2014, <em><strong>Marriage, not dating</strong></em>, um <strong>k-drama</strong> apaixonante e eficiente. A série conta a história de&nbsp;<strong>Gong Gi-tae</strong> (Yeon Woo-jin), um cirurgião plástico bem sucedido mas que não quer saber de se casar, apesar da insistência de sua família. Em contraponto temos&nbsp;<strong>Joo Jang-mi</strong> (Han Groo), uma garota simples, que trabalha numa loja e quer desesperadamente se casar.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14886" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post1.jpg" alt="MarriageND_post1" width="680" height="390" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post1.jpg 680w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post1-300x172.jpg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a></p>
<p>Logo no começo do primeiro episódio vemos Jang-mi sofrendo uma desilusão amorosa nas mãos de&nbsp;<strong>Lee Hoon-dong</strong> (Heo Jung-min), que é o melhor amigo de Gi-Tae. Entre indas e vindas Jang-mi e Gi-Tae acabam fingindo um relacionamento para enganar a família do médico. Nesta confusão ainda entra&nbsp;<strong>Kang Se-ah</strong> (Han Sunhwa), ex-noiva de Gi-Tae e também cirurgiã plástica, que ainda tem interesse nele e também&nbsp;<strong>Han Yeo-reum</strong> (Jeong Jinwoon), garçom do restaurante de Hoon-dong, que acaba se apaixonando por Jang-mi, criando o já esperado e inescapável triângulo amoroso da trama. O drama ainda traz um curioso terceiro casal (o que não é tão comum assim), juntando os destinos de Hoon-dong e&nbsp;<strong>Nam Hyun-hee</strong> (Yoon So-hee), amiga e colega de trabalho de Jang-mi, uma moça esperta e interesseira.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-14887" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2.jpg" alt="MarriageND_post2" width="680" height="453" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2.jpg 705w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2-300x200.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2-321x214.jpg 321w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MarriageND_post2-140x94.jpg 140w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a></p>
<p>A trama progride como o esperado e comum dos dramas do tipo, cheio de quiproquós e confusões e trocas de interesses amorosos, mas tudo conduzido de maneira muito bem feita, nos dando um dos melhores exemplares do gêneros. O bom humor é constante fazendo deste um drama muito gostoso de se assistir, você não notará o tempo passar. Quero destacar aqui a personalidade forte, decidida e independente de Jang-mi, que foge muito das heroínas comuns de doramas, dando um respiro bem vindo ao gênero. A personagem é apaixonante e nos vemos sempre torcendo por ela, mas sem sentir raiva por conta da imobilidade que ronda as protagonistas de dorama normalmente, Jang-mi é bem mais forte que isso. Outro ponto forte é a química entre os atores, tanto entre Jang-mi e Gi-Tae, quanto entre Jang-mi e Yeo-reum e ambas as relações são críveis e interessantes. O outro protagonista, Gi-Tae, é muito bem levado pelo ator&nbsp;Yeon Woo-jin e cria um daqueles personagens que começam chatos e metódicos mas que nos conquistam aos poucos. Marriage, not dating possui apenas 16 episódios e está disponível tanto no <strong>Viki</strong> (clique <a href="https://www.viki.com/tv/23905c-marriage-not-dating">aqui</a>), quanto no <strong>Dramafever</strong> (clique <a href="https://www.dramafever.com/drama/4957/Marriage_Not_Dating/">aqui</a>). &nbsp; <a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-10102" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-1024x164.jpg" alt="Nota-do-crítico-4" width="600" height="97" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-1024x164.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-300x48.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p><strong>Dicas já Publicadas</strong></p>
<p><em><strong><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-01-o-que-sao-doramas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dica de Dorama 01 &#8211; O que são Doramas?</a></strong></em></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-02-emergency-couple/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Dica de Dorama 02 &#8211; Emergency Couple&nbsp;(K-drama)</em></strong></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-03-my-boss-my-hero/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Dica de Dorama 03 &#8211; My Boss, My Hero (J-Drama)</strong></em></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-04-i-miss-you-k-drama/"><em><strong>Dica de Dorama 04 &#8211; I Miss You (K-Drama)</strong></em></a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desvendando os Clássicos 02 &#124; Jeremy (Pearl Jam)</title>
		<link>https://u42.com.br/desvendando-os-classicos-02-jeremy-pearl-jam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 17:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Desvendando os Clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo Nerd]]></category>
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		<category><![CDATA[Pearl Jam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Olá pessoas, como vão? Hoje damos prosseguimento a esta nova coluna falando de um clássico do Pearl Jam, Jeremy. Vamos lá! Jeremy foi o terceiro single do álbum de estreia do Pearl Jam, o aclamado Ten. Escrita por Eddie Vedder e Jeff Ament, a inspiração para a canção surgiu de uma triste notícia de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14850" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post.jpg" alt="Jeremy_post" width="600" height="602" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post.jpg 600w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-150x150.jpg 150w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-300x301.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-160x160.jpg 160w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-240x240.jpg 240w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-60x60.jpg 60w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Jeremy_post-184x184.jpg 184w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Olá pessoas, como vão? Hoje damos prosseguimento a esta nova coluna falando de um clássico do <em><strong>Pearl Jam</strong></em>, <strong>Jeremy</strong>. Vamos lá! Jeremy foi o terceiro single do álbum de estreia do Pearl Jam, o aclamado <em><strong>Ten</strong></em>. Escrita por <strong>Eddie Vedder</strong> e <strong>Jeff Ament</strong>, a inspiração para a canção surgiu de uma triste notícia de jornal que Vedder leu um pouco antes, sobre o jovem <strong>Jeremy Wade Delle</strong>, que se matou na frente de sua sala de aula no próprio ano de 91, quando a música foi composta. Vedder juntou a isto uma experiência pessoal, um estudante que entrou atirando na escola e que Eddie conhecia.</p>
<p>Sabendo dessas histórias a letra de Jeremy fica bem mais clara e fácil de ser interpretada, vamos a ela:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;At home</em><br />
<em> Drawing pictures</em><br />
<em> Of mountain tops</em><br />
<em> With him on top</em><br />
<em> Lemon yellow sun</em><br />
<em> Arms raised in a V</em></p>
<p><em>Dead lay in pools of maroon below</em><br />
<em> Daddy didn&#8217;t give attention</em><br />
<em> To the fact that mommy didn&#8217;t care</em><br />
<em> King Jeremy the wicked</em><br />
<em> Ruled his world</em></p>
<p><em>Jeremy spoke in class today</em><br />
<em> Jeremy spoke in class today</em><br />
<em> Clearly I remember</em><br />
<em> Pickin&#8217; on the boy</em></p>
<p><em>Seemed a harmless little fuck</em><br />
<em> But we unleashed a lion</em><br />
<em> Gnashed his teeth</em></p>
<p><em>And bit the recessed lady&#8217;s breast</em><br />
<em> How could I forget</em><br />
<em> He hit me with a surprise left</em><br />
<em> My jaw left hurting</em></p>
<p><em>Dropped wide open</em><br />
<em> Just like the day</em><br />
<em> Like the day I heard</em><br />
<em> Daddy didn&#8217;t give affection</em></p>
<p><em>And the boy was something mommy wouldn&#8217;t wear</em><br />
<em> King Jeremy the wicked</em><br />
<em> Ruled his world</em><br />
<em> Jeremy spoke in class today</em><br />
<em> Jeremy spoke in class today</em></p>
<p><em>Try to forget this,</em><br />
<em> Try to erase this,</em><br />
<em> From the blackboard.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/2A4a3mplXPo?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>No começo da letra somos apresentados a esta criança, Jeremy:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Em casa</em><br />
<em> desenhando figuras</em><br />
<em> de topos de montanhas</em><br />
<em> com ele mesmo no topo</em><br />
<em> sol amarelo limão</em><br />
<em> braços erguidos em V</em></p>
<p><em>Os mortos caídos em poças marrons abaixo</em><br />
<em> Papai não dava atenção</em><br />
<em> para o fato de que mamãe não ligava</em><br />
<em> Rei Jeremy, o perverso</em><br />
<em> Governava seu mundo&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Jeremy é uma criança solitária, possivelmente psicopata, que não tem a atenção e o amor necessário dos pais e que se desenha em devaneios de grandeza governando o mundo que ele tanto odeia (o mundo DELE), com as pessoas todas mortas aos seus pés, as pessoas que o fazem se sentir mau, estranho, deslocado. Qualquer um que já esteve em uma escola (ou seja, todo mundo) sabe que o ambiente escolar é propício para ampliar o sofrimento de crianças assim.</p>
<p>Na sequência da letra entra o curto refrão: &#8220;<em>Jeremy spoke in class today</em>&#8221; (Jeremy falou na aula hoje), uma maneira muito sutil da letra nos antecipar o destino da personagem.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu me lembro claramente<br />
mexendo com o menino<br />
Parecia um merdinha inofensivo<br />
mas nós libertamos um leão<br />
rangeu seus dentes<br />
e mordeu o seio da menina no recreio<br />
como eu poderia esquecer?<br />
Ele me acertou com uma esquerda de surpresa<br />
minha mandíbula ficou ferida<br />
ferida e aberta<br />
assim como o dia<br />
como o dia em que eu ouvi<br />
Papai não dava afeição<br />
E o menino era algo que mamãe não poderia vestir<br />
Rei Jeremy, o perverso<br />
Governava seu mundo&#8221;</p></blockquote>
<p>Nesta parte ele descreve Jeremy como &#8220;<em>um merdinha inofensivo</em>&#8220;, ou seja, uma pessoa que seria fácil de se provocar e alvo de <em>bullying</em>. Cabe lembrar que Vedder disse em entrevistas que lembra de ter tido altercações com o menino que se matou em sua escola, então temos um teor ligeiramente autobiográfico aqui.</p>
<p>A provocação fez Jeremy explodir, como é comum em vítimas de <em>bullying,</em> normalmente leva muito tempo pra acontecer, mas é um efeito de mola, você pressiona tanto que eventualmente ela volta na sua cara. Normalmente esse tipo de explosão pode ser completamente autodestrutiva, mas às vezes é violenta. Ele descreve como tendo &#8220;<em>libertado um leão</em>&#8220;, ou seja, uma fera irracional e incontrolável. Jeremy ataca e morde o seio de uma menina no recreio, percebam a simbologia forte de ausência de figura materna, &#8220;<em>mamãe não ligava</em>&#8220;, então o primeiro ataque dele é abocanhar um seio, algo que inconscientemente lhe faltava, como símbolo de maternidade. Depois Jeremy ataca o próprio eu-lírico com um soco de surpresa, quebrando sua mandíbula. Eu ofereço aqui uma explicação alternativa, Vedder está se incorporando à história contada na letra, quando ele diz que Jeremy pegou ele de surpresa podemos entender que a notícia que ele leu no jornal o pegou de surpresa. Ele usa mandíbula, que em inglês é <em>jaw,</em> que faz parte da expressão <em>jaw dropping</em>, em português, de queixo caído. Ou seja, o eu-lírico foi surpreendido pela notícia. Depois ele fala que a mandíbula (ou queixo) ficou ferido e aberto como no dia em que ele ouviu. Ouviu o quê? Aqui pode ser tanto a notícia do suicídio de Jeremy, quanto o &#8220;discurso&#8221; que Jeremy fez para a classe.</p>
<p>Ele volta a falar que os pais não ligavam pro menino, usando uma interessante metáfora ao dizer que ele não era algo que a mãe queria vestir, ou seja, não era algo que a interessava, não era algo que fosse útil a ela.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Jeremy falou na aula hoje</em></p>
<p><em>Tente esquecer isso,</em><br />
<em>tente apagar isso,</em><br />
<em>da lousa.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>E ele conclui a canção dizendo novamente que Jeremy &#8220;falou&#8221; na aula, esse falar simboliza que ele disse o que queria dizer, mas no caso não foi em palavras, mas com um gesto, o gesto de tirar a própria vida. O eu-lírico te desafia a esquecer essa história, a apagá-la da lousa, o que aqui pode ter sentido literal, pois com certeza o sangue do menino se espalhou pelo quadro negro quando ele se matou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Videoclipe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não poderíamos falar de Jeremy sem comentar seu absurdo videoclipe. Eddie Vedder pediu para que o fotógrafo <em>Chris Cuffaro</em> fizesse um clipe para a banda, mas a gravadora se recusou a investir dinheiro no projeto, fazendo com que Cuffaro tivesse que vender seus móveis pra colocar dinheiro do bolso. Ele gravou o clipe com o ator&nbsp;<em>Eric Schubert</em>, mas acabou que o clipe foi refeito pelo diretor&nbsp;<em>Mark Pellington</em> (por conta do lançamento de Jeremy como single em 1992), dando uma ênfase maior na edição rápida cheia de mensagens subliminares e em Vedder como figura central, com pouca participação do restante da banda, que é muito presente no clipe original. Confiram ambos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/Ikwv4p7AQm4?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>A versão original de Cuffaro</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/MS91knuzoOA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>A versão oficial, de Pellington</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O clipe de Cuffaro é muito experimental e até inovador pra época, usando técnicas arcaicas mas inteligentes&nbsp;de filmagem, mas o clipe de Pellington é pura arte e acho que neste caso a gravadora fez bem em patrocinar uma nova versão. A versão oficial do clipe virou um clássico atemporal e figura em basicamente qualquer lista de melhores videoclipes de todos os tempos. No clipe é deixado bem mais claro o destino de Jeremy, apesar de ele não se matar em cena, fica claro o que aconteceu e a cena de todos os alunos paralisados, sujos com o sangue de Jeremy é fabulosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Extra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escutem também esta excelente versão ao vivo de Jeremy, gravada na <strong>Holanda</strong> em 1992, no festival <strong>Pink Pop</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/f9UO7Yl5tVs?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Extra 2</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O clipe oficial tinha&nbsp;originalmente um final mais claro, com Jeremy colocando a arma dentro da boca antes de aparecer a cena das crianças sujas de sangue. Este final foi cortado por pedido da MTV, que não iria exibir algo tão pesado, abaixo a cena pra quem quiser conferir.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/s54fQg7NQn8?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Lista das edições de Desvendando os Clássicos</em></strong></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/desvendando-classicos-01-acorda-amor-chico-buarque/"><strong><em>01 &#8211; Acorda Amor (Chico Buarque)</em></strong></a></p>
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		<title>Dica de Mangá &#124; Uzumaki &#8211; A Espiral do Horror</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-manga-uzumaki-a-espiral-do-horror/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 23:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dica de mangá]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
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		<category><![CDATA[Terror japonês]]></category>
		<category><![CDATA[uzumaki]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O assim chamado &#8220;terror japonês&#8221; foi uma febre no ocidente no meio da década passada com o lançamento de diversas versões hollywoodianas de filmes japoneses, como O Chamado e O Grito. Esta pequena obra-prima de Junji Ito foi escrita entre 1998 e 1999 e publicada no Brasil pela finada editora Conrad no ano de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-01.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14681" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-01.jpg" alt="uzumaki_post 01" width="300" height="447" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-01.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-01-201x300.jpg 201w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O assim chamado &#8220;terror japonês&#8221; foi uma febre no ocidente no meio da década passada com o lançamento de diversas versões hollywoodianas de filmes japoneses, como <strong>O Chamado</strong> e <strong>O Grito</strong>. Esta pequena obra-prima de <em><strong>Junji Ito</strong></em> foi escrita entre 1998 e 1999 e publicada no Brasil pela finada editora <strong>Conrad</strong> no ano de 2006, indo na onda dos filmes mencionados acima. Acontece que <em><strong>Uzumaki</strong></em> é MUITO melhor do que esses filmes e é verdadeiramente uma das melhores obras de terror japonês que irão encontrar, ainda que, neste caso, vocês precisem visitar alguns sebos pra achar os três volumes da obra, já que ela jamais foi republicada por aqui.</p>
<p>A obra possui personagens que podemos chamar de protagonistas, &nbsp;o casal de namorados&nbsp;<strong>Kirie Goshima</strong> e <strong>Shuichi Saito</strong>, mas mais protagonistas que eles é a própria cidade onde a história se passa, a fictícia&nbsp;<strong>Kurôzu-cho</strong>. Neste ponto a obra se assemelha à algumas obras clássicas da literatura e dos quadrinhos onde o espaço da narrativa exerce papel de personagem sobrepondo as próprias personagens em cena, o que é o caso, por exemplo, de<em><strong> O Cortiço</strong></em> de <strong>Aluísio Azevedo</strong>, obra fundamental do naturalismo em língua portuguesa e de <em><strong>O Edifício</strong></em>, de <strong>Will Eisner</strong>, bem como outras graphic novels do grande mestre. O enredo todo gira em torno da maldição espiral que assombra a cidade, ocasionando diversos acontecimentos (que vão de estranhos até terríveis) que vão aos poucos dominando toda a cidade. Como o próprio nome diz a maldição tem o tema de espirais, e Ito usa a forma geométrica das maneiras mais bizarras e criativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14682" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-2.jpg" alt="uzumaki_post 2" width="502" height="367" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-2.jpg 502w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/uzumaki_post-2-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mangá possui 20 capítulo divididos em três volumes e os desenvolvimentos da trama são cadenciados, sendo bem lentos no começo e crescendo de maneira contínua, o que ajuda muito no clima de estranheza e medo que a obra magistralmente cria. O começo do mangá mostra muitas influências do terror psicológico e sutil de <strong>H. P. Lovecraft</strong>, mas a obra não se mantém apenas nisso, como já dito anteriormente, os acontecimentos crescem e o terror fica mais claro e gráfico, mas sem jamais abrir mão da estranheza, que é a característica mais forte da história.</p>
<p>Uzumaki &#8211; A Espiral do Horror é uma obra difícil de encontrar, por estar fora de catálogo, mas que vale cada segundo que você irá gastar procurando (eu mesmo só li anos depois, por ter encontrado os três volumes em um sebo). No ano de 2000, logo após a conclusão do mangá, foi feito um filme em live action de mesmo nome (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0244870/">página do filme no imdb</a>), mas nunca assisti, então não posso falar muito sobre a qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Uzumaki_post4.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14684" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Uzumaki_post4.png" alt="Uzumaki_post4" width="500" height="302" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Uzumaki_post4.png 500w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Uzumaki_post4-300x181.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
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			</item>
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		<title>Dica de anime 36 &#124; One Punch Man</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-anime-36-one-punch-man/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2017 01:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de anime]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[Japan]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[novonerd]]></category>
		<category><![CDATA[One Punch Man]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>One Punch Man é um anime lançado em 2015, e é diferente de tudo que vocês já viram. Como a série foi um mega hit&#160;em seu lançamento, até hoje não achei necessário indicá-la por aqui, mas esse mês a série ficou disponível na Netflix, com direito a dublagem em português, então achei que era a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>One Punch Man</strong></em> é um anime lançado em 2015, e é diferente de tudo que vocês já viram. Como a série foi um <em>mega hit</em>&nbsp;em seu lançamento, até hoje não achei necessário indicá-la por aqui, mas esse mês a série ficou disponível na Netflix, com direito a dublagem em português, então achei que era a hora.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Punch-Man-_post2.png"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-14599" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Punch-Man-_post2-1024x576.png" alt="One Punch Man _post2" width="600" height="338" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Punch-Man-_post2-1024x576.png 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Punch-Man-_post2-300x168.png 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Punch-Man-_post2.png 1600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O anime é baseado no mangá homônimo escrito por <strong><em>One</em></strong> e desenhado por <strong><em>Yusuke Murata</em></strong>,e &nbsp;é uma sátira genial dos animes <em>shonen</em> e do universo de super-heróis que vemos por aí. Acompanhamos a história de <strong><em>Saitama,</em></strong> um herói que se tornou tão forte (forte a ponto de derrotar qualquer inimigo apenas com um soco &#8211; vide o nome do anime) que beira a depressão por não ter mais desafios. E esse pequeno <em>plot</em> é tudo que você precisa pra assistir a essa obra. Digo mais, é tudo que você deve saber, porque a história não é exatamente profunda &#8211; na verdade, serve apenas como uma linha guia pros autores criticarem e homenagearem todos os clichês possíveis de obras muito famosas. A ressonância com<em><strong> Dragon Ball Z</strong></em> não é coincidência, os autores são muito fãs da obra de <strong><em>Akira&nbsp;</em><em>Toriyama</em> </strong>e <strong>Saitama é basicamente uma versão mais imbecil de</strong> <strong><em>Goku.</em></strong> O ponto alto da obra não são as lutas (apesar delas existirem e serem boas), mas sim o trabalho desses clichês e do humor provindo deles, e isso é feito de maneira magistral. O clima de paródia é tão forte que em alguns pontos a animação fica propositalmente horrível, pra emular as animações de baixo orçamento que povoaram os animes nas décadas de 80 e 90.</p>
<p>Quero destacar a <strong>qualidade absurda da dublagem brasileira</strong>, que demorou bastante pra sair, mas é primorosa. A adaptação do texto e os dubladores souberam captar o humor do anime e o resultado é tão bom que recomendo que vejam dublado. Por vezes me lembrei do trabalho de dublagem e adaptação de <em><strong>Yuyu Hakusho</strong></em>, e esse é o maior elogio que posso fazer.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Puch-Man_post13.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14603" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Puch-Man_post13.jpg" alt="One Puch Man_post1" width="620" height="375" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Puch-Man_post13.jpg 620w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Puch-Man_post13-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a></p>
<p>One Punch Man possui apenas <strong>12 episódios</strong> (que você pode ver na <a href="https://www.netflix.com/title/80117291">Netflix</a>) e 6 <em>OVAs</em> (esses infelizmente não estão na Netflix). Uma segunda temporada já está em produção e deve começar a ir ao ar em Novembro desse ano.</p>
<p><strong style="color: #1c1c1c;"><a style="color: #4bb6f5;" href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/lista-completa-do-dicas-de-anime/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lista Completa das Dicas de Anime!</a></strong></p>
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		<title>Dica de Dorama 05 &#124; I Remember You (K-drama)</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-dorama-05-i-remember-you-k-drama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 17:56:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Voltamos mais cedo que o previsto! Depois de uma indicação de comédia, seguida por um drama bem pesado, vamos mesclar as coisas hoje. I Remember You (também conhecida por Hello Monster) é um interessante K-drama de 2015 estrelado por&#160;Seo In-guk e Jang Nara.&#160;Lee Hyun (In-guk) é um gênio e um dos melhores traçadores de perfis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltamos mais cedo que o previsto! Depois de uma indicação de comédia, seguida por um drama bem pesado, vamos mesclar as coisas hoje. <strong>I Remember You</strong> (também conhecida por <strong>Hello Monster</strong>) é um interessante <em>K-drama</em> de 2015 estrelado por<strong>&nbsp;Seo In-guk</strong> e <strong>Jang Nara</strong>.<strong>&nbsp;Lee Hyun</strong> (<em>In-guk</em>) é um gênio e um dos melhores traçadores de perfis criminais do mundo e está voltando para a Coréia para auxiliar na investigação de um <em>serial killer</em>, depois de anos morando fora. Assim que retorna, ele chama a atenção da detetive <strong>Cha Ji-an</strong> (<em>Nara</em>), que está envolvida no caso. Ambos começam com uma relação de gato e rato que eventualmente (e obviamente) se torna um interesse amoroso.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14513" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-1.jpg" alt="I_remember_you_post 1" width="540" height="772" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-1.jpg 540w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-1-209x300.jpg 209w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-1-300x428.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<p>O que I Remember You traz de novo à mesa não é exatamente o romance entre os protagonistas (ainda que a relação entre eles seja muito bem conduzida e os atores tenham ótima química), mas sim o estudo que é feito da mente de um psicopata. Conforme a série vai passando, vamos conhecendo melhor o passado dos dois e percebendo que Lee Hyun talvez seja parecido demais com os criminosos que ele ajuda a encontrar.</p>
<p>Ao nos embrenharmos nas memórias conturbadas da infância de Hyun, percebemos&nbsp;como ocorre a construção de um psicopata (e aqui o drama se assemelha um pouco com <strong>Dexter</strong>) e nos deparamos com um vilão tremendamente eficiente.&nbsp;<strong>Lee Joon Young</strong> é um <em>serial killer</em> meticuloso e cruel que acaba tendo seu destino completamente entrelaçado com o dos protagonistas. Não vou falar muito sobre ele pra não correr o risco de dar <em>spoilers</em> desnecessários, mas já adianto que este vilão é das melhores coisas do dorama.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-21.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-14514" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-21-1024x576.jpg" alt="I_remember_you_post 2" width="600" height="338" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-21-1024x576.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-21-300x168.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_remember_you_post-21.jpg 1050w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>A série tem uma condução de enredo bem feita, o clima policial é bem estabelecido e não soa falso em momento algum e as atuações do núcleo central são ótimas, mas peca um pouco na conclusão de sua trama principal, que me parece um tanto apressada. Mas mesmo assim é uma recomendação fácil pra quem procura um dorama que trata de temas mais sérios sem precisar ser sisudo o tempo todo. Sem dúvidas uma obra diferente do usual que talvez sirva bem pra introduzir novos espectadores ao mundo das séries asiáticas, mostrando que nem todo dorama precisa ser um estremo de dramalhão, comédia rasgada ou romance, podendo sim unir tudo isso numa bela mistura.</p>
<p>I Remember You está disponível completa no <a href="https://www.viki.com/tv/26840c-i-remember-you?locale=pt"><strong>Viki</strong></a>, clique para assistir.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-10102" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4.jpg" alt="Nota-do-crítico-4" width="600" height="97" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4.jpg 5319w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-300x48.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-1024x164.jpg 1024w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas já Publicadas</strong></p>
<p><em><strong><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-01-o-que-sao-doramas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dica de Dorama 01 &#8211; O que são Doramas?</a></strong></em></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-02-emergency-couple/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Dica de Dorama 02 &#8211; Emergency Couple&nbsp;(K-drama)</em></strong></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-03-my-boss-my-hero/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Dica de Dorama 03 &#8211; My Boss, My Hero (J-Drama)</strong></em></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-04-i-miss-you-k-drama/"><em><strong>Dica de Dorama 04 &#8211; I Miss You (K-Drama)</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dica de Dorama 04 &#124; I Miss You (K-drama)</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-dorama-04-i-miss-you-k-drama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 16:19:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Olá pessoas, tudo bem? Faz bastante tempo que não falamos de doramas aqui no Novo Nerd, então resolvi ressuscitar essa antiga coluna pra trazer uma dica bem legal. I Miss You (também conhecida como Missing You) é um K-drama de 2013 estrelado pela fabulosa&#160;Yoon Eun-hye e por&#160;Park Yoochun. Essa série é um drama bem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Olá pessoas, tudo bem? Faz bastante tempo que não falamos de <strong>doramas</strong> aqui no Novo Nerd, então resolvi ressuscitar essa antiga coluna pra trazer uma dica bem legal.<strong> I Miss You</strong> (também conhecida como <strong>Missing You</strong>) é um <strong>K-drama</strong> de 2013 estrelado pela fabulosa&nbsp;<strong>Yoon Eun-hye</strong> e por&nbsp;<strong>Park Yoochun</strong>. Essa série é um drama bem pesado e derramado, então talvez não seja pra todos os gostos, mas garanto que se derem uma chance não se arrependerão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14426" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post1.jpg" alt="I_Miss_You_post1" width="680" height="390" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post1.jpg 680w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post1-300x172.jpg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui temos contada a história de&nbsp;<em>Lee Soo-yeon</em> e <em>Han Jung-woo</em>, a primeira é uma menina que sofre <em>bullying</em> pesado por ser filha de um assassino condenado, já&nbsp;Jung-woo é o filho de um rico e inescrupuloso empresário. Eles começam uma amizade que logo se torna um interesse amoroso (tudo muito bem conduzido e crível, já que são dois adolescentes). O drama possui duas fases, esta primeira na infância, que leva apenas 4 episódios, depois a trama pula pra 14 anos no futuro e temos os 17 episódios restantes. A dupla de protagonistas na primeira fase é interpretada por dois jovens atores fabulosos,&nbsp;<strong>Kim So-hyun</strong> e <strong>Yeo Jin-goo</strong>, eles fazem os papéis tão bem que demora um pouco até conseguirmos aceitar os atores que assumem as vagas na fase adulta. E aqui estamos falando de dois dos melhores atores coreanos, os já citados&nbsp;&nbsp;Yoon Eun-hye e Park Yoochun (acho Eun-hye disparado a mais talentosa das estrelas de K-drama). Mas eventualmente nos acostumamos com a troca e percebemos as excelentes atuações que ambos entregam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14427" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2.jpg" alt="I_Miss_You_post2" width="640" height="426" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2.jpg 640w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2-300x199.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2-321x214.jpg 321w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/I_Miss_You_post2-140x94.jpg 140w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os quatro primeiros episódios possuem um clima pesadíssimo muito diferente dos doramas médios e os acontecimentos ali refletirão por toda a trama, que se torna uma história policial mais ou menos padrão após o salto temporal do quinto episódio.</p>
<p>I Miss You trabalha alguns temas realmente espinhosos com bastante profundidade, como estupro, sequestro, assassinato, maus-tratos, <em>bullying.</em> E vários desses ainda com seu <em>cast</em> adolescente, o que é bem raro. O destaque óbvio vai para as atuações, mas a condução da trama é realmente boa, sabendo colocar as cenas fortes nos momentos certos, chegando às vezes a quase esbarrar no dramalhão que normalmente atrapalha muito os K-dramas do estilo, mas sem nunca cair de fato nele, o que é excelente. Os vilões da trama são excelentes e o vilão principal é um dos melhores que me lembro em qualquer obra do gênero. mas não falarei muito sobre ele, assim como não falarei dos acontecimentos que levam ao salto temporal, para não estragar nada das surpresas que acredito fazerem grande parte da experiência desta obra. O drama talvez se beneficiasse de um pouco de urgência na sua reta final, e provavelmente seria ainda melhor se possuísse alguns episódios a menos, mas ainda assim é das melhores obras disponíveis e eu recomendo fortemente que o assistam, tenho certeza de que gostarão.</p>
<p>A obra está completa no Drama Fever para quem quiser assistir, clicando <a href="https://www.dramafever.com/pt/drama/4170/I_Miss_You/">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-10103 alignleft" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-300x48.jpg" alt="Nota-do-crítico-5" width="500" height="81" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-300x48.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-1024x164.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas já Publicadas</strong></p>
<p><em><strong><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-01-o-que-sao-doramas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dica de Dorama 01 &#8211; O que são Doramas?</a></strong></em></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-02-emergency-couple/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Dica de Dorama 02 &#8211; Emergency Couple&nbsp;(K-drama)</em></strong></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/dica-de-dorama-03-my-boss-my-hero/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Dica de Dorama 03 &#8211; My Boss, My Hero (J-Drama)</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desvendando Clássicos 01 &#124; Acorda Amor (Chico Buarque)</title>
		<link>https://u42.com.br/desvendando-classicos-01-acorda-amor-chico-buarque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 16:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[Desvendando os Clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muito tempo venho querendo falar mais profundamente sobre algumas canções, hoje começo uma nova série de posts, Desvendando os Clássicos trará tanto músicas nacionais quanto internacionais, começamos com uma pequena pérola de Chico Buarque. &#160; &#160; Acorda Amor tem uma história bem legal que acrescenta bastante à já gigante qualidade da canção em si. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo venho querendo falar mais profundamente sobre algumas canções, hoje começo uma nova série de posts, <strong>Desvendando os Clássicos</strong> trará tanto músicas nacionais quanto internacionais, começamos com uma pequena pérola de <strong>Chico Buarque</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14390" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1.jpg" alt="Acorda_Amor_post1" width="500" height="500" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1.jpg 500w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-150x150.jpg 150w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-300x300.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-160x160.jpg 160w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-240x240.jpg 240w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-60x60.jpg 60w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Acorda_Amor_post1-184x184.jpg 184w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acorda Amor</strong> tem uma história bem legal que acrescenta bastante à já gigante qualidade da canção em si. Em 1973 Chico havia lançado o álbum <strong>Calabar,</strong> trilha sonora de sua peça de teatro de mesmo nome. O disco ficou apenas alguns dias nas lojas até ser recolhido a mando do governo militar. Foi relançado posteriormente com o nome <strong>Chico Canta</strong>, maneira como é comercializado até hoje. A peça teatral Calabar é uma obra extremamente política e crítica à ditadura militar vigente no país na época e as canções sofreram diversas intervenções da Censura, o que levou à proibição de Chico assinar qualquer canção como compositor. Em 1974 ele lançou o álbum <strong>Sinal Fechado</strong> que trazia apenas canções de compositores amigos dele, como <em>Festa Imodesta</em> de <strong>Caetano Veloso</strong>, <em>Copo Vazio</em> de <strong>Gilberto Gil</strong>, <em>Lígia</em> de <strong>Tom Jobim</strong> e a canção título do álbum, obra-prima de <strong>Paulinho da Viola </strong>(que logo trarei aqui). Ao meio de um repertório de diversos compositores famosíssimos se destacava uma canção um desconhecido <strong>Julinho da Adelaide</strong>, Acorda Amor.</p>
<p>Julinho da Adelaide nada mais era do que um pseudônimo de Chico, para que ele conseguisse colocar uma canção própria no trabalho, e que canção! Após ser proibido de compor por ser politizado demais Chico aparece com uma pedrada dessas, que coragem:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="629" src="https://www.youtube.com/embed/DoffmNSSd2U?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Acorda, amor</em><br />
<em>Eu tive um pesadelo agora</em><br />
<em>Sonhei que tinha gente lá fora</em><br />
<em>Batendo no portão, que aflição</em><br />
<em>Era a dura, numa muito escura viatura</em><br />
<em>Minha nossa santa criatura</em><br />
<em>Chame, chame, chame lá</em><br />
<em>Chame, chame o ladrão, chame o ladrão</em></p>
<p><em>Acorda, amor</em><br />
<em>Não é mais pesadelo nada</em><br />
<em>Tem gente já no vão de escada</em><br />
<em>Fazendo confusão, que aflição</em><br />
<em>São os homens</em><br />
<em>E eu aqui parado de pijama</em><br />
<em>Eu não gosto de passar vexame</em><br />
<em>Chame, chame, chame</em><br />
<em>Chame o ladrão, chame o ladrão</em></p>
<p><em>Se eu demorar uns meses</em><br />
<em>Convém, às vezes, você sofrer</em><br />
<em>Mas depois de um ano eu não vindo</em><br />
<em>Ponha a roupa de domingo</em><br />
<em>E pode me esquecer</em></p>
<p><em>Acorda, amor</em><br />
<em>Que o bicho é brabo e não sossega</em><br />
<em>Se você corre, o bicho pega</em><br />
<em>Se fica não sei não</em><br />
<em>Atenção!</em></p>
<p><em>Não demora</em><br />
<em>Dia desses chega a sua hora</em><br />
<em>Não discuta à toa, não reclame</em><br />
<em>Clame, chame lá, chame, chame</em><br />
<em>Chame o ladrão, chame o ladrão, chame o ladrão</em><br />
<em>(Não esqueça a escova, o sabonete e o violão)</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>A música começa com um som de viaturas no fundo, as primeiras frases são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Acorda, amor</em><br />
<em>Eu tive um pesadelo agora</em><br />
<em>Sonhei que tinha gente lá fora</em><br />
<em>Batendo no portão, que aflição&#8221;</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tema da canção é a perseguição política que qualquer pessoa contrária ao regime ditatório sofria (e que o próprio Chico sofreu), o eu-lírico diz que teve um pesadelo e sonhou que havia gente chamando no portão, aí ele diz de maneira velada quem é, o que explica o medo dele: &#8220;<em>Era a dura, numa muito escura viatura</em>&#8220;. A dura, obviamente é a ditadura, que veio numa viatura escura, uma alusão ao <strong>DOI-CODI</strong>, a polícia política do regime. Aí ele completa a estrofe com uma das sacadas poéticas mais geniais que já vi, já que gente estranha está invadindo sua casa para pegá-lo, o normal seria chamar a polícia, certo? Mas no caso quem quer pegá-lo é a própria polícia, já que ele é &#8220;subversivo&#8221;, então ele diz: &#8220;<em>chame o ladrão, chame o ladrão</em>&#8220;.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Acorda, amor</em><br />
<em>Não é mais pesadelo nada</em><br />
<em>Tem gente já no vão de escada</em><br />
<em>Fazendo confusão, que aflição</em><br />
<em>São os homens&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Na sequência ele percebe que não é sonho não, que realmente a polícia está lá pra prendê-lo (notem aqui a expressão <em>Os Homens</em>, bem típica pra se referir pejorativamente à polícia).</p>
<p>No trecho seguinte da canção o ritmo muda e temos uma parte mais melódica com uma letra muito significativa:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Se eu demorar uns meses</em><br />
<em>Convém, às vezes, você sofrer</em><br />
<em>Mas depois de um ano eu não vindo</em><br />
<em>Ponha a roupa de domingo</em><br />
<em>E pode me esquecer&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Aqui Chico ilustra uma situação muito comum na época, as famílias dos presos políticos que não sabiam se eles um dia voltariam e, se eles não voltassem, não sabiam o que havia acontecido a eles. Até hoje muitas famílias esperam pra saber onde foram enterrados seus entes queridos.</p>
<p>Ele conclui a canção com um aviso:</p>
<p>&#8220;Não demora<br />
Dia desses chega a sua hora&#8221;</p>
<p>Quando fechamos o olho pro que acontece ao próximo, um dia pode acontecer a mesma coisa a nós mesmos, aí todos fecharão também os olhos. E ele ainda dá a receita pra não ter problemas com o regime: &#8220;<em>Não discuta à toa, não reclame</em>&#8220;, ou seja, não pense por si próprio, cale a boca e obedeça. Chico, como sempre, um gênio.</p>
<p><strong>PS:</strong> Não me perguntem como essa canção foi aprovada pela censura&#8230; eles não eram realmente um primor de inteligência&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bônus</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/244cCR4lO5a3v2XocGLKJn" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não achei essa versão no Youtube, então tive que colocar a do Spotify, mas vale a pena demais ouvir, é do Songbook do Chico e <strong>Jards Macalé</strong> manda bem demais, a música combinou muito com a voz dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dica de mangá &#8211; Dragon Quest: Dai no Daiboken</title>
		<link>https://u42.com.br/dica-de-manga-dragon-quest-dai-no-daiboken/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Malaspina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jun 2017 18:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[dica de mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Dragon Quest]]></category>
		<category><![CDATA[Fly]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
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		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[novonerd]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Normalmente quando indico uma obra me preocupo em indicar algo que tenha sido publicado no Brasil, ou que pelo menos seja de fácil acesso ao público daqui. Vou romper esta regra hoje, mas prometo que é por uma boa causa. &#160; &#160; Dragon Quest: Dai no Daiboken é (como o título deixa evidente) baseado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Normalmente quando indico uma obra me preocupo em indicar algo que tenha sido publicado no Brasil, ou que pelo menos seja de fácil acesso ao público daqui. Vou romper esta regra hoje, mas prometo que é por uma boa causa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/dai_post.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-14312" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/dai_post-1024x903.jpg" alt="dai_post" width="600" height="530" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/dai_post-1024x903.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/dai_post-300x264.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/dai_post.jpg 1200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dragon Quest: Dai no Daiboken</strong> é (como o título deixa evidente) baseado na franquia de jogos arrasa-quarteirão da <strong>Square-Ennix</strong>. No Japão,&nbsp;<strong>Dragon Quest</strong> é, inclusive, maior e mais popular do que <strong>Final Fantasy</strong>,&nbsp;e todo lançamento de jogos oficiais da franquia registra os maiores picos de faltas nas escolas e trabalhos no país. O mangá por si só foi um grande arrasa-quarteirão durante o seu período de publicação (entre 1989 e 1996), totalizando mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o que coloca a obra entre as mais bem sucedidas da história dos quadrinhos&#8230; e sim, ela nunca nem chegou perto de ser publicada por aqui.</p>
<p>Aqui temos contada a história do menino <strong>Dai,</strong> uma criança ingênua e extremamente forte que foi criada por monstros numa ilha totalmente isolada. Os primeiros capítulos apresentam os personagens, e o mangá demora um pouco a engrenar, mas quando engrena vai em ritmo extremamente acelerado por todos os seus 37 volumes e 349 capítulos. Apenas no capítulo 6 &nbsp;a história começa a se mover, quando o lendário herói <strong>Avan</strong> aparece na ilha e começa a treinar Dai. Eventualmente a ilha é invadida pelo Rei Demônio <strong>Hadlar</strong> e a trama principal inicia&nbsp;o seu desenvolvimento. Você teve um <em>déjà vu</em> com o <em>plot</em> que contei? Não foi à toa, o mangá recebeu uma adaptação em anime que cobre apenas os primeiros arcos da história e que foi exibida por aqui, nas manhãs do <strong>SBT</strong> com o infame título de <strong>Fly, o pequeno guerreiro</strong>&#8230; sim, esse Fly:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src=" https://www.youtube.com/watch?v=4gCfysUhQic" allowfullscreen="allowfullscreen" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Não se apeguem à péssima impressão que essa abertura pode dar, a obra é boa, na verdade é um dos melhores exemplos de anime <em>shonen</em> raiz que vocês lerão na vida. Não há aqui a ambição de ser uma obra prima e nem de inventar muito, apenas de contar uma boa história baseada em <strong>JRPGs,</strong> com ação e lutas alucinantes e diversas reviravoltas sem pé nem cabeça (mas todas divertidíssimas).</p>
<p>Vocês não encontrarão a obra completa em português na internet (mas acharão em inglês com facilidade, caso dominem a língua), apenas um projeto de tradução em andamento, mais ou menos na metade dos capítulos. Mas fica aqui o apelo sincero às editoras que publicam mangás no país, principalmente <strong>Panini</strong> e <strong>JBC,</strong> as maiores, dêem uma chance e tragam esse título para o Brasil (seria uma boa aproveitar o lançamento do próximo jogo de Dragon Quest no ocidente, pra acompanhar o <em>hype),</em> nada vende 50 milhões de cópias se não possuir qualidade e provavelmente o investimento não será em vão.</p>
<p><strong>Bônus</strong>:</p>
<p>A música de abertura original é quase tão ruim quanto a brasileira&#8230; quem diria&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="  https://www.youtube.com/watch?v=cJUeqKpReOk" allowfullscreen="allowfullscreen" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Entre para o nosso <a href="https://t.me/onovonerd" target="_blank" rel="noopener noreferrer">grupo no Telegram</a><br />
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<p><center><iframe loading="lazy" class="ktv2" style="position: relative; display: inline-block; border: none; background: transparent none no-repeat scroll 0 0; margin: 0;" src="https://klickmailcombr.s3.amazonaws.com/userimages/20545/forms/30613/oynzgr0z8z760e.html" scrolling="no" width="286" height="126"></iframe></center></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/dica-de-manga-dragon-quest-dai-no-daiboken/">Dica de mangá &#8211; Dragon Quest: Dai no Daiboken</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
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