Após a recepção abaixo das expectativas de O Predador de 2018, Dan Trachtenberg (Cloverfield) resolveu levar a franquia de volta ao básico em O Predador: A Caçada.
250 anos antes do encontro entre Dutch (Arnold Schwarzenegger) e o desgraçado feioso, O Predador: A Caçada traz o Predador para o meio da Nação Comanche para uma caçada ao troféu encharcada de sangue.
É no mínimo intrigante ver o vilão, cuja introdução inicial foi definida pela facilidade com que ele rasgou um grupo de guerrilheiros armados até os dentes, com armas e explosivos, e transpô-lo para um tempo em que seus alvos nem sequer têm ferramentas modernas para enfrentá-lo.
Entretanto, você estaria enganado se subestimasse as chances dos Comanche. O filme mostra a batalha pela sobrevivência da tribo através de um ritmo alucinante, sem prisioneiros, em meio às Grandes Planícies, ao mesmo tempo em que honra as raízes da franquia e serve como o ponto de entrada perfeito para os recém-chegados que querem ver os motivos disso tudo isso ser arrepiante.
O Predator solitário é usado com moderação, pois opera em paralelo, estabelecendo-se como o caçador do ápice. As versões retrô de sua outra tecnologia são divertidas de ver, mesmo que seu icônico dispositivo de camuflagem ainda pareça trapacear.
A narrativa converge em uma sequência visceral que ficará gravada na memória de todos os fãs para sempre, e o filme te agarra pela garganta a partir daquele momento, enquanto Trachtenberg se empenha em ação e sangue.
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