Vecna está presente em Stranger Things desde o episódio 1!

Se você achava que Vecna só entrou na história na quarta temporada, talvez precise rever seus conceitos. Uma teoria insana sugere que o vilão estava agindo desde o primeiro episódio da série, e os detalhes fazem muito sentido.

Lembra da icônica cena do desaparecimento de Will Byers? Aquele momento em que uma força invisível arranca a fechadura da porta e o garoto é puxado para o Mundo Invertido? Sempre assumimos que o responsável era um demogorgon, mas tem um problema aí: demogorgons não têm poderes telecinéticos. Quem tem? Vecna.

E tem mais: o som do relógio – marca registrada de Vecna na quarta temporada – já aparece nessa mesma cena, criando uma conexão que só agora faz sentido. Se isso não for uma pista deixada pelos Duffer Brothers, então o que seria?

Mas se era Vecna, por que ele não atacou Will de imediato?

Diferente dos demogorgons, que agem puramente por instinto, Vecna é um estrategista nato. Ele escolhe suas vítimas com precisão e não age de forma impulsiva. Will pode ter sido levado como parte de um plano maior, algo que só agora estamos começando a entender.

E para fechar essa teoria com chave de ouro, os irmãos Duffer já confirmaram que Vecna fazia parte da trama desde o início. Ou seja, ele pode ter sido a força sombria puxando as cordas do Mundo Invertido esse tempo todo – e só agora estamos percebendo.

Será que deixamos as pistas na nossa cara e nunca notamos? Stranger Things sempre foi sobre mistérios, mas essa teoria pode mudar toda nossa percepção sobre o início da série. Você acha que faz sentido?

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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