The Last of Us episódio 9 entrega emoção, dor e a escolha mais difícil da série

O episódio 9 de The Last of Us é, sem exageros, uma aula de adaptação. E um soco no estômago. Com momentos de respiro, como a icônica cena das girafas, e um desfecho que divide o público até hoje, a série mostra por que é considerada uma das melhores adaptações de games já feitas.

Logo no início, o episódio já deixa os fãs com o coração na mão. A chegada de Joel e Ellie a Salt Lake City é marcada por uma sequência que todo fã do jogo reconhece imediatamente: a cena das girafas. E não, aquilo não é computação gráfica – é uma girafa real! Num mundo devastado, ver esse momento de beleza pura é quase terapêutico. E funciona como um respiro necessário antes do caos.

E então vem Ashley Johnson, a voz original da Ellie nos games, que aparece como a mãe da personagem na série. Uma decisão acertada, carregada de significado. A cena da gravidez e do nascimento da Ellie mostra de forma inédita como a imunidade dela pode ter surgido – algo que o jogo nunca explicou. Fan service? Talvez. Mas feito com coração.

E quando falamos de coração, é impossível não falar do Joel. O Joel desse episódio é tudo, menos neutro. A decisão dele de matar todos os Vagalumes para salvar Ellie – inclusive a Marlene – é de uma intensidade emocional absurda. Ele não escolhe entre certo ou errado. Ele escolhe entre perder alguém de novo… ou não.

The Last of Us episódio 9 nos obriga a encarar o dilema: até onde você iria por amor? Seria você capaz de sacrificar a esperança da humanidade por uma única pessoa? Porque Joel fez isso. E mentiu sobre tudo.

No fim, talvez só as girafas tenham a resposta.

Posts Relacionados:

The Last of Us: Episódio 8 tem Cenas Brutais e um Crossover Surpreendente!

The Last of Us: Episódio 7 Expande o Passado de Ellie e Recheia de Referências!

The Last of Us: Episódio 6 é Repleto de Mudanças & Easter Eggs

Não esquece de seguir o Universo 42 nas redes sociais:

Instagram YouTube Facebook

Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

Share This Post On