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	<title>Arquivos Young Adult - Universo 42</title>
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	<description>Salvando sua vida do tédio moderno</description>
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		<title>Mentes Sombrias vem com proposta interessante, mas é previsível.</title>
		<link>https://u42.com.br/mentes-sombrias-vem-com-proposta-interessante-mas-e-previsivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Napoli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2018 19:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mentes Sombrias é a adaptação do livro de mesmo nome da autora Alexandra Bracken e estreia nos cinemas dia 16 de agosto. Mas já fui conferir o filme em primeira mão e vou falar um pouquinho dele pra vocês. Talvez pela primeira vez na vida, fui ver um Young Adult no cinema sem ter lido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mentes Sombrias é a adaptação do livro de mesmo nome da autora Alexandra Bracken e estreia nos cinemas dia 16 de agosto. Mas já fui conferir o filme em primeira mão e vou falar um pouquinho dele pra vocês.</p>
<p>Talvez pela primeira vez na vida, fui ver um Young Adult no cinema sem ter lido o livro primeiro, então o que vou falar aqui será baseado apenas na adaptação e sem comparação com a obra original de Alexandra Bracken. Dito isso vamos ao que interessa.</p>
<p>Em Mentes Sombrias, nos encontramos em um mundo distópico, a doença <b>Neurodegeneração Aguda Idiopática Adolescente</b> (<b>NAIA</b>) tomou proporções gigantescas e aniquilou dezenas de milhares de crianças pelo mundo inteiro. Apenas algumas sobreviveram. <a href="http://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-18233" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-300x199.jpg" alt="insert_mentes_sombrias" width="300" height="199" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-300x199.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-1024x682.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-321x214.jpg 321w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-207x136.jpg 207w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias-140x94.jpg 140w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Entre elas, nossa protagonista Ruby (interpretada por <strong>Amandla Stenberg</strong>). Porém quem sobrevive à doença, acaba por manifestar poderes sobrenaturais que são classificados em cores: Verdes para superinteligência, Azuis para habilidades telecinéticas, Amarelos para os que têm controle sobre eletricidade, os Laranjas e então os temidos Vermelhos. Os dois últimos são exterminados na hora, por serem considerados perigosos demais. O restante é obrigado a trabalhar nos campos militares.</p>
<p>Sem dar muitos spoilers sobre a história em si, posso dizer que achei a ideia da categorização por cor muito interessante, porém (como o próprio Carlos disse depois que saímos do filme, e eu concordo plenamente) é que o fato de todos os indivíduos de cor X terem <i>exatamente os mesmos poderes</i> foi um desperdício de potencial e, ao meu ver, enfraquece o ponto principal que tem  intenção de deixar o público interessado (adolescentes com superpoderes), porque uma vez que eles têm o mesmo poder, não são uma ameaça tão grande assim.</p>
<p>Ainda sobre os poderes, durante todo o filme muitos personagens reforçam como os vermelhos são extremamente perigosos, mas quando finalmente somos apresentados aos mais temidos da pirâmide dos poderes sobrenaturais, ficamos com a impressão de que, no fim das contas, eles não são tão perigosos assim e que os Laranjas, categoria na qual nossa protagonista se encaixa, são muito mais mortais (quando você assistir, vai entender do que estou falando).</p>
<p>É claro que, como qualquer filme YA que se respeite, rola um interesse romântico, e isso é algo que não posso reclamar. Amandla Stenberg e <a href="http://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias_2.jpg"><img decoding="async" class="alignright wp-image-18235 size-medium" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias_2-300x157.jpg" alt="insert_mentes_sombrias_2" width="300" height="157" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias_2-300x157.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2018/08/insert_mentes_sombrias_2.jpg 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Harris Dickinson entregam uma atuação genuína com uma química tão na cara que dá vontade de entrar na tela e juntar a cabeça dos dois no maior estilo “beija-logo-porra”.</p>
<p>Nas poucas cenas de ação, o longa deixou a desejar, com cortes estranhos e problemas de continuidade que às vezes dá até um nó na cabeça de quem tenta entender o que está acontecendo.</p>
<p>Eu sei que falando assim, parece que odiei o filme, mas não é bem assim. No geral, <b>Mentes Sombrias é um filme que diverte e aquece de leve o coração</b>, <b>mas entrega mais perguntas do que respostas</b>, deixando a impressão de que o primeiro filme é apenas uma apresentação do mundo distópico, sem exagerar na profundidade, embora ele trabalhe com o passado de alguns personagens para fazer com o público se identifique com eles. Acho que o problema está mais no fato de a história ser muito previsível, que é algo proveniente da obra original de Alexandra Bracken.</p>
<p>O final deixa ganchos óbvios para um segundo filme, mas não me deixou completamente satisfeita. Na verdade, saí do cinema achando que faltava alguma coisa.</p>
<p>Aproveito para lembrar que esta é <b>a minha opinião, e sugiro que você assista ao filme para tirar suas próprias conclusões, ok?</b></p>
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		<title>Resenha de livro: Crash &#8211; Quando a paixão explode</title>
		<link>https://u42.com.br/resenha-de-livro-crash-quando-a-paixao-explode/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Trippo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2017 17:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura juvenil]]></category>
		<category><![CDATA[nicole williams]]></category>
		<category><![CDATA[planeta de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Young Adult]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando vi a sinopse de Crash – Quando a paixão explode, sabia que tinha que ler esse livro, pois tudo gritava Jughead e Betty, o casal da série Riverdale (conhecido por inventar o amor puro e verdadeiro, haha)! Como tenho uma queda por caras misteriosos, não pude deixar de me render aos segredos de Crash, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vi a sinopse de <strong>Crash – Quando a paixão explode</strong>, sabia que tinha que ler esse livro, pois tudo gritava<strong> Jughead e Betty</strong>, o casal da série <strong>Riverdale</strong> (conhecido por inventar o amor puro e verdadeiro, haha)! Como tenho uma queda por caras misteriosos, não pude deixar de me render aos segredos de Crash, da autora <strong>Nicole Williams</strong>!</p>
<blockquote><p><strong>SINOPSE:&nbsp;</strong><em>Para a adolescente Lucy, nada é mais importante que o balé. A dança a transporta para um mundo onde a dor, as lembranças ruins e a violência não existem. Um mundo só dela. Um dia, porém, aquela garota certinha é obrigada a mudar de escola. E é nesse novo ambiente, repleto de descobertas e inseguranças, que conhece um garoto que só usa cinza e vive com uma toca de lã na cabeça. Jude, o maior bad boy da escola, é lindo e seria o sonho de toda garota, e talvez até o genro que todo pai pediu a Deus&#8230; se não tivesse sido preso várias vezes e não morasse num abrigo para garotos desajustados. Lucy não liga para a opinião dos outros: o mais importante é o que Jude sente por ela. E o rapaz parece disposto a abrir seu coração, ainda que um segredo que assombra o passado e o presente dos dois esteja prestes a estraçalhar essa paixão.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-15161" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170817_235615_295.jpg" alt="" width="650" height="800" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170817_235615_295.jpg 800w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170817_235615_295-243x300.jpg 243w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170817_235615_295-300x369.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><strong>Pontos Positivos:</strong> Crash é uma leitura juvenil e leve, que consegue prender a atenção do leitor. Por mais que o livro esteja categorizado na editora como <em>Erótico</em>, não tem cenas muito pesadonas, o que é um ponto positivo para mim. Como me amarro num <em>bad boy</em>, gostei muito da premissa – ao mesmo tempo que é um clichê, acaba resultando em segredos conflitantes pelos quais eu não esperava e que me deixaram <em>AAAAAAAAAAAAAAAAA!!!</em> no final &#8211; e os personagens são cativantes. Lucy é muito diferente da protagonista certinha que eu esperava encontrar no livro: ela é forte, dona de um pavio curto, resgata animais de rua (o que me fez criar um laço instantâneo com ela, haha) e não leva desaforos para casa. <em>É um dos raríssimos casos em que acabei gostando mais da protagonista feminina do que do jovem lindo de morrer e angustiado</em>. Foi uma leitura gostosinha, e Lucy e Jude foram uma ótima companhia para um fim de semana, fazendo-me lembrar dos sentimentos à flor da pele que sentimos quando somos adolescentes, quando tudo é tão intenso, puro e imediato!</p>
<p><strong>Pontos Negativos:</strong> O livro começa muito bem, mas parece que, ao decorrer da história, a autora foi ficando com “preguiça” de desenvolver as personagens e a trama. Lucy me surpreendeu no começo com sua personalidade forte, mas, infelizmente, tal personalidade foi perdendo-se ao longo dos capítulos&#8230; Senti falta do balé, que tanto parece ser sua paixão, mas mal é citado. Depois de um tempo, parece que Lucy e a autora esquecem-se de que existem outros personagens e problemas no livro, e tudo gira ao redor de Jude, o que não é um exemplo nem um pouco saudável – fora o jeito exageradamente possessivo dele, que acaba entrando em contradição em vários momentos. Senti que muitos dos assuntos abordados são tratados superficialmente, o que é uma pena, pois tinha tudo para ser um livro muito melhor do que foi! <em>Todos os elementos estavam ali, só precisavam de um pouquinho mais de profundidade</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15162" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170810_182157_169.jpg" alt="IMG_20170810_182157_169" width="800" height="450" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170810_182157_169.jpg 800w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_20170810_182157_169-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>Trechos Marcantes:</strong><br />
<em>“- Vai bancar a difícil, Lucy?</em> <em>“</em><br />
<em>&#8211; Não, Jude – respondi empurrando os óculos para o alto da cabeça. – Eu sou impossível”.</em></p>
<p><em>“Reputação não tem a ver com quem realmente somos, mas com quem as pessoas dizem que somos. Há quem caia nessa armadilha, mas também quem lute a vida inteira para escapar dela. Jude não era um bad boy sem futuro, como eu não era a vadia que todo o mundo dizia que eu era. A diferença entre a reputação que nos atribuíam era que Jude aceitava a dele como se fosse algum tipo de punição”.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15157" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/08/nota-3-5.jpg" alt="" width="400" height="64" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/nota-3-5.jpg 400w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/08/nota-3-5-300x48.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Apesar de o livro terminar de um jeito que não deixa muito espaço para continuações, <strong>é o primeiro de uma trilogia</strong>, o que me deixou muito curiosa e empolgada por mais!<strong> Será que a profundidade das personagens e dos conflitos que eu tanto quero virão nos próximos volumes?!</strong> Como passei a gostar bem mais de Jude lá pro final do livro, não vou deixar de ler as continuações para ver se o <em>bad boy</em> consegue virar o jogo e me conquistar, haha!</p>
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		<title>Uma Curva No Tempo &#8211; Um romance amorzinho com final surpreendente</title>
		<link>https://u42.com.br/uma-curva-no-tempo-um-romance-amorzinho-com-final-surpreendente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Napoli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2017 00:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dani Atkins]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[efeito borboleta]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel]]></category>
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		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[universo paralelo]]></category>
		<category><![CDATA[YA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma Curva no Tempo&#160; de Dani Atkins&#160;é uma história cativante que, além de trazer o elemento familiar do &#8216;efeito borboleta&#8217;, também aborda outros assuntos como a&#160;teoria do universo paralelo&#160; e um tanto de espiritualidade. Comecei a ler Uma Curva no Tempo sem qualquer tipo de compromisso. Como uma leitora apaixonada, dei uma olhada na sinopse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma Curva no Tempo&nbsp;</strong> de <b>Dani Atkins</b>&nbsp;é uma história cativante que, além de trazer o elemento familiar do &#8216;efeito borboleta&#8217;, também aborda outros assuntos como a&nbsp;<b>teoria do universo paralelo&nbsp;</b> e <strong>um tanto de espiritualidade</strong>.</p>
<p>Comecei a ler Uma Curva no Tempo sem qualquer tipo de compromisso. Como uma leitora apaixonada, dei uma olhada na sinopse que me deixou extremamente interessada:</p>
<blockquote><p><span style="color: #666666;">A noite do acidente mudou tudo&#8230; Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim&#8230; Ou funciona?</span><br style="color: #666666;"><br style="color: #666666;"><span style="color: #666666;">A noite do acidente foi uma grande sorte&#8230; Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?</span></p></blockquote>
<p>Mas&nbsp;<em>oh, boy</em> eu não tinha a menor ideia do que me esperava! Falei um pouco mais sobre a história e o que achei no vídeo abaixo 😉</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/vt9p5uhRqyQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>SPOILER À FRENTE!</h3>
<p>Se você ainda não leu o livro e não gosta de spoilers, não role mais para baixo, porque vou tocar em um ponto que achei interessante no livro, e o qual revela o final da trama. Se quiser continuar, tudo bem. Mas você foi avisado</p>
<p>Eu não estava brincando quando disse que demorei um pouco para entender o final. A princípio, eu realmente pensei que seria mais um daqueles finais em que o leitor pode escolher no que prefere acreditar; que Rachel morreu naquele hospital, ou que ela tinha uma vida maravilhosa e casou com o homem que amava.</p>
<p>Demorei um tempo para me lembrar de alguns trechos do livro, que nem estão tão escondidos assim, e que levaria um leitor mais atento a uma conclusão mais rápida. Como por exemplo, quando Rachel disse que não aguentava mais o pai dela, Tony, entrando no quarto toda hora para checar como ela estava &#8211; fato este negado pelo homem, que disse não ter ido ao quarto da filha nenhuma vez, ou quando ela disse sentir o cheiro da loção-pós barba do pai sem motivo aparente.</p>
<p>O paralelo das duas &#8216;vidas&#8217; ao final do livro foi espetacularmente trabalhado pela autora, me deixando com uma sensação de tristeza e felicidade ao mesmo tempo e na mesma medida.</p>
<div style="width: 259px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" src="https://big.assets.huffingtonpost.com/alisonbrie_0.gif" alt="" width="249" height="207"><p class="wp-caption-text">EU NÃO CONSIGOOOO</p></div>
<p>Pensando agora, era tudo tão óbvio desde o começo! Mas eu &nbsp;comecei a ler &nbsp;a história com a ideia de que, nela, a principal premissa era algo beirando a ficção científica, portanto, passei o livro todo esperando por uma resposta &nbsp;lógica que explicasse como Rachel começou a viver esta outra vida depois de simplesmente apagar na vida antiga. O que foi espetacularmente trabalhado, na minha opinião &#8211; nos oferecer essa opção e depois mostrar que sempre estivemos no caminho errado.</p>
<p>E não é que, no fim das contas, Rachel estava fantasiando uma vida perfeita onde o pai não tinha câncer, ela tinha o emprego dos sonhos, e se casava com o homem que amava &#8211; enquanto na vida real, estava em coma no hospital? Isso foi genial!</p>
<p>E depois, o fato de Rachel começar a se perguntar se voltaria para a sua vida antiga se tivesse a chance, como se aquele estado fosse reversível para ela, fez TODO O SENTIDO. Porque no fim das contas, ela&nbsp;<em>podia</em> escolher acordar e continuar vivendo a vida infeliz que tinha antes,&nbsp;<em>ou</em> escolher deixar-se ir e viver o que ela sempre sonhou, que foi o que se concretizou no final.</p>
<p>Com certeza, depois entendi isso, meu coração ficou arrasado, mas feliz ao mesmo tempo &lt;3</p>
<h3>FIM DOS SPOILERS!</h3>
<p>Ufa! Dito tudo isso, eu não poderia não avaliar este livro em 6 vidinhas!</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10103 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-300x48.jpg" alt="Nota-do-crítico-5" width="300" height="48" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-300x48.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-5-1024x164.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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		<title>Resenha do Livro &#124; Para Onde Ela Foi</title>
		<link>https://u42.com.br/resenha-do-livro-para-onde-ela-foi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Trippo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 14:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>** ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO LIVRO SE EU FICAR, DE GAYLE FORMAN ** Mia sobreviveu. E foi embora. Continuação de Se Eu Ficar,&#160;Para Onde Ela Foi, de Gayle Forman, nos conta uma história simples &#8211; e bela, sem grandes reviravoltas ou clichês dramáticos. É a história de um amor adolescente que se transforma não somente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>** ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO LIVRO SE EU FICAR, DE GAYLE FORMAN **</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6387" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2.jpg" alt="" width="1000" height="664" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2.jpg 1000w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2-300x199.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2-321x214.jpg 321w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2-207x136.jpg 207w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/DSC0330-2-140x94.jpg 140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Mia sobreviveu. E foi embora.</p>
<p>Continuação de <em><strong>Se Eu Ficar,</strong></em>&nbsp;<em><strong>Para Onde Ela Foi, de Gayle Forman</strong></em>, nos conta uma história simples &#8211; e bela, sem grandes reviravoltas ou clichês dramáticos. É a história de um amor adolescente que se transforma não somente com o passar do tempo, mas de vários eventos drásticos que transformam a vida dos protagonistas da água para o vinho. <strong>Um amor puro, intenso e corrompido</strong>.</p>
<p>Após perder os pais e o irmãozinho em um acidente de carro e viver uma experiência “sobrenatural” enquanto estava em coma &#8211; tendo que decidir entre continuar lutando para viver ou desistir e passar dessa vida junto com sua família -, <strong>Mia Hall</strong> é aceita na Julliard e se despede de seus avós e de Adam, com quem mantinha um relacionamento há dois anos. <strong>Adam é deixado para trás de uma forma que ele descreve várias vezes no livro como cruel</strong> – e é essa crueldade que o leva ao fundo do poço só para se erguer novamente até a borda e além, levando junto sua banda Shooting Star, com letras e melodias tão tocantes que fazem com que a banda seja considerada o novo <strong><em>Nirvana</em></strong>. Que responsa, hein?!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6381" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/paraondelafoi_00.gif" alt="" width="500" height="224"></p>
<p><strong>Diferente do primeiro livro, em “Para Onde” é Adam que nos conta a história por sua perspectiva</strong>. Faz três anos desde que Mia se foi, desde que não se falam e não se vêem. Ele fez uma promessa – que se ela sobrevivesse, que se ela ficasse, ele a deixaria em paz. E foi o que ele fez, mesmo contra sua vontade, mesmo sem saber se ela sabia de tal promessa. Mia se tornou um assunto proibido entre a banda, e até mesmo entre a mídia. <strong>A dor da perda de Adam e o sucesso repentino o tornam um verdadeiro Astro do Rock</strong>: excêntrico, ansioso, dependente de vícios como remédios e cigarros, namorado de uma atriz incrivelmente linda e famosa, cheio de manias e rituais supersticiosos e inalcançável – ele se afasta de quase todos ao seu redor, o que só piora seu temperamento “famoso” na mídia, se transformando no “<em>Wilde Man</em>”, o que antes era somente uma brincadeira com seu sobrenome, acaba se tornando algo como sua marca registrada após destruir quartos de hotéis e ter ataques de fúria com jornalistas.</p>
<p>Tudo isso parece bem clichê e chato, não é verdade? Mas olha que surpresa boa: não é! <strong>Confesso que a personalidade de Mia me entediou um pouco no primeiro livro</strong>, apesar de ter adorado a história (principalmente ao complementá-la assistindo ao filme, as duas experiências se completam, aperfeiçoando uma a outra) achei-a bem sem sal. <strong>Mas Adam é o oposto. Ele é confuso, sedutor, com uma personalidade muito bem construída e trabalhada</strong>. Tudo foi elaborado para que realmente acreditássemos que ele existe, que ele vive nesse mundo onde um rapaz de vinte e poucos anos tem que andar disfarçado nas ruas para não ser sufocado por fãs. E, sobre as manias dele, até eu agora coço a cabeça toda vez que ouço uma sirene (segundo ele e uma crendice antiga, isso “evita” que a próxima sirene seja para você). A perspectiva de Adam é interessante e consegue nos passar com sucesso toda sua dor, frustração, isolamento e experiências.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6382" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/adam-shooting-star-if-i-stay-movie.jpg" alt="" width="850" height="478" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/adam-shooting-star-if-i-stay-movie.jpg 960w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/adam-shooting-star-if-i-stay-movie-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<p>No começo, ficamos sabendo que ele tem problemas com a banda, que foi deixado por Mia e que passou por um período conhecido por todos como o <strong>“buraco-negro da Shooting Star”</strong>, que foi o período de um ano em que a banda ficou sumida para depois aparecer com “Collateral Damage”, disco que garantiu a volta da banda já nas paradas de sucesso. Mas não temos quase nenhuma ideia de por que essas coisas aconteceram, como aconteceram e quando aconteceram. E é usando o recurso de passado-presente-passado-presente do livro anterior que tudo vai sendo explicado aos poucos: <strong>temos flashes explicativos do passado mesclados entre as cenas que acontecem no futuro</strong>. Conforme a história vai se desenrolando, podemos entender tudo o que aconteceu durante os três anos, e os efeitos que isso deixou em Adam e nas pessoas ao seu redor. Uma coisa que adorei: os trechos das músicas no início de alguns capítulos também são fundamentais para que possamos entender o que se passou na mente de Adam durante o &#8220;buraco-negro&#8221;. A trilha sonora do primeiro filme foi incrível, superou todas as minhas expectativas! Estou muito ansiosa para ver como vai ficar o segundo!</p>
<p>Tudo começa a ficar claro para nós – e para Adam – quando um dia, andando pelas ruas de Nova Iorque, ele acaba descobrindo por acaso que Mia está na cidade para um concerto. Ele segue o destino e resolve assisti-la tocar, oculto nas sombras do teatro. Mas os boatos de que o grande astro do rock da Shooting Star está na plateia chegam aos ouvidos de Mia durante o intervalo, e ela o chama para uma conversa, que logo vira um passeio pela cidade durante a noite – e a madrugada. Adam tem um avião para pegar no dia seguinte, irá começar sua turnê em Londres, e Mia irá começar a sua carreira profissional, que começa no Japão. Os dois tem apenas aquela noite antes de seguirem seus caminhos separadamente mais uma vez. Quem aí se lembrar do filme “<strong>Antes que Termine o Dia</strong>” com isso, ganha um doce!</p>
<p>Será que apenas uma longa caminhada pela cidade de Nova Iorque será o suficiente para apagar as cicatrizes de um amor tão magoado e confuso? Será que os três anos e as carreiras musicais de cada um soterraram o sentimento ao ponto de que esse não pode mais ser resgatado em sua plenitude? Será que um amor que já se mostrou “fraco” uma vez pode ser motivo suficiente para arriscar a carreira e a vida que conquistaram durante o tempo separados? Ufa, são tantas perguntas&#8230; E a principal, a que o próprio Adam deseja saber mais do que tudo: <strong>O que ele fez de errado para que Mia cortasse todos os laços entre eles?</strong></p>
<p>Adam deixa bem claro para si mesmo – ou melhor, para os leitores – que ainda sente um turbilhão de fortes sentimentos por Mia, mas o vemos agir ao contrário por causa de seu orgulho e coração feridos. <strong>“Para Onde Ela Foi” é uma bela reflexão sobre o maior obstáculo na trajetória de um casal: a vida</strong>, que segue causando situações, vontades e aflições em nossa vida que podem passar por cima do que estiver pela frente, ou melhor, de quem estiver ao nosso lado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6386" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/11/paraondele.jpg" alt="" width="800" height="340" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/paraondele.jpg 800w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/11/paraondele-300x127.jpg 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><br />
(pois é, eu <em>tentei</em> tirar foto do bônus do livro!)</p>
<p>No final do livro podemos conferir um trecho do novo livro de Gayle Forman que será lançado no Brasil: <strong>Apenas</strong>&nbsp;<strong>Um Dia</strong>. Pelo que pude perceber, segue o mesmo estilo de Se Eu Ficar. Garota &#8220;reclusa e sem sal&#8221; se apaixona por garoto &#8220;talentoso e misterioso&#8221;. E, como aconteceu nos outros livros, a garota parece não ter a personalidade forte do garoto, que já me cativou logo de cara. Esquece essas tontinhas e escreva mais na perspectiva dos bad boys que assim você arrasa, Gayle! Hahahah! Mas fiquei muito curiosa com a história e já adicionei na minha lista de desejados! 🙂</p>
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		<title>Resenha de Livro &#124; Brilho &#8211; Em Busca de Um Novo Mundo</title>
		<link>https://u42.com.br/resenha-de-livro-brilho-em-busca-de-um-novo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Trippo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 15:19:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Brilho é uma distopia que se passa no espaço, onde os tripulantes de duas naves, Empyrean e New Horizon possuem uma missão: sobreviver e povoar o novo mundo após deixarem o decadente planeta Terra para trás. Embora as naves gêmeas possuam um único objetivo, suas tripulações são bem diferentes. Para começar é importante citar que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" wp-image-5581 aligncenter" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2014/09/03_brilho.jpg" alt="" width="572" height="856" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/03_brilho.jpg 668w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/03_brilho-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /></p>
<p>Brilho é uma distopia que se passa no espaço, onde os tripulantes de duas naves, <strong>Empyrean</strong> e <strong>New Horizon</strong> possuem uma missão: sobreviver e povoar o novo mundo após deixarem o decadente planeta Terra para trás.</p>
<p>Embora as naves gêmeas possuam um único objetivo, suas tripulações são bem diferentes. Para começar é importante citar que uma é muito religiosa, e a outra não. Enquanto uma dessas naves já possui uma nova geração de adolescentes e crianças, a outra possui apenas adultos doentes e frustrados com sua infertilidade, encontrando na fé uma motivação <em>(e uma desculpa</em>) para seguir em frente e fazer o que for necessário para levarem sua missão adiante.</p>
<p>E é assim que os tripulantes da Empyrean ficam inquietos quando percebem que a New Horizon desacelerou para alcançá-los, e o capitão parece esconder quaisquer informações sobre o assunto, deixando todos ainda mais receosos. E com motivo. Ao se aproximarem, os habitantes da New Horizon atacam toda a tripulação da sua nave gêmea e sequestram todas as garotas para levá-las para sua nave, deixando para trás um rastro de destruição, morte, desespero e apenas garotos despreparados para tomarem conta da Empyrean enquanto tentam entender o que aconteceu com as garotas, com seus pais e descobrirem um jeito de resgatá-las e salvarem os adultos de um destino cruel, enquanto lidam com suas próprias desavenças e medos.</p>
<p>A história é contada pela perspectiva alternada de <strong>Kieran</strong> e <strong>Waverly</strong>, ambos da segunda geração de tripulantes da Empyrean. Kieran é o preferido dentre os garotos e o namorado de Waverly, coisas que trazem sentimentos de inveja para alguns outros garotos na nave. Waverly é uma garota forte, que enquanto tenta lidar com os sentimentos confusos e sem saber no que e em quem acreditar em uma nave estranha, sem saber o que acontecerá com elas ou onde estão seus amigos e famíliares, ainda tenta manter todas as garotas em segurança.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-5585 aligncenter" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2014/09/brilhoo_02-1024x578.jpg" alt="" width="691" height="390" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/brilhoo_02-1024x578.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/brilhoo_02-300x169.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/brilhoo_02.jpg 1360w" sizes="(max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p>Comprei o livro há muito tempo, demorei para começar a lê-lo e mais ainda para continuar. Comecei a ler lá pelo dia dos namorados, e só fui terminar na semana passada. Passei meses empacada na parte do livro que deveria ser a mais crítica, o ataque da New Horizon a Empyrean. Pois é. Demorei demais para passar dessa parte, mas quanto tomei coragem para ver se o livro ficava bom&#8230; Ficou! E então percebi que o que me segurava eram as narrativas de Kieran. O-DI- EI esse menino chorão, não criei nenhuma compaixão por ele e URGH, dei aleluia quando Waverly passou a contar sua história. A partir daí, a história fluiu muito bem, e só empaquei de novo quando Kieran reaparece. Aí foram mais dias pra conseguir terminar, por que pra mim ele ficava cada vez mais odioso.</p>
<p>Quanto a um cara tão infantil quanto Kieran ser o par romântico de Waverly&#8230; Não se preocupem, nem tudo está perdido! Como uma boa distopia young-adult, temos um triângulo amoroso que nos dá alguma esperança de que Waverly não vai acabar com um babaca&#8230; Pode ser com outro babaca, Seth, o bad-boy incompreendido (e mil vezes melhor que o zé mané lá).</p>
<p>Mas acho que demorei tanto para ler o livro por um bom motivo. Esse ano comecei a ter aulas de cultura e civilização anglo-saxônica na faculdade, e quando estava chegando ao final do livro, estava tendo aulas sobre a colonização da “Nova Inglaterra”, ou seja, a América do Norte, pelos puritanos, um grupo com ideais muito religiosos e, diga-se de passagem, estúpidos. Eles acreditavam que eram os escolhidos por Deus para essa missão, e usavam isso como argumento para agirem com superioridade sobre todos aqueles que fossem contrários as suas crenças.</p>
<p>Os ideais puritanos empregados no dia a dia, costumes e crenças de uma sociedade ainda em formação demonstra a necessidade de se&nbsp; apoiarem em uma religião para encontrarem na fé uma motivação para seguir no “propósito” de criar um novo mundo.</p>
<p>A prepotência de alguns em liderar dizendo saber a vontade e o julgamento de Deus limita o avanço intelectual e social as comunidade, mantendo o povo na ignorância e a vida repleta de intolerâncias que geravam inúmeras injustiças.</p>
<p>Em Brilho, a situação não é diferente. E pior que mesmo estudando sobre isso e lendo o livro ao mesmo tempo, só fui fazer a inevitável ligação quando nos agradecimentos a autora cita algo sobre puritanos para agradecer as referências do processo de criação do livro. E aí, tarde demais, a lâmpada acendeu na minha cabeça!</p>
<p>Várias vezes durante o livro pensei em abandoná-lo para sempre. Kieran quase assassinou minha vontade de dar continuidade à leitura, e principalmente à série. Somente quando fui à bienal e vi <strong>Centelha</strong>, a continuação, e li a sinopse foi que tive vontade de finalmente terminar as pouquíssimas páginas que faltavam e dar continuidade a série. E não me arrependo! Adorei o final. De uma nota 3.0, foi para 4.0 no meu conceito. O plot twist foi perfeito e estou extremamente curiosa para saber o resto da história de Waverly e de alguns outros personagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="size-full wp-image-5582 aligncenter" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2014/09/CAPA-Centelha.jpg" alt="" width="375" height="550" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/CAPA-Centelha.jpg 375w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/09/CAPA-Centelha-204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" />(Centelha, o 2º livro da triologia)</p>
<p>Insisti, e não me arrependi. Engoli toda a falta de simpatia de Kieran (<em>juro que até tentei imaginar o Star-Lord no lugar desse menino pra ver se a coisa melhorava&#8230; Mas não! Não tem como! Chatooo!</em>). Adoraria falar mais sobre os motivos que me levaram a mudar de opinião sobre o livro, mas chega de spoilers. Se quiserem saber, acompanhem a história dessas naves que percorrem a galáxia em busca de um destino desconhecido e cheio de perigos como a mente doente de seres humanos agindo contra o desespero, encurralados em algo tão infinito quanto o espaço!</p>
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		<title>Livro Aleatório &#124; Reiniciados</title>
		<link>https://u42.com.br/livro-aleatorio-reiniciados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Napoli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2014 22:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faaaala galerê Nerd! Bem, todos sabemos que ultimamente o tema distopia está bem em alta, em filmes e em livros; como Jogos Vorazes e Divergente, certo? Venho trazer até vocês uma outra opção, também muito boa, desse universo distópico. Começando pelo começo. Assim como qualquer book worm orgulhosa, fico arrasada quando termino uma série e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Faaaala galerê Nerd!</p>
<p>Bem, todos sabemos que ultimamente o tema distopia está bem em alta, em filmes e em livros; como <strong>Jogos Vorazes</strong> e <strong>Divergente</strong>, certo? Venho trazer até vocês uma outra opção, também muito boa, desse universo <strong>distópico</strong>.</p>
<p>Começando pelo começo. Assim como qualquer <em>book worm</em> orgulhosa, fico arrasada quando termino uma série e logo corro <span style="text-decoration: line-through;">pro canto pra chorar</span> para comprar outra série. Assim que terminei <strong>Insurgente</strong>, corri pra livraria para comprar <strong>Convergente </strong>e de repente, bipolar que sou, decidi que começaria a comprar livros que não tinham qualquer tipo de divulgação (e também porque, se ficasse arrasada com o final da série que estava lendo antes, teria um novo vício).</p>
<p>Vamos combinar que todos julgamos um livro pela capa. A primeira coisa que vi enquanto estava escolhendo um livro &#8220;x&#8221; para levar foi isso:</p>
<p><a href="http://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Reiniciados-capa-do-livro-corpo-do-texto.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3488" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Reiniciados-capa-do-livro-corpo-do-texto-225x300.jpg" alt="Reiniciados capa do livro (corpo do texto)" width="225" height="300" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Reiniciados-capa-do-livro-corpo-do-texto-225x300.jpg 225w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Reiniciados-capa-do-livro-corpo-do-texto.jpg 274w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Essa coisa lindaaaaaaaa!</em></p>
<p>Agora, sabe uma pessoa que ODEIA quando colocam pessoas de verdade na capa? Essa sou eu. Mas dessa vez, eles fizeram funcionar e acho que não teria ficado tão bom se não tivessem feito isso.</p>
<p>No final das contas, acabei levando Convergente e esse tal livro <strong>Reiniciados</strong>&#8230;.e eu não sabia que estava prestes a ler um livro SENSACIONAL!</p>
<p>Quando peguei esse livro, não tinha a menor ideia de quem era Teri Terry (really? Uma pessoa com esse nome deve ter boas histórias para contar) e confesso que ainda não sei muito, mas tenho certeza de que ela merece mais reconhecimento.</p>
<p>O livro trata, novamente, de um mundo <strong>distópico</strong>. A história acontece em <strong>Londres</strong>, em 2050, onde o mundo é dominado pelo medo da constante ameaça de ataques terroristas contra a <strong>Coalizão Central</strong>, a nova instituição governamental em uma época em que absolutamente qualquer ato que discorde da nova lei é considerado <strong>terrorismo.</strong></p>
<p>O sistema político muda, muda também o sistema de<strong> punição</strong> para infratores. Penas como morte e prisão são vetados e os governantes escolhem algo mais dramático: a reiniciação dos infratores. Uma espécie de lavagem cerebral que retira todas as lembranças da pessoa para que ela possa receber uma ‘segunda chance’. <span style="text-decoration: line-through;">Que conveniente.</span></p>
<p><strong>Kyla é uma Reiniciada</strong>. Como qualquer reiniciado, ela precisa reaprender a falar, andar, comer, se relacionar, e também é monitorada por um equipamento chamado de NIVO, um dispositivo que controla as emoções dos reiniciados. Se o nível do NIVO baixar muito, o chip implantado na cabeça do reiniciado explode e, bem&#8230;não é nada bonito de se ver.</p>
<p>Como todo reiniciado, Kyla é adotada por uma família muito influente na esfera política, mas por mais que ela tente, não consegue ser uma ‘reiniciada normal’, ela sente como se houvesse uma conspiração contra ela. Ela não pode confiar em ninguém, nem mesmo em seus pais adotivos.</p>
<p>Apesar de ser um mundo distópico, este é bem mais familiar do que outros livros do gênero, porque se passa em um tempo não muito diferente do nosso. A tecnologia evoluiu um pouco, mas nada de carros voadores, transmissões de pensamento ou curas para doenças incuráveis.</p>
<p>Pessoalmente, demorei um pouco para gostar da protagonista, em grande parte porque não sabia nada do livro ou da autora. Também demorei um pouco para entender o que era o <strong>NIVO</strong> e porque ele era relevante, mas acredito que tudo isso faz parte da história. Teri queria que nos sentíssemos como Kyla; desorientados e indefesos durante esse mundo duro e cinza que se estabeleceu depois da Coalizão Central.</p>
<p>Depois que descobri que Reiniciados é uma série e não um livro só (\o/), fiquei surpresa em perceber que a <strong>autora conseguiu despertar o interesse liberando informações aos poucos</strong>, mas nada que estrague o suspense reservado para os outros dois livros. Nada de ‘só perguntas no primeiro livro e só nos outros vou responder’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fragmentada</strong>, o segundo livro da série já foi lançado em Novembro do ano passado e o terceiro e último livro, <strong><em>Shattered </em></strong>(ainda sem tradução) sai esse ano, o mês ainda não foi divulgado =’(</p>
<p><strong>BONUS ROUND</strong>!!!</p>
<p>Apesar de ser <strong>Young Adult</strong>&nbsp;(YA) e estar vulnerável ao clichê de romances e blá blá blá, Teri em nenhum momento tira nossa atenção do centro da história para um acontecimento romântico qualquer. <strong>Ela dá prioridade ao desenvolvimento da história e dos personagens e não necessariamente no desenvolvimento de um casal romântico.</strong></p>
<p>That’s all folks! Até a próxima e&#8230;Ah! #escolhaumlivroaleatório</p>
<p>&nbsp;</p>
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