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	<title>Arquivos witcher - Universo 42</title>
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	<description>Salvando sua vida do tédio moderno</description>
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		<title>The sWitcher! A Expansão do universo de The Witcher.</title>
		<link>https://u42.com.br/the-switcher-a-expansao-do-universo-de-the-witcher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Farina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 23:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The Witcher foi lançado como videogame em 2007 originalmente, mas, claro, ele é bem mais velho. Quase tão velho quanto o próprio Geralt (ok, exagerei) o universo de Sapkowski ganhou muita relevância em 2015 com o jogo que foi considerado Jogo do Ano, The Witcher 3 The Wild Hunt. Mas após esse jogo a série [&#8230;]</p>
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<p>The Witcher foi lançado como videogame em 2007 originalmente, mas, claro, ele é bem mais velho.</p>



<p>Quase tão velho quanto o próprio Geralt (ok, exagerei) o universo de Sapkowski ganhou muita relevância em 2015 com o jogo que foi considerado Jogo do Ano, The Witcher 3 The Wild Hunt.</p>



<p>Mas após esse jogo a série explodiu mesmo no mainstream.</p>



<p><strong>Os quadrinhos ganharam mais visibilidade, os livros voltaram às listas de mais vendidos e chamou a atenção de uma empresa muito famosa por sua plataforma de Streaming e conteúdos originais.</strong></p>



<p>A Netflix trouxe a adaptação do universo dos livros para a tela de uma maneira inédita. Expandindo o universo e causando um fenômeno ao mesmo tempo previsível mas de magnitude inesperada.</p>



<p><strong><em>The Witcher 3 alcançou seu número máximo de jogadores após a série ter trazido o tema para o grande público!</em></strong></p>



<p>E agora, cá estamos, 5 anos após o primeiro lançamento, The Witcher segue expandindo!</p>



<p>No vídeo abaixo eu quero discutir um pouco sobre como é a experiência de jogar The Witcher em um console como o Nintendo Switch, sobre quais novidades estão chegando e como elas podem impactar o universo de The Witcher dos jogos e fora deles.<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=F-ZVeOvm7lw"></a></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p>O Continente está bem movimentado e o vento está sibilando!</p>



<p></p>
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		<title>Do Digital para o Analógico!</title>
		<link>https://u42.com.br/dodigitalparaoanalogico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Farina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 00:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Qual a sua última experiência com um jogo de tabuleiro? Nem todo mundo é acostumado aos jogos de tabuleiro mais novos e com mecânicas diferentes e, boa parte das pessoas imaginam que rolar dados para andar casas é o ápice da mecânica dos jogos de mesa. Por isso, quando alguém vê uma notícia sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Qual a sua última experiência com um jogo de tabuleiro?</p>
<p>Nem todo mundo é acostumado aos jogos de tabuleiro mais novos e com mecânicas diferentes e, boa parte das pessoas imaginam que rolar dados para andar casas é o ápice da mecânica dos jogos de mesa. Por isso, quando alguém vê uma notícia sobre “Jogo de Videogame X vai ganhar jogo de tabuleiro” gera-se um estranhamento imediato e totalmente compreensível, geralmente acompanhado da pergunta: “<strong>Vai ser tipo WAR?</strong>”</p>
<p>A lista de jogos digitais que ganhou uma versão analógica não é pequena, só dos últimos anos temos <em>Bloodborne</em>, <em>Fallout</em>, <em>XCOM</em>, <em>DOOM</em>, <em>Dark</em> <em>Souls</em>, <em>The</em> <em>Witcher</em> tem um jogo de tabuleiro próprio, a série <em>Assassins</em> <em>Creed</em> também, isso sem falar nos inúmeros jogos da franquia <em>Star</em> <em>Wars</em> que foram remodelados como <em>Star Wars &#8211; X-Wing</em> e <em>Star Wars &#8211; Rebellion</em>. Quem jogou as versões digitais encontrou nas versões analógicas muitas mecânicas conhecidas.</p>
<p>Então por que motivo ainda temos tantas inseguranças quando vemos uma notícia sobre um jogo ganhando um outro formato? Eu assumo que isso se deve ao fato que estamos mal acostumados por Bancos Imobiliários temáticos e jogos já conhecidos com uma outra carinha, que não faz nenhum sentido. (Me desculpe, mas Monopoly de Star Wars é <strong>ridículo</strong>, se eu quero o Luke vencendo o Vader não espero ver isso no mercado imobiliário)</p>
<p><a href="http://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2017/12/SW1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-16292 size-medium" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2017/12/SW1-300x165.jpg" alt="SW1" width="300" height="165" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/SW1-300x165.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/SW1.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Talvez esse jogo seja melhor que o filme?</em></p>
<p>O que um jogador de <em>Fallout</em> espera? Talvez um jogo que traga todas as nuances do mundo inóspito da Wasteland, ele não vai conseguir isso jogando um Jogo da Vida, mas ele vai ver muito do que espera jogando o jogo da Fantasy Flight. <em>Fallout</em> traz para a mesa as difíceis decisões, a busca por melhorar seus status, e a dificuldade de enfrentar o desconhecido em um deserto pós holocausto nuclear.</p>
<p>O jogador de <em>XCOM</em> pode esperar ficar tenso com cada escolha e decisão que terá que enfrentar. Mandar ou não seus soldados para a missão? Haverá créditos para pagar os custos?<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-16293 size-medium" src="https://novonerd.com.br/wp-content/uploads/2017/12/souls-225x300.jpg" alt="souls" width="225" height="300" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/souls-225x300.jpg 225w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/souls-768x1024.jpg 768w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/souls-300x400.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/souls.jpg 900w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p>Quem joga <em>Dark Souls</em> e espera morrer muito em um jogo de tabuleiro abre um largo sorriso quando, ao abrir a caixa, o que está lá dentro é um papel preto com os dizeres “<strong>You Died</strong>”.</p>
<p>Pode não parecer, mas essa experiência pode sim existir fora do mundo digital, e ouso dizer que algumas experiências só são possíveis jogando um jogo de mesa. Estar com outras pessoas, interagindo com o mesmo mundo, tomando decisões em conjunto ou enfrentando uns aos outros, coloca os jogadores em um outro estágio de interação, claro que é bom quando todo mundo está se divertindo&#8230;</p>
<p>Se você não conhece, te convido a jogar algum jogo de tabuleiro dos novos, dos mais imersivos. A partir da experiência, você pode entender como Fallout ou The Witcher, jogos conhecidos por suas ricas histórias, podem ter jogos muito interessantes de maneiras diferentes, fora do mundo digital.</p>
<p>Você pode esperar morrer muito jogando o card-game de <em>Bloodborne</em>, ou ficar extremamente tenso com o timer de <em>XCOM</em> limitando suas jogadas. Mas com certeza cada experiência vai ser única e muito diferente da anterior.</p>
<p>É claro que não é exclusividade do mundo dos jogos de videogame terem seus universos adaptados para os jogos de mesa. Esse fenômeno da transmídia já aconteceu com séries, filmes e livros, que resultaram, muitas vezes, em produtos de muita qualidade, mas isso fica para outro momento, em outro texto!</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Resenha &#8211; Seven: The Days Long Gone</title>
		<link>https://u42.com.br/resenha-seven-the-days-long-gone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Farina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 18:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por vezes, quando se trata de videogames, não é incomum vivermos experiências marcantes. Seja por uma história bem contada, por uma jogabilidade fluida que rende horas de entretenimento, ou seja por raiva de uma ou outra situação com as quais nos deparamos. Quando essas experiências ocorrem, podemos dizer que um jogo nos marcou de alguma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes, quando se trata de videogames, não é incomum vivermos experiências marcantes. Seja por uma história bem contada, por uma jogabilidade fluida que rende horas de entretenimento, ou seja por raiva de uma ou outra situação com as quais nos deparamos. Quando essas experiências ocorrem, podemos dizer que um jogo nos marcou de alguma forma, e é isso o que faz com que eu goste tanto de jogar Videogames.</p>
<p>A primeira coisa que eu pensei quando li sobre Seven: Days Long Gone, foi nos nomes que estavam por trás do jogo. Muitos veículos tratavam desse como sendo um novo jogo dos <b>ex desenvolvedores de The Witcher 3</b>. A Saga do Bruxo ocupa um espaço muito grande em meu coração (e minhas prateleiras) então, ao saber dos responsáveis eu estava louco para colocar minhas mãos logo nesse título! As primeiras impressões foram satisfatórias.</p>
<p>A começar pela ambientação, Days Long Gone está ambientado em um futuro pós-apocalíptico com um mix de Cyber Punk e Fantasia Medieval! O protagonista Teriel, um ladrão que trás consigo uma pose confiante e muita personalidade, é cativante o suficiente nos primeiros diálogos para te deixar interessado no que quer que o mundo tenha a oferecer. (ponto extra para a arte, todas as ilustrações das telas de loading até as ilustrações do diário estão de parabéns) A jogabilidade mistura a visão isométrica de jogos clássicos como Diablo, mas ele trás muito da furtividade de Shadow Tactics: Blades of the Shogun mas sem a pausa para pensar taticamente, aqui a ação é corrida, e qualquer movimento errado pode custar muitos cliques no mouse, possivelmente alguns pontos de vida e talvez até uma tela de “Você Morreu”</p>
<p>O que também me faz pensar na questão da jogabilidade.&nbsp;O jogo foi pensado e estruturado para ser jogado com um controle de console em mãos, ele funciona maravilhosamente bem em um controle clássico, mas no teclado, é bem complicado… A mão do mouse fica a cargo da câmera, mas a movimentação fica travada demais, e as vezes, pela rotação ficar constante para ver todos os ângulos dos cenários, isso gera momentos de confusão, coisas que são bem menos frequentes usando um controle.</p>
<p>Nos primeiros 90 minutos jogados para escrever essa primeira parte eu não avancei muito no jogo, em termos de andamento das missões principal, estou na primeira missão. Mas isso não é por conta da dificuldade do jogo,que é muito bem equilibrada e sim pela grande gama de oportunidades que ele oferece. Cada parte do jogo tem uma maneira clara de como você deve prosseguir, mas o cenário é aberto, então, experimente novas maneiras e coloque a cabeça para pensar em jeitos inusitados de passar, seja escalando uma parede, subindo no lustre e atravessando o cenário, ou atraindo os guardas um a um e eliminando todos eles para abrir caminho sorrateiramente. O jogo recompensa o pensamento fora da caixa, e a sensação de descobrir um caminho secreto é uma das melhores. <a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/12/20171204230412_1.jpg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-16162 size-large" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/12/20171204230412_1-1024x563.jpg" alt="20171204230412_1" width="838" height="460" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/20171204230412_1-1024x563.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/20171204230412_1-300x165.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/12/20171204230412_1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></a> <em>Cadê o Teriel?</em></p>
<p>Com mais tempo de jogo você vai encontrar o seu estilo. Teriel é, por definição, um ladrão, então o jogo incentiva o gameplay furtivo, nas sombras. Mas o jogo é aberto o suficiente para que você defina como quer avançar. Seja arrebentando todos pela porta da frente, com armas pesadas de combate ou de dano massivo. Seja arrebentando os oponentes usando os feitiços surpreendentes que o personagem tem acesso, ou derrubando alvo a alvo com movimentos furtivos, sendo uma verdadeira sombra.</p>
<p>Mas, prepare-se para ficar encarando uma árvore de possibilidades gigante. O jogo te dá essa opção, então os power gamers vão encontrar um prato cheio para a construção de builds absurdas uma atrás da outra. Na primeira missão do jogo, tudo está liberado logo de cara, então é bastante informação para ser assimilada de uma só vez. No entanto, com um pouco de dedicação essa árvore pode ficar bem mais fácil de ser compreendida. Com os acontecimentos da história, você vai ser levado a evoluir do começo novamente. E se prepare! Não espere um Dark Souls, mas a árvore de habilidades é mais complexa que a de The Witcher!</p>
<p>Aliás, a experiência anterior dos desenvolvedores com o universo do Bruxo Geralt também pode ser reparado nos menus. Eles são MUITO semelhantes ao do jogo vencedor de melhor jogo de 2015. Outra coisa que deve ser elogiada e que pode ser uma marca dos desenvolvedores poloneses é o cuidado que foi dedicado a alguns detalhes. O mundo parece vivo e imerso em seus próprios problemas, alheio à presença de Teriel, e, se não fosse sua presença e influência nos acontecimentos do jogo, você sente como se aquela sociedade fosse seguir seu próprio rumo sozinha. Guardadas as devidas proporções, o jogo me lembrou muito do que foi o primeiro jogo de The Witcher, com ótimas ideias, e alguns problemas de execução, mas que podem se tornar plataformas para melhoras futuras.</p>
<p>Com Seven: The Days Long Gone, a IMGN PRO e a Fools Theory garantiram a minha atenção. Acho que quem gosta de jogos desenvolvidos com carinho e com atenção aos detalhes pode esperar grandes coisas dessas companhias! O jogo, pelo conjunto de história e imersão além da jogabilidade cativante, merece um redondo 8 na minha singela opinião. Acredito que peca em poucos aspectos mas que o espaço para evolução é muito mais importante que tudo isso. Espero ver mais aventuras nesse universo em breve!</p>
<h3 style="text-align: center;">Agradecemos a NUUVEM por ceder o jogo para análise. Você pode conferir em:</h3>
<h3 style="text-align: center;"><a style="color: #1155cc;" href="https://www.nuuvem.com/item/seven-days-long-gone" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.nuuvem.com/item/seven-days-long-gone&amp;source=gmail&amp;ust=1513354427045000&amp;usg=AFQjCNGwjdUxzP694TrTmf2XmDgoGI_-gg" rel="noopener noreferrer">https://www.nuuvem.com/<wbr>item/seven-days-long-gone</a></h3>
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		<title>The Witcher 3: elevando o &#8220;role play&#8221; dos RPGs eletrônicos</title>
		<link>https://u42.com.br/the-witcher-3-trazendo-role-play-para-rpgs-eletronicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nega]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 15:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse texto transmite uma opinião. Se você não gosta de textos assim, pode ir ler outra coisa que não vou ficar triste. Triste só quando acabar o The Witcher 3. : D Se tem uma coisa que eu amo e já fiz muito nessa vida foi jogar RPG. Sou RPGista há 15 anos e já interpretei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto transmite uma opinião. Se você não gosta de textos assim, pode ir ler outra coisa que não vou ficar triste. Triste só quando acabar o The Witcher 3. : D</p>
<p>Se tem uma coisa que eu amo e já fiz muito nessa vida foi jogar<strong> RPG</strong>. Sou RPGista há 15 anos e já interpretei personagens de todos os jeitos. Uma das coisas que mais gosto quando estou numa mesa é criar personagens com passado, histórias e profundidade. Com isso, veio a preferência pelo mesmo gênero em jogos eletrônicos. Joguei praticamente todas as edições dos principais RPGs e JRPGs lançados desde que me conheço por gente. Não falo isso para enaltecer o que quer que seja, mas sim para reforçar que eu realmente sou MUITO fã do gênero e troco quase qualquer coisa por um bom e velho RPG.</p>
<p>No entanto, eu nunca tinha jogado <strong>The Witcher</strong>, foi apenas com o lançamento de <strong>The Witcher 3: Wild Hunt</strong> é que eu vim me aventurar no mundo de <strong><em>Geralt de Rivia</em></strong>. Depois de ~apenas~ 41 horas jogadas, posso dizer que esse é o jogo com a maior preocupação em contar histórias profundas e detalhadas que eu já joguei.</p>
<p>Não digo isso pela trama principal, pois existem vários outros jogos também com enredos e histórias magníficas. No entanto The Witcher consegue ter side quests que fazem o jogador se interessar de fato pelos problemas pequenos e mundanos apresentados. O jogo nos dá uma sensação de realidade, mostrando todas as coisas feias, nuas e brutas, do jeito que são: mutilações, estupros, violência doméstica, abortos, questões morais e que mexem de fato com o espectador, fazendo você sentir empatia, raiva, pena e até inveja de todas aquelas vidas coadjuvantes, contadas numa tela de LCD. Até aí, nada de novo pois outros jogos já trouxeram esses elementos antes, mas não com a frequência, intensidade e realismo que The Witcher tem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_8829" style="width: 848px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8829" class="wp-image-8829 size-large" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault1-1024x576.jpg" alt="The Witcher 3 Drag Character" width="838" height="471" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault1-1024x576.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault1-300x168.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /><p id="caption-attachment-8829" class="wp-caption-text">Eles até fizeram um homem hetero que gosta de se vestir de mulher!</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como falei, eu ainda não joguei quase nada efetivamente, mas até agora o jogo tem sido 50% roleplay e histórias sendo contadas e 50% combates, card games, colhendo itens e fazendo poções. E essa, pra mim é a divisão ideal entre as duas coisas.</p>
<p>Gosto de pensar, como muitos disseram na época que o TW3 saiu, que ele<strong><em> é um modelo a ser seguido para os jogos de nova geração</em></strong>, não apenas pelos pontos que enalteço aqui, mas pelo conjunto da obra em si. O Fallout 4 por exemplo tem mais diálogos que o Fallout 3 e Skyrim combinados, pois a história principal é muito grande. Esse é o tipo de tendência que eu espero ver: histórias longas, profundas, intrínsecas, onde cada decisão sua, por menor que pareça, afeta e muda absolutamente o jogo inteiro. RPG significa jogo de interpretação de personagens. Se eu não puder interpretar e fazer com que as minhas escolhas moldem o futuro, qual é a graça? Que os game designers continuem fazendo o coração dessa nerd mais feliz e façam jogos novos como The Witcher 3 sempre.<br />
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