SUITS: Conselhos para não ter uma vida de fachada

Poucas coisas na vida devem dar mais trabalho do que ter uma vida de fachada. Seja aquela que você finge ser algo que não é ou aquela que você não tem coragem para admitir o que quer ser / ter.

Como era de se esperar, isso é um dos temas mais explorados dentro de SUITS, mas no episódio 10 da temporada 1, é o tema principal. Harvey é um dos poucos personagens, dentro de várias séries, que não tem medo de dizer como vê a vida. Mesmo que isso, em vários momentos, possa soar até mesmo como arrogância.

1 – Ninguém é indispensável

Muitas pessoas acham que por ter um seu cargo importante, são insubistituíveis, ou até mesmo melhores do que as outras. Ser importante, não importa o quanto, não importa onde, não garante que você não seja dispensável. Nem mesmo se você for o CEO da maior empresa do mundo. Deixar que sua vida seja definida pelo seu cargo é uma das piores fachadas que você pode criar para si.

SUITS: Conselhos para não se achar invencível

2 – Não tenha medo de mostrar o que quer da vida

SUITS: Conselhos para não ter uma vida de fachada
SUITS: Conselhos para não ter uma vida de fachada

Esta cena basicamente define como Harvey Specter age e se vê: sem medo de admitir que ele quer mais do que a maioria das pessoas buscam (ou pelo menos admite que quer). Harvey diz que as pessoas gostam da vida na média, ele quer acima da média. Atente-se que não existe certo ou errado, apenas o que você quer para si: se você é realmente feliz com menos do que a maioria, está tudo bem. Mas se você quer mais do que a maioria quer, está tudo bem também, desde que você não passe por cima de ninguém pra conseguir o que deseja.

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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