Qual é O Mínimo Para Viver?

Fala Khalasar! Beleza?

Assisti há alguns dias o filme original Netflix “O Mínimo Para Viver” e devo dizer que o filme me agradou muito. Mais do que isso, me fez enxergar ainda mais, como nós podemos menosprezar os problemas (os nossos e os dos outros).

Apesar de ser focado em temas específicos, a mensagem trazida e apresentada pode ser aproveitada para quaisquer outros temas. Acompanhamos Ellen (Lily Collins), uma jovem anoréxica que luta a toda custa para aceitar o seu problema e com isso não percebe o quanto ela está fazendo mal para si mesmo e para todos a sua volta.

Devo confessar que duas coisas me fizeram muito assistir ao filme: Keanu Reeves (sou fã de carteirinha do cara) e o trailer (muito bem montado). E para minha alegria, nenhum dos dois me decepcionaram.

Reeves não está em sua melhor performance, mas é bom o suficiente para transmitir o que seu personagem precisa: um profissional realmente humano. Já o trailer é genial, pois nos apresenta cenas fortes que funcionam isoladamente e também dentro do contexto do filme.

Muitas questões são abordadas e com certeza fazem o telespectador se indagar, mas o que mais me agradou foi como os envolvidos no projeto conseguiram focar nos problemas do tema escolhido ao mesmo tempo que conseguem passar uma mensagem geral, para qualquer problema: você é responsável por si mesmo e a cura do(s) problema(s) está em você em primeiro lugar!

Eu fiz uma live para falar mais a fundo sobre minhas impressões do filme, então basta conferir o vídeo abaixo:

Isto fica feliz em ser útil!

Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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