Lançamentos de julho de 2015: hits e flops que marcaram o cinema

Os lançamentos de julho de 2015 mostraram o quanto um único mês pode reunir extremos no cinema: de bilheterias bilionárias a ideias mal executadas, passando por franquias consagradas, heróis improváveis e até um spin-off que virou império. Foi um período movimentado nas telonas, misturando ação, comédia, nostalgia e romance adolescente. E mesmo com algumas decepções, teve filme que ficou na memória.

Missão Impossível – Nação Secreta

O quinto capítulo da franquia trouxe uma das sequências de abertura mais marcantes da série: Tom Cruise pendurado em um avião em movimento. A cena virou símbolo do filme, que marcou também a estreia de Christopher McQuarrie como diretor da saga — e ele nunca mais largou. O longa combina espionagem clássica com ação de alto nível, consolidando ainda mais Tom Cruise como astro e entregando um dos episódios mais elogiados da franquia.

Minions

Depois do sucesso de Meu Malvado Favorito, a Illumination decidiu investir de vez nos carismáticos personagens amarelos. E deu certo: Minions arrecadou incríveis 1,5 bilhão de dólares no mundo todo. O filme em si pode não ser memorável, mas acertou em cheio no apelo visual e no merchandising — virando um fenômeno cultural e comercial. Quem viu no cinema, dificilmente saiu decepcionado.

O Exterminador do Futuro – Gênesis

A proposta era ousada: reunir elementos dos dois primeiros filmes, trazer Schwarzenegger de volta, homenagear o passado e conquistar uma nova geração. Mas a execução deixou a desejar. O roteiro é confuso, o ritmo não empolga e a escolha de Emilia Clarke e Jai Courtney nos papéis centrais não convenceu. Nem o talento de J.K. Simmons e Matt Smith conseguiu salvar. O saldo final foi o mais fraco da franquia.

Homem Formiga

Em 2015, a Marvel vivia seu auge, com uma sequência de sucessos que pareciam infalíveis. Homem-Formiga chegou como uma aposta mais modesta, mas agradou. Com bom humor, ritmo leve e um herói carismático, o filme entregou uma aventura despretensiosa, mas divertida. Não é dos maiores acertos do estúdio, mas foi o suficiente para ganhar uma trilogia e um espaço no coração dos fãs.

Pixels

Aqui, a expectativa era alta: um elenco forte com Adam Sandler, Peter Dinklage e Michelle Monaghan, direção de Chris Columbus e uma trama que brincava com o universo dos games clássicos. Só que nada funcionou direito. Pixels é mal dirigido, com diálogos fracos e piadas que não colam. O que poderia ter sido o filme definitivo sobre nostalgia gamer acabou virando um desperdício de boas ideias.

Cidades de Papel

Depois do sucesso de A Culpa é das Estrelas, era natural que outro livro de John Green chegasse às telonas. Cidades de Papel tentou repetir a fórmula, mas ficou longe do impacto do antecessor. Sem o mesmo carisma, sem a força emocional e com um ritmo mais morno, o filme passou quase despercebido. Ainda assim, vale a leitura dos outros livros do autor — quem sabe uma nova adaptação consiga fazer jus ao material original?

Entre acertos e tropeços, os lançamentos de julho de 2015 deixaram sua marca na história recente do cinema. Foi um mês que misturou ousadia, nostalgia, bilheterias explosivas e promessas não cumpridas. Alguns desses filmes viraram franquias, outros viraram meme. Mas todos, de alguma forma, refletem um momento bem específico da cultura pop. E você, qual desses assistiu no cinema?

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Nerd: Raphael Brito

Não importa se o filme, série, game, livro e hq são clássicos ou lançamentos, o que importa é apreciá-los. Todas as formas de cultura são válidas e um eterno apaixonado pela cultura pop.

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