Krull: curiosidades do cult do anos 80

Eu sempre quis a estrela de KRULL pra jogar nos outros! 😬 E somente há pouco tempo que descobri que o nome dessa arma é Glaive.

Krull

Krull é um filme do melhor ano de todos, 1983, que mostra a aventura do jovem Colwyn para salvar sua rainha, a bela Lyssa, sequestrada e aprisionada por um repugnante e vil monstro, a Besta. Krull é o nome do planeta onde tudo acontece.

Durante o casamento de Colwyn e Lyssa, o castelo é invadido pelos Assassinos (Slayers), criaturas servas da Besta, que sequestram a princesa Lyssa e a levam para seu mestre, que pretende desposá-la.

Colwyn recebe a ajuda de Ynyr, um velho sábio, que o guia até a Fortaleza Negra, onde Lyssa está aprisionada. Para dificultar tudo, ao primeiro raiar do dia A Fortaleza Negra se transporta para um local diferente. Eles contam com um pequeno exército na missão:

  • Rell, um lendário ciclope
  • Ergo, o magnífico, um mágico não muito competente
  • Um grupo de mercenários fugitivos mas muito valentes liderados por Torquil

Curiosidades:

  • 1 – Liam Neeson está no elenco. Ele faz Kegan. E a sua morte é bem parecida com a de Qui-Gon Jinn em Star Wars;
  • 2 – Foi um dos filmes mais caros da época: 33 sets foram construídos;
  • 3 – A Glaive aparece na sequência final da batalha do Jogador Número 1 (2018) usada por Sho;
  • 4 – Foi um fracasso comercial! Até ganhou como Pior Filme do Stinkers Bad Movie Award em 1983. Porém se tornou CULT e ganhou uma legião de fãs (eu, inclusive).

Logo volto com mais Cultura Inútil (que ninguém pediu)! 😉

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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