JOHN WICK 3: PARABELLUM – VALE O INGRESSO?

Se você quer saber se vale a pena você ir até o cinema gastar seu rico dinheiro para ver o mais novo capítulo do Baba Yaga, o defensor dos cães e terror dos assassinos, a resposta é: sim!

Antes de falar sobre Capítulo 3 – Parabellum, é bom falar sobre a minha admiração por Keanu Reeves. Sou apaixonado pelo seu trabalho desde Bill & Ted e com o tempo fui me encantando por sua pessoa, depois de ficar sabendo de vários atos de “humanidade” que ele vive realizando para desconhecidos. Falo isso, porque é claro que isso influencia na minha visão.

Quando John Wick foi lançado no Brasil, aconteceu aquele velho problema de mudança de título e saiu como “De Volta Ao Jogo” (que continua sendo o melhor da trilogia), o que criou um certo problema quando o segundo chegou ao mercado (no qual onde a gente descobre o que é tanto que John pode fazer com um lápis).

O terceiro capítulo não é tão bom quanto o primeiro, pois não temos mais aquela surpresa que um enredo simples pode nos causar, mas eles aprofundam na personalidade do protagonista. E também consegue nos surpreender com toda a criatividade que John tem para usar objetos simples como arma (minha mandíbula está doando até agora só de ver o que ele fez com um de seus inimigos).

Com coreografias sensacionais e sequências de ação de tirar o fôlego, Parabellum fecha em grande estilo a PRIMEIRA trilogia. Sim, primeira, porque o capítulo 4 já foi anunciado e com certeza teremos mais 3 caítulos pela frente.

Quer saber mais? Veja o vídeo abaixo:

Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

Share This Post On