God Of War: Ragnarok deve encerrar enredo nórdico

Finalmente tivemos a primeira visão da sequência de God of War! Após os eventos da trilogia original, o espartano Kratos encontrou seu caminho para o norte, onde teve um filho, Atreu. Neste conto irimos vê-los enfrentar rostos familiares da mitologia nórdica. No final do último God Of War, a morte de Baldur deu início ao Fimbulwinter, que é o primeiro passo em direção ao Ragnarok.

O título do próximo game confirma que entraremos nos dias finais dos Deuses Nórdicos. Junto com o primeiro trailer, demos uma olhada completa na versão de Thor neste jogo, que pode ser a principal ameaça ao longo da história.

Parece que o enredo nórdico foi planejado para duas partes, como o diretor do jogo Eric Williams confirmou em uma entrevista.

Sim, quero dizer, você não pode chamar o jogo de God of War Ragnarok e não permitir que o Ragnarok aconteça no jogo. Então [vai] acontecer. Vamos encerrar a série nórdica com isso.

Eric Williams

A revelação interessante é que Ragnarok terminando a “série nórdica” implica que há mais planos para o futuro da franquia. Em 2018 vimos brevemente provocações de outros panteões.

Parece provável que, com a introdução de Tyr, tenhamos a chance de visitar outros reinos de uma forma ou de outra. Obras de arte sugeriam que a sequência iria visitar o Egito em um ponto.

Se o próximo jogo é o fim da história nórdica, isso abre a questão de como eles irão introduzir os elementos de Ragnarok na história. Sabemos que a Serpente Mundial é do futuro, mas não há avistamento do Lobo Fenris. Ele é parte integrante da história que pode ser explorada na sequência.

É esperar pra ver o que o Santa Monica Studios tem reservado para os jogadores.

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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