Entenda o FINAL de LOST – DOSSIÊ LOST

O final de LOST completou 10 anos em 2020 e até hoje se mantêm controverso. Como a série é uma das minhas TOP 5 favoritas da vida, resolvi gravar um vídeo explicando o final de Lost. E além disso explico todo o CONCEITO que permeia TODA a série e, obviamente, culmina em seu final.

Antes de tudo é bom avisar que este é apenas o primeiro dos 6 vídeos que farei sobre o Dossiê Lost, explicando tudo sobre esta produção.

Muita gente ficou se perguntando algumas coisas como:

  • Estava todo mundo morto o tempo todo?
  • A ilha é o inferno?
  • A ilha é o purgatório?
  • A bomba criou um mundo alternativo?

Me explica logo o final de Lost!

O que posso antecipar é que a grande confusão é em parte devida a cena que mostra a ilha submersa no começo do episódio 1 da temporada 6. Logo após o voo da Oceanic 815 continuar sua trajetória “normalmente” e, porque Miles “ouve” Juliet dizer “que funcionou” depois de sua morte.

Para entender o final de LOST temos que entender o conceito da série que começa pelo nome: Perdidos! E isso está no discurso que Jacob faz para Jack, Kate, Sawyer e Hurley: estavam todos perdidos, solitários na vida, iguais a Jacob. A ilha precisava deles e eles precisavam da ilha. Enquanto lida com o DESTINO e ESCOLHAS, protagonizado principalmente por Locke e Jack.

Além disso, é necessário compreender como o TEMPO funciona em LOST. Tudo acontece ao mesmo tempo! A consciência das pessoas só percebem o momento do que é chamado presente.

E isso tudo é apenas o “começo” para entender o final de Lost. Temos ainda os planos do Homem de Preto, as Regras do Jogo de Jacob, o verdadeiro purgatório, viagem no tempo e crenças.

Logo, aconselho que você assista ao vídeo inteiro e tenha detalhes sobre isso tudo.

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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