DEVS: Primeiras Impressões SEM SPOILERS!

Uma conspiração tecnológica que poderia mudar o mundo

Confira minhas primeiras considerações sobre os 2 primeiros episódios da minissérie DEVS que está chegando no dia 27/08 no Fox Premium.

Ambientada em um cenário tecnológico de vanguarda, a minissérie de oito episódios de uma hora cada fala sobre os alcances da tecnologia por meio da história de uma jovem engenheira de software chamada Lily Chan (Sonoya Mizuno, “Annihilation”), que trabalha para Amaya, uma reconhecida empresa de tecnologia da computação quântica com sede no Vale do Silício, o centro tecnológico da Califórnia.

Você pode conferir minha opinião no vídeo abaixo, ou ver um resumo geral nos bullet points:

  • Os 20 primeiros minutos são bem lentos e parece que é pra dar um ar de mistério / suspense, mas isso talvez possa não agradar um parte da audiência;
  • É BEM sci-fi, se valendo de muitas teorias matématicas e físicas (incluindo multi-verso que tá na moda);
  • Inclusive isso impacta nas conversas muito técnicas e pode dificultar o entendimento para audiência leiga.
  • Seguiu para um rumo completamente não esperado! Com o que acontece com o Sergei, todo o climo de suspense faz total sentido;
  • O clima de mistério começa a ficar mais interessante ao mostrar que o “dono” da empresa não é simplesmente malvado, mas que parece estar protegendo algo maior, alguma verdade que a humanidade não suportaria;
  • A coisa mais normal do episódio 1 é a Lily pedindo ajuda do ex namorado que ela largou, sem dar satisfação, para hackear o telefone do seu atual namorado – E ISSO NÃO TEM NADA DE NORMAL!
  • Crackear é uma coisa, hackear é outra. Para os leigos pode parecer normal, mas já que estão usando vários termos técnicos, poderiam manter isso;
  • Eu fiquei curioso pra saber como a história continua, mas tenho a impressão que pode ser arriscado demais pra uma audiência acostumada com coisas mais “mastigadas”

Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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