Crítica TALES FROM THE LOOP

Vale a pena ver a série original Prime Video?

Já aviso: NÃO É STRANGER THINGS da Amazon Prime! Era pra ser uma crítica rápida, mas a série é mais profunda do que imaginei quando comecei a assistir. Então, confere o vídeo abaixo ou os bullets points com os apontamentos gerais:

  • De forma geral, a série é bem lenta, então você terá que ter paciência. Os episódios 2 e 3 são os melhores e provavelmente são os que irão te segurar pra saber a história toda;
  • Junto disso é bom saber que se você não estiver passando por uma boa fase da sua vida, talvez não seja uma boa assistir Tales From The Loop, pois é uma série triste para baralhos!
  • Um dispositivo chamado Loop faz com que uma cidade inteira leve sua vida em função dele e isso faz com que vários contos se cruzem de maneira singular;
  • A série parece ser situada nos anos 80, apesar disso nunca ser dito ou confirmado;
  • Os contos lembram muito Além da Imaginação, com várias histórias que se ligam mas que funcionam de maneira independente e fechadas nelas mesmas;
  • Talvez o ponto alto da série seja fazer com que o telespectador se coloque no lugar dos personagens e faça uma introspecção sobre suas decisões e sobre como ele se comportaria no lugar daquele personagem;
  • A lentidão da série é proposital, para fazer com que você se sinta vivendo naquela pequena cidade que gira ao redor do Loop;
  • Apesar de deixar coisas em aberto, apenas uma delas incomoda: o que efetivamente É o Loop?
  • Minha indicação é que você NÃO maratone, veja 1 ou 2 episódios por dia, para digerir tudo o que viu e se preparar para o próximo;
  • Mesmo nos momentos felizes, você fica com uma certa nostalgia.

Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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