Cersei Lannister quase não foi interpretada por Lena Headey

Vocês já pararam pra pensar como seria “Game of Thrones” se as cartas do elenco tivessem sido embaralhadas de um jeito diferente? Visualize Melisandre, sim, a própria sacerdotisa do fogo, trocando de papel com a nossa rainha dos esquemas e vinho, Cersei Lannister. Soa quase como uma traição ao universo, né? Imaginar alguém que não seja a Lena Headey com aquele olhar de “eu sei de tudo” é um desafio e tanto.

Mas segura essa bomba: Carice Van Houten, sim, a nossa Melisandre, foi a primeira escolha para dar vida à Cersei Lannister! Isso mesmo, antes de se tornar a porta-voz oficial de R’hllor na série, ela poderia ter sido a mestra dos jogos de poder em Westeros. Incrível, não? Porém, o destino, ou melhor, os compromissos com as gravações de outro filme, “Intrusos”, fizeram com que ela tivesse que passar o copo de vinho adiante.

E assim, Lena Headey entrou em cena, conquistando nossos corações (e às vezes nos fazendo querer jogar o controle da TV nela). Mas, vamos combinar, ela ARRASOU, e é impossível não ter aquele amor e ódio por Cersei Lannister.

E a Carice? Bom, ela não ficou de fora da festa e entrou com tudo na segunda temporada como a enigmática Melisandre, deixando sua marca no universo de “Game of Thrones”. Quando a série é fenomenal, até os deuses conspiram a favor, né?

Então, fica a pergunta: será que o “Game of Thrones” teria sido a mesma? Uma coisa é certa, o elenco foi simplesmente perfeito. Mas, que é divertido imaginar essas trocas, ah, isso é!

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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