The Resistance: Avalon
E aí, cambada! Guilherme aqui. Este é o meu artigo inaugural aqui na toca do Novo Nerd e começo falando sobre uma das minhas paixões: jogos de tabuleiro. Esta seção de Games...
O clássico game The Legend of Zelda foi lançado em 1986 para o Famicon Disk System no Japão, NES nos EUA ou, simplesmente, Nintendinho aqui no Brasil Criado por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, reza a lenda que o jogo foi inspirado nas memórias da infância de Miyamoto, da época em que ele explorava florestas e cavernas em Kyoto. The Legend of Zelda não é somente um grande jogo, foi a partir daqui que surgiu uma das maiores franquias do mundo dos games que existe até hoje. Se existem obras de Arte como A Link to the Past (1991), Ocarina of Time (1998) ou Breath of the Wild (2017) entre outras, tudo começou aqui e muitos elementos que se tornaram mais avançados posteriormente, apareceram aqui de forma experimental. E muito diferente dos jogos de plataforma da época, como Super Mario Bros, lançado em 1985, que trouxe a progressão linear, de fase a fase, que existe até hoje, mas em Zelda, o jogador é colocado no meio de Hyrule onde ele é livre para ir para qualquer direção, para ir para qualquer entrada que o jogo permite. Era o máximo que podia-se chamar de “jogo aberto” na época. Outras inovações que parecem triviais hoje, mas que eram o futuro na época, eram o cartucho dourado do Nintendinho, que se destacava perante outros títulos da época. E ainda a fita de Zelda continha uma bateria onde o jogador podia salvar o seu progresso e, assim, não precisar voltar para o início. Já existiam os Saves na época, mas que usavam o sistema de senhas longas, os chamados passwords. A trama é simples, que, aliás, é uma característica dos games criados por Miyamoto, que era caprichar no gameplay, na jogabilidade, mas em simplificar a história e deixar o mais palpável possível para o grande público, mas o jogador controla o Link, onde o objetivo é reunir os oito fragmentos da Triforce da Sabedoria para resgatar a Princesa Zelda das mãos do vilão Ganon. O protagonista intercala entre a superfície, eu é o mapa principal, além de nove labirintos subterrâneos com enigmas e os chefes de fase. Aliás, o nome Zelda é em homenagem à Zelda Fitzgerald, esposa do escritor F. Scott Fitzgerald. Segundo Miyamoto, o som da palavra ‘Zelda’ é “agradável” e “significativo”. O game foi um sucesso comercial, vendendo, aproximadamente, 6,50...
O Xbox 360 foi lançado em 2005 pela Microsoft e consolidou de vez a presença da empresa no mercado de games. Foi o segundo console da marca, após o Xbox original de 2001, que teve um sucesso modesto, mas acabou ofuscado pelo PlayStation 2, até hoje o console mais vendido da história. Parte da chamada sétima geração de consoles, o Xbox 360 dividiu o mercado com o PlayStation 3 e o Nintendo Wii. Este último liderou em vendas, com mais de 100 milhões de unidades, mas o Xbox 360 ficou logo atrás, ultrapassando os 85 milhões — um feito expressivo e decisivo para a afirmação da Microsoft no setor. O console representou o auge da chamada “guerra dos consoles”, uma época marcada pela rivalidade entre fãs da Sony e da Microsoft. Hoje essa polarização já não existe com tanta força, especialmente com jogos da Microsoft saindo em plataformas da concorrência, mas naquele tempo, o Xbox 360 era símbolo de identidade gamer. No Brasil, o Xbox 360 se popularizou de forma massiva. Um dos fatores foi o acesso facilitado à pirataria, algo que o PlayStation 3, com sua segurança mais robusta, dificultava. Isso ajudou a expandir a base instalada do console por aqui, além do custo-benefício e da qualidade dos jogos. Outro diferencial que marcou a geração foi o serviço Xbox Live. Embora os jogos online já existissem desde o Dreamcast, no fim dos anos 1990, a Microsoft conseguiu popularizar o modo online como padrão de uso em consoles. A experiência social e conectada se tornou um dos pilares da geração. Vale também lembrar do Kinect, acessório de movimento que trouxe uma nova forma de jogar, ao menos por um tempo. Foi uma febre momentânea, mas ajudou a impulsionar ainda mais as vendas do Xbox 360 e a colocá-lo no centro das atenções. Claro que nem tudo foi perfeito. No lançamento, o console sofreu com o infame problema das “três luzes vermelhas da morte”, um erro de hardware que inutilizava o aparelho. Muitos consumidores foram afetados, e a reputação da Microsoft ficou por um fio. Ainda assim, a empresa conseguiu reverter o quadro com revisões no hardware e política de substituição. Mas um console não vive apenas de tecnologia. O controle do Xbox 360 é lembrado até hoje como um dos melhores já feitos. Ainda mais importante foi a biblioteca...
E aí, cambada! Guilherme aqui. Este é o meu artigo inaugural aqui na toca do Novo Nerd e começo falando sobre uma das minhas paixões: jogos de tabuleiro. Esta seção de Games...