The Last Of Us: curiosidades do episódio 2

A série inspirada no jogo “The Last of Us” surpreende os espectadores com seu episódio 2, repleto de curiosidades fascinantes. Enquanto a natureza toma conta do mundo pós-apocalíptico, a ambientação meticulosa destaca a diferença entre esse universo zumbi e outros, além de explorar a importância do fim da humanidade em contraste com a preservação das plantas e animais.

Principais curiosidades do episódio 2 de The Last Of Us

  • A série mostra como a natureza toma conta de tudo e replica perfeitamente a ambientação do jogo. Isso inclusive isso é o que faz TLOU ser diferente de outros jogos de zumbis, já que o Cordyceps infecta apenas humanos e nenhum outro tipo de animal. Neil Drunkman queria deixar claro que pós-apocalipse era o fim da humanidade e não de plantas e animais.
  • No começo do episódio a cientista de Jakarta diz que só uma coisa pode ser feita para impedir que o fungo se espalhe: bombardear! E vemos que isso foi feito quando vemos todas as crateras de bombas por Boston e Tess conta sobre isso para Ellie.
  • A introdução dos estaladores é bem parecida com o jogo. O mais legal é que fica evidente que eles usam ecolocalização para se movimentar e saber o que está acontecendo, por isso eles ficam “estalando”. Misty Lee e Philip Kovatz foram os atores que deram as vozes para as criaturas nos jogos e também foram contratados para fazer isso na série.
  • O episódio faz uma provocação ao que é contado na DLC “Left Behind”, onde vemos a história de Ellie e sua melhor amiga, Riley (contada em um episódio mais a frente da temporada)
  • A morte da Tess é bem parecida com a do jogo, mas na série fica bem mais impactante. Em ambos ela é mordida, mas no jogo ela morre enfrentando a FEDRA. Já na série, ela morre enfrentando os infectados.

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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