Filmes RUINS que a gente AMA! Parte 4

Já estou sentindo a treta que vai ter porque falei que LABIRINTO é RUIM (mas é bom!). A lista de número 4 dos filmes (ruins) que são deliciosamente Guilty Pleasures, que são ótimos nas nossas memórias! Calma, você pode continuar fazendo os passos de Flashdance e achando a Jennifer Connelly linda!

FLASHDANCE (1983)

O filme fez a venda de camisolas bater recordes! O enredo quase não faz sentido, mas se você quer uma imersão total na nostalgia dos anos 80, com sequências de dança elaboradas que você tentou replicar na sua sala durante a infância, esse é o filme!

HACKERS (1995)

Está querendo saber como funciona o mundo dos hackers? Não é esse filme que você de ver! Mas é um cult querido da cibercultura dos anos 90. É tudo muito viajado (e quem entende minimamente de tecnologia pode ter mini-infartos) mas tem a Angelina Jolie né?

JURASSIC PARK 3 (2001)

É o que acontece quando tentam recriar fórmulas que funcionaram e fizeram muito sucesso (mas falham miseravelmente). Ao invés de ter algum tipo de mensagem, se torna simplesmente um filme de monstro, com os personagens correndo dos dinossauros.

LABIRINTO (1986)

O crème de la crème dos Guilty Pleasures! A mistura das criaturas de Brian Froud, o roteiro de Terry Jones (de Monty Python) que foi reformulado por George Lucas e o David Bowie como Rei dos Duendes, é um deleite descarado! Ainda por cima tem a Jennifer Connelly, (LINDA), correndo por um labirinto.

Eu sei, eu sei. Você vai tentar justificar dizendo que é bom, mas… Me diga aí, o que achou dessa lista 4 de filmes ruins que a gente ama!

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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