The Boys: Temporada 3 não tem limites! Episódios 1, 2 e 3

Quando a gente pensa que a produção de The Boys chegou no seu limite, eles nos provam que assim como a Internet e a zoeira, eles não tem limites! Confira minhas impressões gerais sobre os 3 primeiros episódios da temporada 3 de The Boys.

Na nova temporada, logo fica claro pelos olhos arregalados e sem piscar do líder psicopata dos Sete que estamos prestes a ver Homelander em seu estado mais desequilibrado. E que delícia isso!

A temporada 3 de The Boys começa um ano após o final da temporada passada. Os Sete estão participando da estreia de seu último filme, O Amanhecer dos Sete, um aceno satírico ao filme muito real Liga da Justiça (completo com sua própria hashtag, #ReleaseTheBourkeCut, zombando da campanha #ReleaseTheSnyderCut).

Os heróis de Vought estão vestidos e calçados enquanto caminham pelo tapete vermelho e tentam reescrever o romance de Stormfront e Homelander como um caso de “um homem se apaixonando pela mulher errada”.

A Amazon lançou os três primeiros episódios de uma só vez, e eles são uma ótima maneira de ser catapultado de volta ao mundo de The Boys, e o valor de choque do programa não se esgotou. Apesar de uma longa pausa, ou talvez por causa disso, há muito o que respirar durante esses episódios.

Com cinco episódios de boa sanguinolência ainda a caminho, há todas as chances de que o melhor ainda esteja por vir. Tenho a sensação de que trazer o Soldier Boy pode ser uma péssima ideia para Butcher e sua turma.

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Nerd: Carlos Carvalho

Apaixonado por Criatividade, Inovação e Criação de Conteúdo. Desde pequeno, eu já fazia listas dos filmes que assistia, criava teorias, jogava RPG e opinava sobre tudo. Em 2012, criei a GOTBR, uma fan page sobre Game of Thrones que acabou abrindo portas para o nascimento do Universo 42, um ano depois, com um grupo de malucos que acreditou nas minhas ideias. Foram mais de cinco anos como Líder de Estratégias Criativas na SKY, e depois assumi o cargo de Gerente de Marketing Global na CMON, uma das maiores empresas de jogos de tabuleiro do mundo. Hoje sigo envolvido em projetos que unem tudo o que mais amo: criatividade, narrativas, cultura pop e estratégia de conteúdo.

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