Episódio dá aula de como fazer uma montagem de terror
Se você conseguiu assistir ao episódio inteiro e não ficar arrepiado em cada uma das cenas que Diana Freeman e as meninas “assombradas” apareceram, nada mais na vida pode te assustar. Fora que a a introdução da série sempre me deixa, como diria minha avô: de um jeito que não passa nem uma agulha! Atualmente, nem sinal de wi-fi.
Um episódio que conseguiu explorar todos os núcleos, dar espaço para todos os personagens e nos deixar cada vez mais interessados em cada um deles.
Quer saber tudo em detalhes sobre o que achei deste episódio? Assista ao vídeo abaixo. Agora se quiser a parte “condensada”, é só ler os bullets points com as minhas principais considerações.
- Não deu pra não pensar em COBRA KAI quando ouvi tocando Cruel Summer! Toca essa música toda hora na série;
- Eu fiquei muito, muito bravo quando descobri que aquele maldito policial sabia conjurar feitiços! E fiquei torcendo absurdamente pra ver o Tic aprender a usar magia pra se vingar. Não foi exatamente o que aconteceu, mas valeu;
- Fazer os olhos dos quadro se mexerem é apelação! Não se faz isso não gente;
- Como falei no episódio passada, quando mencionei sobre a poção: nada se cria! Pra tudo existem regras pra se manter um equilíbrio.
- Christina deseja atingir imortalidade durante o equinócio: lá vem Cthulhu? Diz que sim! Seus interesses estão cada vez mais claros. Apesar de tudo, ela parecer mesmo ser a única que compreende um pouco dos “interesses divinos”.
- Finalmente voltaram a citar livros: A Cabana do Pai Tomás (1852)! Romance sobre a escravatura no Estados Unidos da escritora norte-americana Harriet Beecher Stowe. Ajudou a estabelecer as bases para Guerra Civil”, segundo Will Kaufman. Teve até uma novela brasileria baseada nele, em 1969 pela Globo;
- É estranho pacas olhar o Willian agora e saber que é a Christina! Não sei como definir essa relação entre ela e Ruby;
- Eca! Eca! Eca! Que cena MA-LU-CA de Willian / Christina transando com Riby! Eu não quero nem imaginar o que mais vem por aí quando começaram a chegar os seres dos outros mundos;
- A magia do policial é das “bravas”! No estilo da mitologia de Lovecraft mesmo. Coitada da Dee!
- Até que enfim alguém comparou a Ji-ah a uma Sucubus. Tic foi bem desnecessário hein? A mina foi lá só pra ajudar ele.
- Os efeitos sonoros e os cortes nas cenas com as meninas “demônios” de A Cabana dos Pai Tomás, casam perfeitamente com o ar de assombração. O ponto alto desse episódio são as assombrações cara! Tudo é muito perfeito e sincronizado. Demais!
- Agora sabemos para onde o Tic foi! O livro não é do TIO George mas do filho do Tic! Que maluco! Ao contrário de Hypppolita que viajou no espaço-tempo, ele parece ter viajado somente no tempo;
- A-DO-REI a atitude da Dee! Não é qualquer um que entra no escritório de um policial branco, chama um de idiota e gospe em outro.
- A Christina pagou pros caras matarem ela! Tudo isso pra testar o feitiço? Não era mais fácil só dar uma pancada bem forte? Isso é ser mazoquista mesmo.
- A Dee não pode morrer! Eu to amando esse personagem! Que garota incrível, inteligente e corajosa!
- Por esse tipo de invulnerabilidade do Tic eu não tava esperando! Simplesmente fantástico.
- Morram! Morram! Morram todos vocês racistas filhas da puta! (Desculpa gente, me empolguei. Mas foi necessário)
Dúvidas deixadas pelo episódio:
- Algúem aí entendeu o tal rito de passagem que todo negro tem que passar? Quem é “Bobo”?
- Por quê a Ji-ah foi procurar o Tic só agora? Ela passou esse tempo todo treinamento magia?
- Por quê a poção da Christina dura mais? Ela tomou de novo? A versão dela é mais poderosa?
