<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Julio Garcia, Autor em Universo 42</title>
	<atom:link href="https://u42.com.br/author/julio-garcia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://u42.com.br/author/julio-garcia/</link>
	<description>Salvando sua vida do tédio moderno</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Apr 2021 00:53:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Clássicos Modernos 07 &#124; O Livro de Eli</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-07-o-livro-de-eli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 14:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[cult]]></category>
		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Eli]]></category>
		<category><![CDATA[Hughes]]></category>
		<category><![CDATA[irmaos Hughes]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=12029</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um filme incompreendido por muitos, mas que com o passar dos anos ganhou status de “Cult”. O Livro de Eli, dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes, é um filme com idéias fantásticas e originais em seu roteiro de Gary Whitta. A trama do filme se passa num mundo devastado e desértico, 30 anos após [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-07-o-livro-de-eli/">Clássicos Modernos 07 | O Livro de Eli</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7.jpg"><br />
</a> <a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-1.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-12033 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-1-300x161.jpg" alt="Classicos modernos 7-1" width="300" height="161" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-1-300x161.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-1.jpg 550w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Um filme incompreendido por muitos, mas que com o passar dos anos ganhou status de <strong>“Cult”</strong>. <strong>O Livro de El</strong>i, dirigido pelos irmãos <strong>Albert e Allen Hughes</strong>, é um filme com idéias fantásticas e originais em seu roteiro de <strong>Gary Whitta</strong>.</p>
<p>A trama do filme se passa num mundo devastado e desértico, 30 anos após uma misteriosa guerra que devastou o planeta (não são dadas maiores informações sobre como essa devastação ocorreu, isso é digno de nota, em um cinema didático como tem sido o moderno).</p>
<p>Um andarilho solitário chamado Eli, é&nbsp;interpretado com maestria, sem muito esforço por <strong>Denzel Washington</strong> <strong>um &#8220;herói&#8221;</strong> que vive de amputar membros e matar violentamente os inúmeros criminosos pós-apocalípticos que encontra pelo seu caminho <strong>vagando rumo ao Oeste juntamente com sua mochila</strong> <strong>e o que pode ser o último exemplar existente da Bíblia Sagrada</strong>. Nessa jornada Eli chega a uma cidadezinha controlada <strong>por seu antagonista, Carnegie</strong> (<strong>Gary Oldman</strong>), vilão cuja <strong>missão de vida é justamente encontrar um exemplar da Bíblia</strong> para poder &#8220;dominar, lavar cerebralmente&#8221; a população.</p>
<p>Falam que O Livro de Eli é uma mensagem cristã ou uma história evangélica num filme sobre um anti-herói, religioso, errante que viaja pelo que restou do mundo, mas que ao mesmo tempo mata brutalmente quem quer que se coloque em seu caminho. Se esse é o ideal de um &#8220;herói católico&#8221; ou a “peregrinação de alguém com fé”, então<strong> estaríamos de frente a uma mensagem religiosa</strong> que faz <strong>apologia a violência</strong>. <strong>NÃO! ESSA NÃO É A&nbsp;MENSAGEM&nbsp;DO FILME.</strong></p>
<p>No filme, nunca fica bem claro o objetivo&nbsp;de Eli ao preservar com tanta obstinação o livro sagrado.<strong> Pode-se comparar o personagem a um extremista religioso</strong>, que age de forma enérgica em nome da fé; isso tira a imagem de &#8220;soldados de Cristo&#8221; do protagonista, como certos cinéfilos propagaram&nbsp;no seu lançamento, e assim sendo, fica claro que o filme &#8211; de gospel, não tem nada.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12032 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-300x161.jpg" alt="Classicos modernos 7" width="300" height="161" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-300x161.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7.jpg 550w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O <strong>roteiro</strong> de&nbsp;O Livro de Eli&nbsp;também é bem claro nas<strong> duras criticas a religião hoje em dia: </strong>Em certa cena, o vilão interpretado muito bem por Oldman diz:<strong> “não é a porra de um livro, é uma ARMA!&#8221;</strong>. E não o é até hoje? Até no universo do filme dos irmãos Hughes, a religião (aqui na forma da última Bíblia existente) é usada para ganhos egoístas e pessoais, um verdadeiro produto comercial, é deixando de lado seu poder de auto ajuda para Dominar e lucrar. Lembrando que nas palavras do próprio Jesus Cristo, <strong>a mensagem da&nbsp;bíblia é recebida de graça e de graça deve ser passada</strong>.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12034 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-3-300x124.jpg" alt="Classicos modernos 7-3" width="300" height="124" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-3-300x124.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-3-1024x425.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Classicos-modernos-7-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Eu, pessoalmente, acredito que <strong>a religião não é a raiz de todo o Mal</strong>, muito pelo contrário, <strong>e isso também está nas entrelinhas do filme. </strong>Fica muito claro, até a (surpreendente) revelação final de&nbsp;O Livro de Eli, que o tom do roteiro não é &#8220;pró-religião&#8221; e nem completamente &#8220;anti-religião&#8221;, o&nbsp;filme não levanta unicamente uma dessas&nbsp;bandeira, mas levanta com excelência as duas, com essas questões que se fazem tão validas em tempos de “Guerras Santas” como as de hoje, seja você cristão, evangélico, agnóstico, budista, ateu e demais crenças.</p>
<p>Aspectos religiosos a parte, <strong>a obra se destaca&nbsp; com sua fotografia acinzentada</strong>, o filme se torna visualmente bem atrativo, nos transporta para àquele mundo destruído onde vivem os personagens. Os irmãos Hughes usam vários planos belos e bem abertos, revelando estradas desertas, carcaças de veículos, cidades destruídas e principalmente enormes cicatrizes da guerra que destruiu o planeta.</p>
<p>Os irmãos também demonstram-se <strong>competentes nas cenas de ação</strong>, sem abusar da câmera epilética típica das produções modernas ou da lenta. <strong>O grande momento do filme</strong>, disparado,<strong> é a câmera entrando e saindo do interior de uma casa durante uma feroz batalha entre os heróis e os vilões. </strong>Tal cena se parece, e muito com um plano sequência, mas não é; nenhum corte é visível aos nossos olhos.</p>
<p>O final é uma das maiores qualidades desse clássico, espertíssimo e com uma bela revelação-surpresa. A qual talvez nem o expectador mais atento deduziu.</p>
<p><strong>Por que considerar O livro de Eli um clássico moderno?</strong></p>
<p><strong>Um tema tão polêmico como religião, nunca foi tratado de forma tão POP e ainda assim profunda</strong>. Com muito pouco para se desmerecer, Eli é um <strong>blockbuster inteligente e cheio de atrativos</strong>, onde o grande tesouro para os personagens não é a água ou a gasolina, mas sim a esperança proporcionada pela religião &#8211; ou o poder de manipulação da mesma. E esses dois lados em época tão extremista como as nossa, cultuam essa obra a um patamar unicamente clássico. Em tempos de masturbações megalomaníacas de heróis e vilões, sempre é bom ver uma história original, &nbsp;filosófica e polemica sendo tão bem contada na sétima arte.</p>
<p><strong>Outros Clássicos Modernos:</strong></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/">Clássicos Modernos 01 – Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/">Clássicos Modernos 02 – Looper – Assassinos do futuro</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/">Clássicos Modernos 03 – Corpo Fechado</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/">Clássicos Modernos 04 – As Aventuras de PI</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-05-bastardos-inglorios/">Clássicos Modernos 05 – Bastardos Inglório</a>s</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-apaixonante-e-apaixonado-wall-e/">Clássicos Modernos 06 – WALL-E</a></p>
<p><em><strong>Não esqueça de se inscrever na nossa Mail List colocando seu e-mail abaixo!</strong></em></p>
<p><center><iframe loading="lazy" class="ktv2" style="position: relative; display: inline-block; border: none; background: transparent none no-repeat scroll 0 0; margin: 0;" src="https://klickmailcombr.s3.amazonaws.com/userimages/20545/forms/30613/oynzgr0z8z760e.html" scrolling="no" width="286" height="126"></iframe></center></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-count="default" data-theme="dark" data-layout="full" data-channel="onovonerd"></div>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-07-o-livro-de-eli/">Clássicos Modernos 07 | O Livro de Eli</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clássicos Modernos: o apaixonante (e apaixonado) Wall-E</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-o-apaixonante-e-apaixonado-wall-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2016 19:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[Amor Verdadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Auto]]></category>
		<category><![CDATA[barata]]></category>
		<category><![CDATA[cinema mudo]]></category>
		<category><![CDATA[disney]]></category>
		<category><![CDATA[distopia]]></category>
		<category><![CDATA[distopica]]></category>
		<category><![CDATA[eva]]></category>
		<category><![CDATA[hall9000]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[vida espacial]]></category>
		<category><![CDATA[vida robotica]]></category>
		<category><![CDATA[wall-e]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=11600</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma animação que atinge e arrebata o coração de pessoas de todas as idades, Wall-E, é um filme tão bem escrito e com tanta profundidade, que renderia fácil horas de discussões existenciais e filosóficas. No roteiro (um dos mais criativos da história do cinema), o mundo como conhecemos acabou devido ao acúmulo de lixo produzido [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-o-apaixonante-e-apaixonado-wall-e/">Clássicos Modernos: o apaixonante (e apaixonado) Wall-E</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma animação que atinge e arrebata o coração de pessoas de todas as idades, <strong>Wall-E</strong>, é um filme tão bem escrito e com tanta profundidade, que <strong>renderia fácil horas de discussões existenciais e filosóficas</strong>.</p>
<p>No roteiro (<em>um dos mais criativos da história do cinema</em>), o mundo como conhecemos acabou devido ao acúmulo de lixo produzido pela humanidade, nada de zumbis, alienígenas, ou um gigantesco asteróide. Sabe aquele papelzinho de bala que você jogou no chão? Então, esse inocente papelzinho é um dos culpados do fim de praticamente toda forma de vida na terra, com exceção das baratas, as quais são retratadas de forma graciosa no filme.</p>
<p>Mas então a humanidade não existe mais? Existe sim! Com pinceladas de um futuro imaginado por <strong>Aldous Huxley</strong> e seu <strong><em>Admirável Mundo Novo</em></strong>, vemos os humanos vivendo numa colônia onde tudo é controlado: <em>os bebês são fabricados em linhas de produção, a educação das crianças é opressiva, até a roupa que vestem é padronizada. O lugar é dominado pelas máquinas, não há esforço físico ou intelectual, os humanos recebem tudo de mão beijada, não conseguem nem caminhar sem ajuda dos robôs.</em></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-11601 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-modernos-6-02.jpg" alt="Classicos modernos 6 02" width="650" height="272" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-modernos-6-02.jpg 1434w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-modernos-6-02-300x125.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-modernos-6-02-1024x428.jpg 1024w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>E o que dizer do nosso protagonista Wall-E? Nada mais nada menos, que ele é <strong>simplesmente um dos personagens mais apaixonantes do cinema</strong>. Um robozinho duro na queda, resistente igual sua amiga barata, ele é bem mais que um simples pedaço de lata.</p>
<p>Wall-E tem personalidade, variações de humor, é apaixonado por filmes românticos, música, dança, inclusive assiste repetidamente ao musical &#8220;<strong><em>Hello, Dolly</em></strong>&#8221; (<em>1969</em>). Um ponto de grande destaque, é que durante a projeção Wall-E fala por volta de apenas duas palavras, e elas são surpreendentemente suficientes para nos emocionar e divertir. As expressões corporais, principalmente através dos olhos e das mãos não ficam atrás e transformam Wall-E numa espécie de estrela do cinema mudo, algo como o mestre <strong>Charles Chaplin</strong>.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-Modernos-6-03.jpg" target="_blank"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11602" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-Modernos-6-03.jpg" alt="Classicos Modernos 6 03" width="400" height="250" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-Modernos-6-03.jpg 1280w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-Modernos-6-03-300x187.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/Classicos-Modernos-6-03-1024x640.jpg 1024w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>A vida de Wall-E muda completamente quando ele encontra <strong>Eva</strong>, uma robô moderníssima e graciosa. Logo Wall-E se apaixona pela explosiva e temperamental robozinha. O processo de aproximação é de uma delicadeza ímpar, e dá uma aula em muito romances adultos, de como se construir uma relação e o surgimento de uma sentimento. <strong>É impossível não se apaixonar junto. </strong></p>
<p>A relação dos dois, que é o ponto alto por todo o filme, é clichê no sentido de vermos mais uma vez a princesa e o plebeu. Eva é muito mais poderosa e avançada tecnologicamente que o nosso catador de lixo. Os contrastes são evidentes. Mas esse é o tipo de clichê de <strong><em>“amor impossível</em></strong>” que é tão bem adaptado para o novo contexto, que nem percebemos que já vimos um amor retratado assim no cinema e no fim das contas tudo se parece inédito.</p>
<p><strong>Wall-E</strong> nos proporciona uma gama grande de referências, dentre as mais destacáveis estão toques do clássico da ficção científica &#8220;<strong>2001 &#8211; Uma Odisséia no Espaço</strong>&#8221; (1968), do escritor <strong>Arthur C. Clarke</strong>, adaptado para o cinema por <strong>Stanley Kubrick</strong>. O filme empresta sua trilha sonora para a cena em que os humanos voltam a caminhar, desligam os robôs e tomam o controle da nave. O robô-vilão <em><strong>Auto</strong></em> (<em>voz de Sigourney Weaver</em>) é outra referência. Ele corresponde ao computador <strong><em>HAL 9000</em></strong>, personagem da odisseia espacial.</p>
<p>O filme tem poucos diálogos, mas o roteiro é tão bem escrito que entendemos toda a história, contexto, universo e acontecimentos anteriores, baseado apenas no que vemos em tela, nada de diálogos didáticos entre os personagens, para se situar ou assimilar toda a enxurrada de questionamentos filosóficos que o filme nos lança. Esse aspecto/qualidade torna o filme mais adulto e menos infantil, mas isso não quer dizer que o público infantil não ganhe atenção, pelo contrário, Wall-E também tem grandes toques de humor paspalhão, que agradam aos mais novinhos.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/09/wall-e-feat.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11608" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/09/wall-e-feat.jpg" alt="wall-e-feat" width="344" height="250" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/wall-e-feat.jpg 578w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/wall-e-feat-300x217.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/09/wall-e-feat-287x208.jpg 287w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a></p>
<p><strong>Por que um Clássico moderno?</strong></p>
<p>A criatividade salta a tela e arrebata nossa mente e coração, com um planeta Terra distópico e uma história de amor graciosa e sutilmente construída de maneira impar na sétima arte. A mensagem de alerta de otimismo que o filme nos passa é incrivelmente forte, e suas questões filosóficas e existenciais como comodismo, sedentarismo, acúmulo de lixo e tantas outras ecoam em nossa mente muito tempo após o término do filme. Tudo isso em uma animação caros leitores, em uma animação!</p>
<p>A trilha sonora é belíssima, o desenrolar da trama também. Podemos perder horas falando das qualidades desse clássico moderno, a <strong>Pixar</strong> nos presenteou mais uma vez com um exercício de criatividade gigantesco, entrando para os anais da história da animação, não pela tecnologia envolvida na computação, mas por ter feito uma verdadeira obra prima animada moderna e eterna.</p>
<p><strong>Outros Clássicos Modernos:</strong></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/">Clássicos Modernos 01 – Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/">Clássicos Modernos 02 – Looper – Assassinos do futuro</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/">Clássicos Modernos 03 – Corpo Fechado</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/">Clássicos Modernos 04 – As Aventuras de PI</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-05-bastardos-inglorios">Clássicos Modernos 05 – Bastardos Inglórios</a></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-count="default" data-theme="dark" data-layout="full" data-channel="onovonerd"></div>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-o-apaixonante-e-apaixonado-wall-e/">Clássicos Modernos: o apaixonante (e apaixonado) Wall-E</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amplie seus horizontes com O Trono Diamante</title>
		<link>https://u42.com.br/o-trono-diamante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2016 15:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[David Eddings]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Aleph]]></category>
		<category><![CDATA[Elenium]]></category>
		<category><![CDATA[Eosia]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[O acavaleiro Rubi]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem Pandion]]></category>
		<category><![CDATA[Sparhawk]]></category>
		<category><![CDATA[Trilogia Elenium]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=11515</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em meio a tantos fãs de leitura de fantasia medieval, com o estrondoso sucesso de As Crônicas de Gelo e Fogo, muitas sagas foram trazidas paras os leitores brasileiros, com a estratégia de fisgar esses mesmo fãs. Nesse contexto podemos incluir a Trilogia Elenium, uma obra de David Eddings, trazida para o nosso País pela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/o-trono-diamante/">Amplie seus horizontes com O Trono Diamante</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O_TRONO_DE_DIAMANTE.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11518 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O_TRONO_DE_DIAMANTE.jpg" alt="O_TRONO_DE_DIAMANTE" width="300" height="413" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O_TRONO_DE_DIAMANTE.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O_TRONO_DE_DIAMANTE-217x300.jpg 217w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Em meio a tantos fãs de leitura de fantasia medieval, com o estrondoso sucesso de <strong>As Crônicas de Gelo e Fogo</strong>, muitas sagas foram trazidas paras os leitores brasileiros, com a estratégia de fisgar esses mesmo fãs.</p>
<p>Nesse contexto podemos incluir a <strong>Trilogia Elenium, </strong>uma obra de<strong> David Eddings, </strong>trazida para o nosso País pela maravilhosa<strong> editora Aleph.</strong></p>
<p><strong>Sinopse:&nbsp;</strong><em>Após dez anos de exílio, Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem Pandion, retorna a Elenia e encontra sua terra natal imersa em sombras. O inescrupuloso Annias, primado da Igreja e membro do Conselho Real, manipula o débil príncipe regente para governar de fato, visando seus próprios interesses. A legítima soberana, Ehlana, acometida por uma estranha doença, jaz adormecida em seu trono, protegida por uma barreira de cristal. Graças a um poderoso feitiço, seu coração ainda pulsa, mas ela não resistirá a menos que uma cura seja encontrada antes que transcorra um ano. Sparhawk parte, então, em uma busca obstinada para salvar sua rainha e seu reino, travando uma luta incessante contra o tempo, as autoridades vigentes e toda sorte de perigos – reais e sobrenaturais. Nessa jornada de luz e sombras, ele contará com a ajuda de seus irmãos de armas, de seu escudeiro fiel, de uma feiticeira, de um jovem ladrão e de uma misteriosa menininha, cujas origens são desconhecidas. Considerado por jogadores de RPG um dos melhores títulos que representam uma quest épica.</em></p>
<p>A <strong>Obra foi lançada originalmente de 1989 a 1991</strong>, ou seja, muito antes de todo o sucesso da HBO e sua série, então não podemos dizer que <strong>David Eddings </strong>se inspirou ou copiou algo de George<strong>. </strong>Pelo contrário, O Trono Diamante tem suas próprias qualidades e peculiaridades, as semelhanças com o mundo de Westeros limitam-se apenas ao fato da obra ter grandes toques de fantasia, em meio a uma sociedade medieval.</p>
<p>Comparações a parte,<strong> O Trono Diamante</strong>, não contem muitos personagens, não é difícil se situar e decorar cada um deles e suas personalidades, as quais são muito bem desenvolvidas.<strong> Sparhawk,&nbsp;</strong>protagonista da obra, tem tudo que um personagem principal precisa ter para carregar uma saga nas costas: senso de liderança empolgante, é obstinado, inteligente, honrado, em termos mais chulos, “<em>É F0D@</em>”. Seu parceiro, <strong>Sir Kalten,</strong> funciona como excelente alivio cômico contrastando de forma perfeita com a personalidade de seria de Sparhawk.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O-trono-de-diamante-6.jpg"><img decoding="async" class="alignright wp-image-11517 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O-trono-de-diamante-6-300x225.jpg" alt="O trono de diamante (6)" width="300" height="225" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O-trono-de-diamante-6-300x225.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O-trono-de-diamante-6-1024x768.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/08/O-trono-de-diamante-6.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O universo é muito bem construído, narrado em terceira pessoa, imaginamos os cenários e os personagens facilmente, sem extensas descrições. As classes de cavaleiros, de pessoas, as regras que regem o mundo são encantadoramente bem apresentados. A magia permeia o mundo de <strong>Eosia</strong>, porém como primeira crítica ao universo, ela é extremamente mal explicada, os encantamentos são feitos abruptamente, e nenhuma mínima explicação, &nbsp;nada é dito sobre como conjurá-los, regras e alcance.</p>
<p>A religião tem papel fundamental na trama, ou melhor, podemos dizer que ela é base para grande parte da trama. Esse foi um ponto que gostei muito, pois muitas das obras atuais, renegam essa faceta da sociedade atual. Muitas coisas referentes a isso são iguais, inclusive o uso da fé e do poder da religião para realizar atos contestáveis.</p>
<p>A cenas de ação são bem descritas, e de nível de violência mediano, entretanto, algumas não são descritas, ocorre o salto temporal da seguinte forma: a batalha caminha para o início no final de um capítulo e ao início do seguinte, a batalha já se encerrou e apenas o resultado é falado, causando uma frustração muito grande, pois em produções áudio visuais aceitamos esse “salto” levando em conta custos milionários que estão envolvidos para recriar uma grande cena de ação, mas gastos com parágrafos e imaginação, não dá pra aceitar.</p>
<p>A Editora Aleph, deu mais um exemplo de cuidado com uma obra, nos entregando um produto de extrema qualidade, diagramação perfeita, leve, e o melhor, <strong>uma capa maravilhosamente original para o mercado brasileiro</strong>, que ganha de lavada das outras ao redor do mundo. Esse é o meu quinto livro da editora e o padrão de qualidade e respeito se mantém, e a minha confiança cresce cada vez mais.</p>
<p>Portanto se você é fã de universos de fantasia com pegada medieval embarque fundo na história do cavaleiro <strong>Pandion Sparhawk</strong>, ele o conquistará logo em seus primeiros atos heroicos. Não pense que estará lendo uma cópia barata de Game Of&nbsp; Trhones, não, não estará, O Trono Diamante será inclusive, ao ponto de vista de muitos, melhor em alguns aspectos, assim como é pra mim.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10102" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-300x48.jpg" alt="Nota-do-crítico-4" width="300" height="48" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-300x48.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Nota-do-crítico-4-1024x164.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-count="default" data-theme="dark" data-layout="full" data-channel="onovonerd"></div>
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/o-trono-diamante/">Amplie seus horizontes com O Trono Diamante</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clássicos Modernos 05 &#124; Bastardos Inglórios</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-05-bastardos-inglorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 01:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[Adolph Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[bastardos]]></category>
		<category><![CDATA[bastardos inglorios]]></category>
		<category><![CDATA[Basterds]]></category>
		<category><![CDATA[Brad pitt]]></category>
		<category><![CDATA[Christoph Waltz]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Inglourious]]></category>
		<category><![CDATA[Inglourious Basterds]]></category>
		<category><![CDATA[judeus]]></category>
		<category><![CDATA[nazistas]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[Quentin]]></category>
		<category><![CDATA[Quentin Tarantino]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro original]]></category>
		<category><![CDATA[Tarantino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=11204</guid>

					<description><![CDATA[<p>Falar bem dos filmes de Tarantino&#160;é algo meio clichê, pois ele é um dos diretores mais queridos por cinéfilos do mundo todo. Suas qualidades são variadas, tais como ritmo peculiar, filmes controversos, referências POPs, violência, diálogos interessantes e boas reviravoltas. Muitas pessoas não conseguem compreender os filmes de Tarantino ou apreciá-lo da maneira correta, mas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-05-bastardos-inglorios/">Clássicos Modernos 05 | Bastardos Inglórios</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-02.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11211" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-02.jpg" alt="Classicos Modernos 5 - 02" width="300" height="444" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-02.jpg 540w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-02-202x300.jpg 202w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-02-300x444.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Falar bem dos filmes de <strong>Tarantino</strong>&nbsp;é algo meio clichê, pois ele é um dos diretores mais queridos por cinéfilos do mundo todo. Suas qualidades são variadas, tais como ritmo peculiar, filmes controversos, referências POPs, violência, diálogos interessantes e boas reviravoltas.</p>
<p>Muitas pessoas não conseguem compreender os filmes de Tarantino ou apreciá-lo da maneira correta, mas é unânime a criatividade desse<strong> roteirista, diretor e produtor</strong>. No seu currículo, temos vários clássicos modernos, mas, vamos citar um deles agora.</p>
<p><strong>Bastardos Inglórios</strong> <strong>é um grande Jovem Clássico</strong>, que apenas poderia sair de uma mente criativa e de muita imaginação como a de Tarantino. Dessa vez, o cineasta explora um cenário até então não visitado em sua filmografia, a Segunda Guerra Mundial. E ele se permite inovar, tomar liberdades criativas e distorcer a história.</p>
<p>São abordados temas fortes como vingança e o holocausto, porém de forma magistral, sendo não só acessível, mas excitante e divertido, algo que poucos filmes de temas assim são capazes de proporcionar. Por mais que o cineasta explore mais uma vez, o tema vingança, isso não significa que seja apenas mais um filme do Tarantino, até por que, um filme de Tarantino nunca é apenas mais um. Aqui o contexto é bem diferente.</p>
<p>No contexto do filme, a França está ocupada pelos nazistas. São reunidos então um pelotão de soldados de origem judaica, com o objetivo de realizar uma missão suicida contra os alemães. <em><strong>O objetivo é matar o maior número de nazistas, da forma mais cruel possível</strong></em>. Paralelamente em outro núcleo temos o protagonismo feminino em busca de vingança pela morte da sua família quando ainda era criança.</p>
<p>Mestre em roteiros como Tarantino é, ele faz com que seu texto não tome direções para obviedades e se torne maçante, acrescentando um toque bem leve de boas piadas e tensão a cada quadro. Uma das qualidades únicas mais destacáveis do filme é que ele nos faz torcer pela vitória do sadismo vingativo, algo acredito eu, inédito ou pouco comum no cinema, talvez alguns se sintam até mal, por torcer involuntariamente por isso. Me refiro a retração de Tarantino para a morte de Adolph Hitler, segundo a história nos conta ele e seus comparsas acabaram cometendo suicídio quando viram que estavam arruinados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-11212" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03.jpg" alt="Film Title: Inglourious Basterds" width="450" height="300" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03.jpg 1900w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03-300x200.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03-1024x682.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03-321x214.jpg 321w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-03-140x94.jpg 140w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" />Mas será que foi isso que realmente aconteceu? Afinal seu corpo nunca foi encontrado, e isso intriga a muitos, o diretor brinca com esse fato histórico nos mostrando uma morte muito mais “justa” para esse grande vilão da humanidade.</p>
<p>Os diálogos são longos, porem atingem níveis de inteligência muito altos, seguidos de <strong>cenas impactantes</strong> e <strong>violentas</strong>, elas estão presentes no filme e <strong>caracterizam a projeção como algo Tarantinesco</strong>, O diretor soube construir uma identidade cinematográfica como ninguém. O filme também nos lança um joguete de roteiro incrível, com o clímax e o anticlímax, por exemplo cenas fabulosas mal atingem seu auge e são cortadas abruptamente engrandecidas com a trilha sonora que mais uma vez se destaca, na filmografia do Diretor. <strong>É digno de nota, reconstrução impecável da época</strong>, a produção preza pelos detalhes mais reais de uma década passando pelo período de guerra, isso tudo com uma grande direção de fotografia para auxiliar.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-01.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11210" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-01.jpg" alt="Classicos Modernos 5 - 01" width="360" height="174" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-01.jpg 620w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-01-300x145.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-01-578x280.jpg 578w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" />&nbsp;<img decoding="async" class="alignnone wp-image-11213" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-04.jpg" alt="Classicos Modernos 5 - 04" width="360" height="173" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-04.jpg 600w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-04-300x144.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Classicos-Modernos-5-04-578x280.jpg 578w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></a></p>
<p><strong>Brad Pitt</strong> atuando em um filme de Tarantino teve um resultado melhor do que esperava. Mesmo propositalmente muito caricato como o tenente do grupo de soldados judeus bastardos, Aldo Rayne, vai ficar para mim como uma de suas melhores atuações. Mas quem rouba a cena desde o primeiro momento do filme é o austríaco <strong>Christoph Waltz</strong> fazendo o papel do inquiridor Hans Landa, seu personagem cresce e ganha cada vez mais o protagonismo para si, a cada frame, e assim o quase que um estreante ator da Áustria, teve seu talento reconhecido, ganhando o mundo após esse trabalho.</p>
<p><strong>Por que considerar bastardos Inglórios um Clássico Moderno?</strong> Por que primeiramente esse é nas palavras do diretor, por meio dos personagens e falas do filme, <strong>sua “Obra Prima”</strong>. Ele é ousado no tom adotado para contar a narrativa, desafiando a história com violência e sangue, nos mostrando uma outra versão para fatos históricos, melhor do que os reais, nos fazendo torcer por atos de maldade, por melhor pessoa que nos sejamos, confeitados com diálogos mentalmente arrebatadores.</p>
<p>Essa review era para ser um texto sobre Bastardos Inglórios, mas é quase um review sobre Tarantino. Talvez seja porque sua figura parece sempre mais célebre que os seus próprios filmes. Se esbalde em clássicos da filmografia do diretor, caso algum tenha passado despercebido de seus olhos. Breve consideraremos outros. Por que tudo que sai da mente desse Diretor, Produtor e Roteirista merece ser apreciado.</p>
<p><strong>Outros dicas de Clássicos Modernos:</strong></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 01 – Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 02 – Looper – Assassinos do futuro</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 03 – Corpo Fechado</a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 04 – As Aventuras de PI</a></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channel="onovonerd" data-layout="full" data-theme="dark" data-count="default"></div>
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-05-bastardos-inglorios/">Clássicos Modernos 05 | Bastardos Inglórios</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clássicos Modernos 04 &#124; As Aventuras de Pi</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 22:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[Ang lee]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura epica]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos modernos]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[filme gospel]]></category>
		<category><![CDATA[hiena]]></category>
		<category><![CDATA[Joven Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Pi]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[religião em filme]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Parker]]></category>
		<category><![CDATA[tigre]]></category>
		<category><![CDATA[Yann Martel]]></category>
		<category><![CDATA[zebra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=10710</guid>

					<description><![CDATA[<p>O clássico moderno deste mês é uma história fantástica em todos os sentidos, e tecnicamente sublime, onde é&#160;abordado temas complexos de forma singela e sutil. Filme de 2012, dirigido por Ang Lee foi praticamente uma unanimidade entre os críticos. A história é fruto de uma obra literária homônima de 2001, escrita por Yann Martel. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/">Clássicos Modernos 04 | As Aventuras de Pi</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-capa.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10715 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-capa.jpg" alt="Classicos modernos 4 - capa" width="245" height="359" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-capa.jpg 245w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-capa-204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></a>O clássico moderno deste mês é uma história fantástica em todos os sentidos, e tecnicamente sublime, onde é&nbsp;abordado temas complexos de forma singela e sutil.</p>
<p>Filme de 2012, dirigido por <strong>Ang Lee</strong> foi praticamente uma unanimidade entre os críticos. A história é fruto de uma obra literária homônima de 2001, escrita por <strong>Yann Martel</strong>. O filme narra a aventura de sobrevivência que o personagem Pi percorreu aliado a sua busca para encontrar ou se relacionar com o sagrado.</p>
<p>O filme é contado em grande parte de forma narrativa, onde o protagonista anos depois, relata sua vida e as aventuras nela ocorridas a um escritor que se interessa pela sua história.</p>
<p>Pi nasce numa família hinduísta proprietária de um zoológico situado na Índia, mais precisamente na cidade de Pondicherry. Ao longo de sua infância e parte de sua juventude Pi, acaba tendo contato com diversas religiões, sempre na busca de encontrar a Deus. Entre elas a religião de sua família, onde aprendeu todos os costumes e práticas dela; passando pelo cristianismo e islamismo.</p>
<p>Uma mensagem muito interessante&nbsp;dada no filme é que o personagem ainda novo percebe que poderia acessar ao sagrado em todas as religiões e por isto mesmo acredita que deve seguir todas as religiões e crenças possíveis. Pi nos diz que não importa a que fé ou crença que o indivíduo acredite ou professe, o fato é que o homem sempre está em busca de uma força superior que o guie, e isso pode se dar em qualquer ambiente inclusive fora de um templo ou lugar tido como sagrado.</p>
<p>Essa conotação “gospel” em um Blockbuster, me faz enxergar As Aventuras de Pi,como um filme único em seu tempo, é muito raro deparar-se com um filme que toque em algo polêmico e controverso como religião. Sabe aquela frase: religião não se discute? Pois é, no filme ela é discutida de forma tão singela, que independente da sua denominação religiosa, você não se sentirá ofendido por nada que o filme afirme sobre Deus no seu roteiro. Quem sabe até se você for ateu, o filme lhe inspire a acreditar em uma força superior.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-011.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10716 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-011.jpg" alt="Classicos modernos 4 - 01" width="608" height="334" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-011.jpg 608w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-011-300x164.jpg 300w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /></a></p>
<p>Mas esse clássico moderno mesmo que sutilmente não fala só sobre religião, na verdade a projeção se apóia fortemente em uma aventura fantástica de sobrevivência e é nela que as qualidades técnicas do filme enchem os olhos com a magia do cinema. Em uma viajem frustrada para o Canadá, quando sua família decide mudar da Índia, viajando em um cargueiro com os animais de seu zoológico, Pi sofre um naufrágio perdendo toda sua família.</p>
<p>Em uma luta incessante para sobreviver, o nosso protagonista consegue se salvar momentaneamente em um barco salva-vidas. O mesmo acaba ficando perdido no oceano Pacífico e divide o barco com uma <strong>zebra</strong>, uma <strong>hiena</strong>, um <strong>orangotango</strong> e um <strong>tigre de bengala</strong> chamado <strong>Richard Parker</strong> (<em>nunca me esquecerei desse nome</em>). A maior parte do filme se passa nesse ambiente, e a vida de alguns desses personagens são ceifadas, até restar apenas Pi e Richard Parker e a relação do dois é construída de forma encantadora, oscilando as emoções do telespectador da raiva ao encanto.</p>
<p>No período que Pi passa perdido no Pacífico ele questiona diversas vezes a existência divina e pede sinais dela. Inclusive se pergunta o que ele havia praticado de errado, se ele havia tentado acessar ao divino por diversos caminhos? (<em>algo que muito seres humanos em vida se perguntam</em>) A morte da hiena, da zebra e do orangotango acentuaram suas dúvidas e indagações, tais quais as nossas quando perdemos alguém que amamos. Todavia, alguns episódios no decorrer do seu calvário para sobreviver o levam a crer que o divino existe e que estava interagindo com ele.</p>
<p>A <strong>fotografia</strong> do filme é belíssima, com cenas perfeitas, sendo a mais famosa e elogiada a&nbsp;da piscina mesclada ao céu límpido e azul. Com&nbsp;justiça, a academia premiou o filme&nbsp;nessa categoria e em outras como <strong>Diretor, Efeitos visuais</strong> (muito merecido também) e <strong>trilha sonora</strong>.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-021.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10717 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-021.jpg" alt="Classicos modernos 4 - 02" width="620" height="349" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-021.jpg 620w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-021-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a></p>
<p>Um dos momentos mais especiais do filme é quando Pi narra duas versões dadas a sua sobrevivencia no Pacífico. Uma sendo a já apresentada com os animais, a qual ele diz acreditar que vivenciou. &nbsp;E uma segunda que se encaixa no&nbsp;contexto da modernidade, ou melhor, da racionalidade ao qual nossa sociedade vive, uma versão onde não existem animais selvagens, mas pessoas que em uma situação limite acabam se matando. Versão esta, ideal e aparentemente lógica para os jornalistas que conversam com Pi assim que este foi encontrado e levado ao hospital para sua devida recuperação.</p>
<p>Todavia, a segunda versão em nenhum momento anula a primeira. Estabelecendo-se assim uma tensão onde de um lado temos uma aventura épica e de outro temos uma curiosa história de sobrevivência que é fruto de uma casualidade, o ‘homem religioso’ de um lado e o ‘homem profano e incrédulo’ de outro. E esta tensão permanece e é levada ao escritor quando anos depois Pi relata sua história ao mesmo: Qual versão você escolhe&nbsp;acreditar?</p>
<h2>Por que considerar As Aventuras de Pi um Clássico moderno?</h2>
<p>O filme tem uma das melhores fotografias da história do cinema, sendo pessoalmente específico, A MINHA FAVORITA. Com roteiro magnífico, nos causando uma montanha russa dos mais variados sentimentos. Poucos personagens em tela são capazes de prender nossa atenção e nos presentear com uma relação de amizade construída aos trancos e barrancos e ainda assim, linda! Conforme já citado, considero “Pi” um clássico por abordar questões tão maduras e profundas da humanidade de forma sutil e sem polêmicas, porém o filme não se mostra especial apenas para os adultos que compreenderão essas complexidades, pelo contrario, a fantasia também é um ponto forte e isso o faz ser querido por públicos de todas as idades. As Aventuras de Pi&nbsp;é um filmaço, se você ainda não assistiu, assista e escolha qual história você prefere acreditar, tanto no contexto do filme, quanto na sua VIDA.</p>
<p><strong>Outros dicas de Clássicos Modernos:</strong><br />
<a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 01 – Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</a><br />
<a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/">Clássicos Modernos 02 – Looper – Assassinos do futuro</a><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Classicos-modernos-4-011.jpg"><br />
</a><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clássicos Modernos 03 – Corpo Fechado</a></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channel="onovonerd" data-layout="full" data-theme="dark" data-count="default"></div>
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-04-as-aventuras-de-pi/">Clássicos Modernos 04 | As Aventuras de Pi</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clássicos Modernos 3 &#8211; Corpo Fechado</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 20:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[cinefilo]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos modernos]]></category>
		<category><![CDATA[corpo fechado]]></category>
		<category><![CDATA[filme de super heróis]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[herois]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[ruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Sexto Sentido]]></category>
		<category><![CDATA[Shyamalan]]></category>
		<category><![CDATA[super heróisX herois]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=10509</guid>

					<description><![CDATA[<p>O clássico apresentado agora é um filme incompreendido e injustiçado por muitos, pelo motivo principal de ser o segundo da filmografia do então &#8220;novo&#8221; diretor, que foi alçado ao estrelato após seu primeiro e excelente trabalho, O Sexto Sentido (1999). Em minha opinião Corpo Fechado (Unbreakable, 2000)&#160;conseguiu ser igual, e se tornou&#160;um Clássico Moderno. Se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/">Clássicos Modernos 3 &#8211; Corpo Fechado</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/corpo-fechado.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10515 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/corpo-fechado.jpg" alt="corpo-fechado" width="327" height="450" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/corpo-fechado.jpg 327w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/corpo-fechado-218x300.jpg 218w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/corpo-fechado-300x412.jpg 300w" sizes="(max-width: 327px) 100vw, 327px" /></a>O clássico apresentado agora é um filme incompreendido e injustiçado por muitos, pelo motivo principal de ser o segundo da filmografia do então &#8220;novo&#8221; diretor, que foi alçado ao estrelato após seu primeiro e excelente trabalho, <strong>O Sexto Sentido (1999)</strong>. Em minha opinião <strong>Corpo Fechado</strong> (<em>Unbreakable</em>, <em>2000</em>)&nbsp;conseguiu ser igual, e se tornou&nbsp;um Clássico Moderno. Se você discorda, calma, que eu vou lhe provar o porquê.</p>
<p>Se você é fã de <strong>Nolan, </strong>assim como eu, e acha que ele inventou o conceito de super-heróis embasados na realidade, meus pêsames por te desapontar, mas quem criou esse conceito foi o roteirista, produtor e diretor <strong>M. Night Shyamalan. </strong>É,&nbsp;eu sei que ele fez muita coisa fraca no cinema de uns tempos para cá, talvez você já o tenha riscado da sua lista de diretores interessante, mas a queda da qualidade em suas produções nem de longe foi iniciado em Corpo Fechado.</p>
<p>No filme temos dois protagonistas, os quais são apresentados no inicio do filme. Um deles por meio do nascimento como uma espécie de “erro da natureza” e o outro por meio de acidente terrível de trem, o qual foi o único sobrevivente. Essa sobrevivência não foi milagre ou sorte mas sim, por <strong>David (Bruce Willis)</strong> ser um meta-humano, mutante, &nbsp;ser especial ou como preferir chamar, que tem o dom / habilidade de não se ferir, de ser indestrutível.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-01.jpg"><img decoding="async" class="alignright wp-image-10510 size-medium" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-01-300x188.jpg" alt="Classicos modernos 3 01" width="300" height="188" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-01-300x188.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-01.jpg 656w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Inicialmente o filme não nos garante essa condição de David, mas nos levanta a dúvida se ele tem essas habilidades por meio de <strong>Elijah Price (Samuel L. Jackson)</strong>, o bebê apresentado no início do filme, que é fã de quadrinhos de super-heróis e tem uma grave doença que tornam seus ossos muito frágeis, por isso ele se auto denomina como um erro. É Elijah que irá começar a fazer as perguntas necessárias para o descobrimento de um novo herói e nele, David deposita sua esperança para juntos desvendar este mistério sobre ele mesmo. Se David é indestrutível, Elijah é o seu oposto e essa descoberta é a motivação do personagem de Jackson.</p>
<p>O roteiro é maravilhoso e original. <em>Corpo Fechado</em>&nbsp;agrada pelo seu suspense e pelo final surpreendente (<em>Shyamalan ainda não nos havia saturado com a necessidade de sempre impactar com uma “grande revelação” ao final de seus filmes)</em>. Mas para os expectadores mais exigentes, o roteiro aborda questões existenciais, onsiderações filosóficas e bons diálogos, alguns deles fazendo claras homenagens ao mundo das HQs mostrando sua importância através dos séculos. Por ser fisicamente frágil, mentalmente forte, e buscando em alguém com as respostas para as perguntas mais profundas de sua existência, o personagem de Jackson rende boas questões existenciais, as quais saltam a tela para nós mesmos.</p>
<p>Shyamalan demonstra grande habilidade em inserir o expectador dentro da história. A câmera da impressão de procurar a todo momento um ponto de vista sorrateiro, um olhar bisbilhoteiro, convidando desta forma o público a espiar os eventos do filme, por vezes as cenas são filmada entre objetos, por reflexos, e de baixo para cima. Um ponto valioso da direção em minha opinião, são as cenas de diálogos, onde uma única câmera passeia em closes sem cortes por quem está falando. Isso cria uma sensação incrível de visão real das conversas para nos que assistimos. Essas tomadas são embelezadas com uma trilha sonora lentamente hipnotizante que se agiganta junto com os descobrimentos do personagem principal.&nbsp;O clima de suspense é primoroso, algumas cenas são conduzidas de forma supremamente tensas, causando aquela sensação de incômodo, em que você sente o desejo de ver logo a resolução.</p>
<p>O elenco da produção é ótimo. Bruce Willis está&nbsp;excelente&nbsp;em sua interpretação e consegue mostrar a total infelicidade do seu personagem, desacreditado em seu provável potencial sobre-humano. Afirmo inclusive que Shyamalan é o diretor que melhor dirige Bruce, arrancando sempre o tom certo. Samuel L. Jackson, não fica atrás, faz um papel esquisito e um personagem estranho. Por alguns momentos, louco, pois convive constantemente com pesadelos mesclado a fantasias de HQs, HQs as quais deram sentido a vida do personagem.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-02.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="wp-image-10511 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-02.jpg" alt="Classicos modernos 3 02" width="550" height="355" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-02.jpg 908w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Classicos-modernos-3-02-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></a></p>
<p>Vale ressaltar o clima de “fatos reais” que o filme tem. Números verídicos da venda de quadrinhos citados no início do filme, e as frases ditas no presente sobre o que aconteceu com os personagens ao final da projeção, torna o filme psicologicamente arrebatador para os desinformados, que chegam a acreditar que aquilo realmente aconteceu, e levanta um leve dúvida até naqueles mais cinéfilos. Isso te leva a ficar mastigando o filme horas depois do seu fim.</p>
<h2>Por que considerar Corpo Fechado um clássico moderno?</h2>
<p>Por que com a masturbação de filmes de super heróis que a indústria produz, esse consegue ser o mais embasado na realidade, nos passando de uma forma crível como seria ter habilidades de ser um super-herói e ter um arque-inimigo. Esse é um filme que cresce em seu conceito pessoal quando é revisto e tenho certeza que se tornará essencial na sua lista nerd de filmes de “heróis”. Shyamalan cometeu muitos deslizes em sua filmografia, mas aqui ainda temos um belo exemplar de como se fazer cinema originalmente marcante misturando ação, suspense e realismo em um gênero que tanto amamos e que lotam os cinemas. Se você é nerd e fissurado pelos filmes de combatentes de crimes, alienígenas super poderosos ou vigilantes atuais, e principalmente fãs da nona arte, Corpo Fechado é obrigatório, pois ele é um hino de glória realista a esse universo.</p>
<p>Outros dicas de Clássicos Modernos:</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Classicos Modernos 01 – Brilho eterno de Uma Mente Sem Lembranças</strong></a></p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Classicos Modernos 02 – Looper</strong><strong> – Assassinos do futuro</strong></a></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channel="onovonerd" data-layout="full" data-theme="dark" data-count="default"></div>
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-3-corpo-fechado/">Clássicos Modernos 3 &#8211; Corpo Fechado</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Classicos Modernos 02 &#124; Looper &#8211; Assassinos do Futuro</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[assassinos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[classicos]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos modernos]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[Looper]]></category>
		<category><![CDATA[novonerd]]></category>
		<category><![CDATA[Rian Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem no tempo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=10187</guid>

					<description><![CDATA[<p>Essa coluna mensal tem como objetivo apresentar ao público filmes contemporâneos, que apesar de recentes, contem qualidades e peculiaridades que o elevam para o patamar de um “clássico”, um filme que por mais que o tempo tente, nunca será possível apagá-lo da história do cinema. O clássico desse mês é Looper – Assassinos do futuro. Só [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/">Classicos Modernos 02 | Looper &#8211; Assassinos do Futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10191" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster.jpg" alt="Classicos modernos 2.poster" width="460" height="650" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster.jpg 760w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster-212x300.jpg 212w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster-724x1024.jpg 724w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.poster-300x423.jpg 300w" sizes="(max-width: 460px) 100vw, 460px" /></a>Essa coluna mensal tem como objetivo apresentar ao público filmes contemporâneos, que apesar de recentes, contem qualidades e peculiaridades que o elevam para o patamar de um “clássico”, um filme que por mais que o tempo tente, nunca será possível apagá-lo da história do cinema.</p>
<p>O clássico desse mês é <strong>Looper – Assassinos do futuro</strong>. Só agora, ao rever o filme para escrever essa review que me dei conta de que o escritor e diretor dele é o mesmo que roteirizou e atualmente dirige <strong>Star Wars Episódio VIII</strong>, <strong>Rian Johnson</strong>. Isso me faz feliz, pois percebo que a Saga que amamos está em boas mãos, assim como esteve sob o comando de <strong>J. J. Abrans</strong>.</p>
<p>Pois bem, Looper é ficção científica na veia, como há muito tempo não se via no cinema! O filme começa em 2072, um futuro nem tão distópico e não tão utópico. As viagens no tempo ainda não foram inventadas, porém trinta anos a frente elas serão, e os mafiosos de 2102, usarão dessa tecnologia que será terminantemente proibida, para apagar da sua linha temporal aqueles os quais eles querem eliminar. Como é feito esse processo? A vitima é enviada para 2072, para um lugar especifico e no exato momento que ela &#8220;aterrissa&#8221; no “presente” é morta por um LOOPER, um assassino contratado para fazer esse disparo mortal e desovar o corpo.</p>
<p>Mas, devido a viagem no tempo ser ilegal no “futuro”, não pode restar vestígios de sua utilização, então até mesmo o Looper será eliminado 30 anos a frente sendo enviado para o “presente” para ser morto por ele mesmo. Quando isso acontece, o assassino ganha uma grande cifra em dinheiro para aproveitar os seus já determinados 30 anos restantes de vida.</p>
<p>Mas e se ele hesitasse em matar ele mesmo, e a sua versão do futuro fugisse? Que consequências isso traria para o universo? Que motivações guiariam alguém que viu o futuro? É a partir daí que o filme embala em uma montanha russa de acontecimentos. Descrever o plot do longa é uma tarefa difícil, e o resultado é um pouco confuso, mas em tela não, pois tudo isso é mostrado de forma objetiva e simples, por meio de uma excelente edição e montagem.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.2.jpg" target="_blank"><img decoding="async" class="wp-image-10193 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.2.jpg" alt="Classicos modernos 2.2" width="650" height="283" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.2.jpg 859w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.2-300x130.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a></p>
<p>Deu pra ver o nível de Sy-fy não é? E não para por aí, o universo peculiar criado por Johnson tem suas próprias drogas, veículos, armas e o melhor, habilidades especiais como a telecinesia, a qual rende algumas das melhores cenas do filme.</p>
<p>Alguns efeitos especiais são bons, e outros nem tanto, mas tenho a impressão que estes foram feitos com pouco esmero para dar a cara de “Filme B”, e sabe de uma coisa? Nem precisava ser super produzido, o melhor é sua história original e sobre tudo DESCOMPLICADA, comparado a filmes de temática parecida. Em Looper as viagens no tempo não dão um nó no nosso cérebro, nem tem o objetivo de nos fazer montar um quebra-cabeça, com possibilidades, incoerências, teorias do caos e efeito borboleta, pelo contrário, a mitologia própria do filme é explicada, de forma não didática, mas de fácil compreensão. E esse é um dos grandes trunfos do longa, ele esconde de forma proposital muitas das informações, entregando apenas o suficiente para se entender o que está acontecendo, fazendo com que a experiência vá além do que está sendo visto, deixando um espaço para nossa imaginação interpretar e completar.</p>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.1.jpg" target="_blank"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10190 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.1.jpg" alt="Classicos modernos 2.1" width="600" height="251" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.1.jpg 600w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Classicos-modernos-2.1-300x125.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O filme é protagonizado por <strong>Joseph-Gordon Levitt (Joe)</strong> com maquiagem que altera parte do seu rosto tentando-o fazer ficar parecido com <strong>Bruce Willis</strong> que vive Joe 30 anos depois, e por <strong>Emily Blunt, </strong>presença feminina marcante para a trama. A falta de expressões faciais de Joseph não compromete. Bruce faz o trabalho, inclusive os melhores diálogos do filme são os entre <strong><em>Joe e Joe</em></strong> (<em>o do presente e o do futuro</em>), e uma das minhas partes favoritas é quando vemos a mesma cena sendo assistida pelo ponto de vista de cada um. As cenas de ação são muitas e viscerais, o filme não tem medo da censura e abusa do sangue (<em>há inclusive cena com um que de horror, onde uma criança fica com o rosto ensaguentado, visualmente marcante e penosa</em>).</p>
<p><strong>Por que considerar Looper Assassinos do Futuro um clássico moderno?</strong> Por que sua história emerge com mais importância do que qualquer efeito especial. E com alto grau de inteligência e imprevisibilidade, coisa rara em Hollywood. O filme é certeiro em misturar uma série de elementos como, viagem no tempo (<em>sem serem confusas</em>), matadores de aluguel, habilidades paranormais e máfia em um único contexto. O resultado é uma obra magnífica de pura ficção científica para levar qualquer nerd ao delírio.</p>
<p>Assista Looper sem procurar base cientifica, embasamento na realidade, ou coerências sobre como o futuro seria afetado. O filme não tem a intenção de ser um marco na roteirização do que a ciência já teorizou sobre viagens no tempo. Aceite a simplicidade desse universo, suas leis e tecnologias, pois assim, o filme explodirá sua cabeça como explodiu a minha.<br /> Outros dicas de Clássicos Modernos:</p>
<p><strong><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/">Classicos Modernos 01 – Brilho eterno de Uma Mente Sem Lembranças</a></strong></p>
<div class="g-ytsubscribe"> </div>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-02-looper-assassinos-do-futuro/">Classicos Modernos 02 | Looper &#8211; Assassinos do Futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que esperar da saga A Torre Negra?</title>
		<link>https://u42.com.br/o-que-esperar-da-saga-a-torre-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 20:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[A Torre Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[épico]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Médio]]></category>
		<category><![CDATA[O pistoleiro]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Deschain]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Negra]]></category>
		<category><![CDATA[western]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=9914</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Primeiro vem os sorrisos, depois as mentiras, por último o tiroteio.” – Roland Deschain O que esperar de uma saga onde western, ficção científica, fantasia, terror, ação, romance, drama e tantas outras vertentes se misturam? Você diria que algo assim beiraria a perfeição, correto? Pois é, e beira mesmo. E não à toa, essa obra [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/o-que-esperar-da-saga-a-torre-negra/">O que esperar da saga A Torre Negra?</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/NerdView-A-torre-Negra-Julio-G.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="wp-image-9917 aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/NerdView-A-torre-Negra-Julio-G.jpg" alt="NerdView - A torre Negra - Julio G" width="650" height="181" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/NerdView-A-torre-Negra-Julio-G.jpg 1920w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/NerdView-A-torre-Negra-Julio-G-300x83.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/NerdView-A-torre-Negra-Julio-G-1024x285.jpg 1024w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong>“Primeiro vem os sorrisos, depois as mentiras, por último o tiroteio.” – Roland Deschain</strong></p>
<p>O que esperar de uma saga onde western, ficção científica, fantasia, terror, ação, romance, drama e tantas outras vertentes se misturam? Você diria que algo assim beiraria a perfeição, correto? Pois é, e beira mesmo. E não à toa, essa obra que levou 33 anos para ser concluída é considerada a <em><strong>Magnum Opus</strong></em> de <strong>Stephen King</strong>, que por sinal só resolveu concluí-la depois de sofrer um trágico acidente que quase tirou sua vida.</p>
<p>Aviso de antemão que não é uma saga onde irá&nbsp;chover balas, tripas e cérebros em meio a tiroteios, batalhas e cenas de ação grandiosas. A história tem seus momentos de ação, os quais embora poucos, são muito bons e bem descritos, e nesse quesito King soube dosar o ritmo muito bem. Como já mencionado, é uma saga onde se tem uma mistura de estilos, e o leitor apreciará todos eles. Mas vamos ao que interessa: o que afinal é essa tal Torre Negra?</p>
<p><strong><em>Roland Deschain</em></strong> é o último pistoleiro de uma linhagem importante que vive no Mundo Médio (<em>referência clara a Tolkien</em>), universo paralelo ao nosso, onde tudo está envelhecendo e deixando de existir ou “seguindo adiante”, e com isso ele sai em uma odisseia em busca da mítica Torre Negra, lugar ou objeto de sua obsessão. Obsessão a qual o deixa&nbsp;disposto a sacrificar o que for preciso para encontrá-la. No caminho ele conhecerá e recrutará pessoas de outros mundos, que o ajudarão nessa busca. Roland é um personagem incrível, bem construído, destemido, obstinado, implacável, tem um sentido aguçado e é muito inteligente. É acima de tudo mortífero, com seus dedos ágeis acionando os gatilhos de seus revólveres aliado a sua mira certeira o tornam uma verdadeira máquina de matar. Empolgante e cativante, Roland é tão mortal com suas pistolas que nos faz enxergar grandes pistoleiros da cultura pop como <em><strong>O&nbsp;Pistoleiro Sem Nome</strong></em> (<em>Clint Eastwood</em> em <em>Por uns dólares a mais)<strong>, Butch Cassidy </strong></em>e<em><strong> Sundance Kid </strong></em>(<em>Paul Newman e Robert Redford em Butch Cassidy<strong>) </strong></em>como meros <em>Padawans, </em>e Roland um verdadeiro<em> Mestre Jedi. </em>Até<strong> Chuck Norris</strong> é fichinha perto dele (quer dizer, pensando bem Chuck Norris não&#8230; mas os outros sim, kkkkkk<i>).</i>&nbsp;Roland não é um bom moço, é frio e calculista, disposto a passar por cima de tudo que se meter no seu caminho e de seus objetivos, sendo o o maior deles, A Torre. E com todos os adjetivos já citados e habilidades no “chumbo” sem igual, isso será tarefa fácil.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9924" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pistoleiro.jpg" alt="pistoleiro" width="150" height="221" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pistoleiro.jpg 339w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pistoleiro-203x300.jpg 203w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pistoleiro-300x442.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Primeiro livro da série, <strong>O&nbsp;Pistoleiro</strong>, é maçante e demora pra embalar. Se passa num deserto onde Roland persegue o Homem de Preto, um ser que ele acredita saber a localização da Torre, e é onde também conhecerá Jake Chambers, um garoto que fará parte de seu futuro Ka-Tet (<em>grupo de pessoas ligadas pelo destino</em>). Como livro que dá origem da saga, posso dizer que é um livro “difícil” de ler, a qualidade dele não reflete a dos próximos volumes. Então digo a você que ao se&nbsp;deparar com alguma dificuldade em terminar ou até mesmo continuar a leitura de <strong>O Pistoleiro</strong>, não desanime e não desista de acompanhar Roland em sua busca, você não se arrependerá. O amadurecimento na escrita, história e criatividade de Stephen King é notório nos volumes seguintes de sua obra prima e a série ganhará facetas épicas e personagens inesquecíveis a cada capítulo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-9928" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/361-654206-0-5-a-escolha-dos-tres-vol-3-colecao-a-torre-negra-cópia.jpg" alt="361-654206-0-5-a-escolha-dos-tres-vol-3-colecao-a-torre-negra cópia" width="150" height="197" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/361-654206-0-5-a-escolha-dos-tres-vol-3-colecao-a-torre-negra-cópia.jpg 304w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/361-654206-0-5-a-escolha-dos-tres-vol-3-colecao-a-torre-negra-cópia-228x300.jpg 228w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/361-654206-0-5-a-escolha-dos-tres-vol-3-colecao-a-torre-negra-cópia-300x393.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><strong>A Escolha dos Três</strong>&nbsp;é muito melhor que o primeiro e um dos melhores da saga, mostra como Roland recrutará as pessoas que farão parte de seu Ka-Tet e o ajudarão na busca. Por meio de portas que aparecem numa praia do mar ocidental, o pistoleiro atravessa para a Nova York em nosso mundo em três linhas do tempo diferentes: 1987, 1960 e 1977, respectivamente. Na primeira delas ele conhecerá “O Prisioneiro” (<em>um viciado em heroína</em>). Na segunda se deparará com “A dama das Sombras” (<em>uma negra ativista do movimento pelos direitos civis dos negros</em>). Na terceira e última porta encontrará “A Morte” (???). Neste volume da saga, Stephen King mostra o quão grandiosa é a sua criatividade e a exercita de maneira formidável. Em alguns momentos nos perguntamos, “<em>Como esse cara imaginou isso?</em>”, essa pergunta retórica será repetitiva, e surgirá por toda a leitura.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9920 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/30177243.jpg" alt="30177243" width="128" height="183"><strong>As Terras Devastadas</strong>&nbsp;começa numa floresta meses depois da escolha dos três, onde Roland e seus novos companheiros enfrentam uma grande ameaça, um dos guardiões dos 12 portais, que levam para dentro e para fora do Mundo Médio&nbsp;e são unidos por seis Feixes de Luz, algo importantíssimo para saga. E é aí que a mitologia de A Torre Negra é apresentada de forma mais clara e o Mundo Médio ganha suas peculiaridades e facetas únicas dentro&nbsp;da fantasia literária. Ainda nesse livro outros desafios e alegrias para o coração do pistoleiro o aguardam na sua busca.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-9925" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/torre_negra_04-mago_e_vidro-stephen_king-livrosgratis_net.jpg" alt="torre_negra_04-mago_e_vidro-stephen_king-livrosgratis_net" width="150" height="213" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/torre_negra_04-mago_e_vidro-stephen_king-livrosgratis_net.jpg 379w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/torre_negra_04-mago_e_vidro-stephen_king-livrosgratis_net-210x300.jpg 210w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/torre_negra_04-mago_e_vidro-stephen_king-livrosgratis_net-300x426.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O quarto e melhor de todos em minha opinião, <strong>Mago e Vidro</strong>&nbsp;nos mostra Roland depois de seu teste de maturidade, quando ainda adolescente, é enviado a Mejis por seu pai com seus dois melhores amigos Alain Johns e Cuthbert Allgood <em>excelentes personagens responsáveis por ótimas cenas e diálogos marcantes</em>), no intuito de protege-los da guerra iminente. Nesta obra também nos é apresentado o romance de Roland e Susan Delgado, e também o que o tornou um pistoleiro tão obstinado e escravo do Ka (<em>Destino</em>). Todo o romance é bem construído por King e não acontece “a primeira vista”, e o enlouquecedor amor entre os dois surge pouco a pouco e nos conquista arrebatadoramente fazendo-nos torcer por um “felizes para sempre”. Esse é o livro mais ágil da saga, apesar de King ter uma escrita às vezes maçante, é o responsável por me transformar num&nbsp;fã da saga e devorar os títulos seguintes de forma ativa e incansável.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9923" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/lobos-de-calla.jpg" alt="lobos-de-calla" width="150" height="233" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/lobos-de-calla.jpg 330w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/lobos-de-calla-193x300.jpg 193w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/lobos-de-calla-300x465.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><strong>Lobos de Calla&nbsp;</strong>é o mais western de todos, qualquer semelhança com Sete Homens e um Destino não é mera coincidência. King como fã desse filme e do gênero em si, fez um livro com essas características, porém acrescentou o que ele mais sabe fazer, o terror. Mas neste volume, ele também começa a criar seu mosaico da cultura pop contemporânea, desde citações a Harry Potter à introdução de personagens de outros livros de sua própria autoria, um exemplo é o Padre Callahan, personagem do livro A Hora do Vampiro. Com Roland mais mortal do que nunca, esse livro nos traz um clímax excelente pra nenhum fã de western colocar defeito. Enfim, não tão bom quanto Mago e Vidro, mas um ótimo livro e com um acréscimo importante pra saga e sua grande mitologia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-9922" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/canc3a7c3a3o-susannah.jpg" alt="canc3a7c3a3o-susannah" width="150" height="216" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/canc3a7c3a3o-susannah.jpg 240w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/canc3a7c3a3o-susannah-208x300.jpg 208w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em <strong>A Canção de Susannah</strong>, penúltimo capítulo dessa magnífica obra, temos um livro bem corrido (<em>ou eu já estava tão apaixonado pela saga que nem me dei conta que tava lendo absurdamente rápido</em>) algo raro nos livros de King. Aqui o desfecho de tudo é iniciado, com boas doses de ação e muito mais terror que nos outros.&nbsp; A fantasia e ficção também tem seu lugar reservado e as aventuras no Mundo Médio estão a mil por hora.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9926" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/uma-nota-errada.jpg" alt="uma-nota-errada" width="150" height="216">Enfim, O Fim. <strong>A Torre Negra </strong>traz os pingos que faltavam nos “Is”, as respostas a todas as questões levantadas ao longo da série, e com certeza você ficará satisfeito com elas, certo? ERRADO!!! As opiniões divergem, ele é um excelente livro, nesta conclusão King reúne todas as qualidades que vimos nos livros anteriores, e mescla em um único volume, mas se for para apontar um contra do livro, digo ser a falta de ação e batalhas no fim. Até contém essas cenas, e vemos Roland usando suas habilidades de forma formidável, mas um pouco mais disso deixaria a conclusão da busca pela Torre ainda mais grandiosa.. Muitas explicações são dadas e o calvário do Pistoleiro definitivamente chega ao fim. Não quero entrar em muitos detalhes para não estragar nenhuma surpresa, tenho algumas ressalvas para com a conclusão da busca de Roland e seu ka-Tet, porém não há como citá-los sem dar spoilers. São meros detalhes aos quais eu desejaria e esperava que fossem diferentes, e você leitor sabe, que&nbsp;nem sempre em filmes, livros e principalmente na vida, as coisas acabam como gostaríamos que acabasse. Isso não desmerece em nada A Torre Negra, pois uma coisa é inegável e clara por toda a leitura, King é um Gênio!</p>
<p>E ninguém, muito menos nós meros mortais diremos o contrário, a sua originalidade é elogiável e foi o que mais gostei nele e em sua obra. Quando fui chegando nas últimas páginas, as lágrimas já enchiam os olhos e meu coração diminuía ao tamanho de uma ervilha, por imaginar que estava me despedindo de amigos “reais”, que tantas boas emoções me proporcionaram.</p>
<p>Enfim, eu só tenho a agradecer a King por esse presente, por me dar a chance de ler algo tão mágico e tangente quanto A Torre Negra, uma saga que soube misturar fantasia e dramas tão comuns, como amizade, amor, lealdade, desavenças, respeito e até a relação familiar, mas que ao mesmo tempo apresenta um trapalhão falante (animal fictício), arco-íris de Merlin(esferas mágicas), Arthur Eld (Rei Arthur), entre tantas outras coisas.</p>
<p>Posso apontar vários prós pra essa saga, como a mistura de gêneros, as referências a cultura pop, as reflexões sobre a amizade, onde a obsessão pode nos levar, etc. Mas tem alguns contras também, o maior deles é a escrita amarrada e até algumas vezes maçante. Claro que você terá suas opiniões, e eu quero ouvi-las. Meu conselho final é que quem quiser ler, que o faça e não irá se arrepender, muito pelo contrário, se juntará a mim como fã de A Torre Negra. A figura de Roland Deschain marcará sua vida, e você jamais se esquecerá da face dele.<br />
<script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channel="onovonerd" data-layout="full" data-theme="dark" data-count="default"></div>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/o-que-esperar-da-saga-a-torre-negra/">O que esperar da saga A Torre Negra?</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clássicos Modernos &#124; O Brilho Eterno de Uma Mente Sem lembranças</title>
		<link>https://u42.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 18:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[brilho eterno]]></category>
		<category><![CDATA[classicos]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos comteporaneos]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos modernos]]></category>
		<category><![CDATA[classicosmodernos]]></category>
		<category><![CDATA[decepção]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[jim carey]]></category>
		<category><![CDATA[kate winslate]]></category>
		<category><![CDATA[Kaufman]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[novonerd]]></category>
		<category><![CDATA[ódio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=9907</guid>

					<description><![CDATA[<p> Já sentiu a devastadora dor de uma decepção amorosa? Talvez muitos dos que estão lendo esse texto, respondam com um pesaroso “Sim”, mas até mesmo os que respondem de forma negativa, podem imaginar o quão dolorosa é a dor da perda. Essa dor te faz querer esquecer tudo de bom que já foi vivido. Esse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/">Clássicos Modernos | O Brilho Eterno de Uma Mente Sem lembranças</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channel="onovonerd" data-layout="full" data-theme="dark" data-count="default"></div>
<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/classicos-modernos-01.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9909 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/classicos-modernos-01.1.jpg" alt="classicos modernos-01.1" width="220" height="283" /></a> Já sentiu a devastadora dor de uma decepção amorosa? Talvez muitos dos que estão lendo esse texto, respondam com um pesaroso “<em><strong>Sim</strong></em>”, mas até mesmo os que respondem de forma negativa, podem imaginar o quão dolorosa é a dor da perda. Essa dor te faz querer esquecer tudo de bom que já foi vivido. Esse é o plot principal desse clássico moderno, <strong>ganhador</strong> incontestável <strong>do Oscar de melhor Roteiro Original.</strong> Em<strong> Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004) Joel (</strong><em>Jim Carey</em><strong>)</strong> é um cara inseguro, introspectivo e carente, que ao cruzar o olhar com <strong>Clementine (</strong><em>Kate Winslet</em><strong>)</strong> se apaixona e se torna alguém mais social devido à personalidade extrovertida da sua amada. Mas como na maioria de vários dos nossos relacionamentos ao longo da vida, os espinhos da personalidade do nosso amor, nos espetam a ponto de não suportamos e o que eram belos momentos se tornam uma terrível imensidão de lagrimas e depressão. As divergências tornam-se insustentáveis e põem fim ao relacionamento do casal principal, assim como põem fim a muito dos nossos amores. Clementine então decide se submeter a uma cirurgia que apaga as lembranças dolorosas (<em>outrora boas</em>) do ex-namorado. Ao descobrir, Joel decide passar pelo mesmo processo para excluí-la de sua mente. E é aí que o filme se torna único, pois durante a cirurgia, enquanto uma a uma, as lembranças são apagadas, ele percebe que não quer esquecê-la e começa a fazer de tudo para salvá-la em sua memória, tentando de todas as formas escondê-la em algum lugar na sua própria mente. O grande nome por trás do filme é <strong>Charlie Kaufman</strong>, o impressionante roteirista que tem no currículo os roteiros de <strong>Quero ser John Malkovich</strong> e <strong>Adaptação</strong>. Seu roteiro consegue de forma não linear, mostrar de forma singela muitos dos questionamentos enraizados na vida do ser humano, como a necessidade de amar e ser amado e como lidamos com a perda e o fim desse grande e dominador sentimento. Mas os elogios não devem ser destinados apenas ao roteiro, mas também a direção do não tão conhecido <strong>Michel Gondry</strong>. A cenas das memórias são de uma criatividade surrealista impressionante (<em>com atenções especiais para a cena da mesa</em>). Todas as cenas que representam as lembranças sendo acessadas e esquecidas nos dão a sensação de que realmente seria daquela forma, viajar por nossas próprias memórias. A fotografia do filme também é memorável, com a câmera sendo usada de formas várias durante toda a projeção. Ao final do filme, além de algumas reviravoltas percebemos uma grande realidade em nossa vida: “<strong>a dor precisa ser sentida</strong>”, pois todos os momentos que vivemos, sejam bons ou ruins, constroem a nossa personalidade e devem ser aceitos e superados para o bem e crescimento pessoal.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9908 " src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/classicos-modernos-01-300x85.jpg" alt="classicos modernos-01" width="346" height="98" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/classicos-modernos-01-300x85.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/classicos-modernos-01.jpg 697w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /> Quanto às atuações, os atores abriram mão de seus cachês dignos de estrelas hollywoodianas e aceitaram receber bem menos <em>(o orçamento ficou em torno dos 20 milhões</em>), possivelmente acreditando no roteiro poderoso que tinham em mãos. Dá para perceber o quanto eles se empenharam para realizá-lo e eternizá-lo. Kate Winslet está incrível, uma ressalva para a cor do seu cabelo, que muda durante todo o filme e que nos ajuda a perceber a ordem dos acontecimentos (<strong><em>show!</em></strong>), já que conforme já citado o filme é não linear. Mas quem chama a atenção e recebe todos os aplausos possíveis é Jim Carey, que oferece a melhor interpretação de sua carreira, superior  àquelas dos excelentes <strong>O Mundo de Andy</strong> e <strong>O Show de Truman</strong>. Carey é um dos melhores atores da indústria em atividade, porém, o não reconhecimento ao seu talento dramático talvez o desestimule e o faça não desempenhar mais vezes papéis assim, o que é uma pena. <strong> Por que considerar O BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS</strong> <strong>um clássico contemporâneo?</strong> Por que poucas vezes no cinema, o amor e a dor da perda, foram tratados de forma tão perfeita, mesclando comédia, romance, drama e o mais legal, ficção científica. Outro grande motivo, se não o principal, é que leva-se anos para uma mente humana imperfeita criar uma historia única, original e criativa, tão bem amarrada e executada quanto a história criada por Kaufman. Tenho certeza que aqueles que assistiram jamais se esqueceram desse filme, e mesmo que tentassem esquecer, se arrependeriam. Ele merece ser guardado nas entranhas mais longínquas da nossa mente, assim como um grande amor perdido, para que nunca em hipótese alguma, deixe de ser lembrado.<script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script></p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/classicos-modernos-o-brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/">Clássicos Modernos | O Brilho Eterno de Uma Mente Sem lembranças</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expectativas para o Oscar 2016</title>
		<link>https://u42.com.br/expectativas-para-o-oscar-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 19:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes & TV]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[cinefilo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[novonerd]]></category>
		<category><![CDATA[o regresso]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar2016]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[spike lee]]></category>
		<category><![CDATA[will smith]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://novonerd.xpg.uol.com.br/?p=9870</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nunca antes na história o maior prêmio da indústria cinematográfica esteve tão rodeado de polêmicas e incertezas. No decorrer dos anos, a entrega do Academy Awards, o Oscar, perdeu gradativamente audiência e principalmente seu prestígio. Mas nesse ano as proporções de repúdio e indignação do público e de pessoas diretamente envolvidas na indústria tomaram proporções [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/expectativas-para-o-oscar-2016/">Expectativas para o Oscar 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-premio.jpg" target="_blank"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9877 " src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-premio-1024x320.jpg" alt="oscar premio" width="626" height="195" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-premio-1024x320.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-premio-300x93.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-premio.jpg 1280w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></a></p>
<p>Nunca antes na história o maior prêmio da indústria cinematográfica esteve tão rodeado de polêmicas e incertezas. No decorrer dos anos, a entrega do Academy Awards, o Oscar, perdeu gradativamente audiência e principalmente seu prestígio. Mas nesse ano as proporções de repúdio e indignação do público e de pessoas diretamente envolvidas na indústria tomaram proporções alarmantes.</p>
<p>O “<strong><em>boicote ao Oscar</em></strong>” surgiu e ameaçou o brilho tal como nunca antes na história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Desencadeado por <strong>Spike Lee</strong> (<em>diretor problemático diga-se de passagem</em>), alguns artistas anunciaram a sua ausência ao prêmio em repúdio ao segundo ano consecutivo sem negros nas categorias principais. <strong>Will Smith</strong> (<em>ignorado pela sua excelente atuação em Concussion</em>) faz parte das prováveis grandes ausências. As polêmicas e as ameaças deram resultado, e a Academia (composta em maioria por homens brancos nos seus 60 anos) se movimentou por  mudanças.</p>
<p>Considero que o Oscar merecia um boicote não pelo “racismo”, se é que ele existe, mas sim pela necessidade em sempre premiar o filme “diferente”, o filme “arte”, “homenagem a indústria” ou o “abstrato”. Resumindo, aquele “Filme Oscar” e deixa de premiar o filme que realmente agradou as massas e a crítica. Em 2003 foi com Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei, em que esse paradigma temporariamente teve fim. Mas de lá pra cá, filmes que ninguém se lembra, venceram o prêmio máximo da indústria como <strong>Crash</strong> (<em>2005, alguém lembra desse filme?</em>), <strong>Guerra ao Terror</strong> (<em>2009, isso mesmo é aquele filme que ganhou do Avatar de James Cameron</em>), <strong>O Discurso do Rei</strong> (2010) e <strong>O Artista</strong> (2011, sem comentários). No decorrer dos últimos anos muitos outros filmes &#8220;Oscarizáveis&#8221; também venceram, mais não vale citar pois esses outros são realmente bons, mas, filmes que levaram muitos ao cinema não foram mais vencedores. Contudo, esse ano a coisa pode ser diferente, vamos então analisar algumas das categorias principais e palpitar:</p>
<p>Começando por <strong>Melhor Ator Coadjuvante</strong>, temos a primeira unanimidade. Pessoal, se a Academia não quiser receber mais tomates ainda, ela tem que dar esse Oscar para <strong>Stallone</strong>. Não que a sua atuação foi a melhor de todas, mas foi na medida certa, do jeito certo, no tom certo e nos emocionou. Acima de tudo o cara merece pela sua contribuição a indústria e por dificilmente ele ser indicado novamente. Pelo que se pode notar na internet e em meios de comunicação, “todos” torcem pelo velhinho Sylvester e o Oscar tem chance de agradar a audiência cinéfila.</p>
<p>A outra unanimidade é na categoria de <strong>Melhor Anima</strong><strong>çã</strong><strong>o.</strong> <strong>Divertidamente</strong> é ESPETACULAR, e deve abocanhar outro prêmio, o de <strong>Melhor Roteiro original</strong>, por seu plot e seu desenvolvimento criativo, marcante e emocionante (obrigado mais uma vez Pixar).</p>
<p>Na categoria de <strong>Melhores Efeitos Visuais</strong>, uma grande incerteza. Falando sobre CGI, dizem que um efeito especial é bom quando você não sabe que ele é digital, e se considerarmos isso <strong>O Regresso</strong> tira nota 10 em sua épica, inesquecível e famosa cena de ataque de urso. Porém vale lembrar dos efeitos práticos magistrais de <strong>Mad Max &#8211; Estrada da F</strong><strong>ú</strong><strong>ria</strong>. E aí Academia CGI ou Efeitos Práticos?</p>
<p>Uma das categorias mais aguardadas da noite, <strong>Melhor Atriz Codjuvante</strong>, eu cravo com total certeza “<em><strong>Alicia Vikander</strong></em> vai ganhar!” por <strong>A Garota Dinamarquesa</strong>, por várias vezes ela consegue ofuscar Eddie Redmayne e isso deveria ser algo extremamente difícil se considerarmos o alto nível de atuação do Ruivo.</p>
<p><strong>O Regresso</strong> e <strong>MAD MAX</strong> devem travar uma boa disputa por todas as categorias técnicas, e seus respectivos condutores/criadores travarão um disputa entre eles principalmente na categoria de <strong>Melhor Diretor</strong>. <strong>George Miller</strong> vem forte por todas as qualidades incríveis de seu filme as quais nem daria para citá-las nesse texto. Duvido um pouco que a academia consagre <strong>Iñárritu</strong> pelo segundo ano consecutivo, mas seu filme foi talvez o mais difícil de ser feito e isso o faz ser merecedor.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9876" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/descarga-300x110.jpg" alt="descarga" width="545" height="175" /></p>
<p>Na categoria de <strong>Melhor Atriz</strong>, eu cravo outro palpite: “<em><strong>Brie Larson</strong></em> vai ganhar o Oscar” ela ARREBENTA em O quarto de Jack e soca o nosso estômago com uma atuação marcante, nos passando todas as conflitantes emoções que a sua personagem enfrenta&#8230; Olha&#8230; Só de lembrar&#8230; Pouts!&#8230; FILMAÇO!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9875" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/02/17932552-300x97.jpg" alt="17932552" width="569" height="184" /></p>
<p>Por incrível que pareça, levando em conta o burburinho gerado, a categoria mais aguardada do Oscar 2016, não é a de Melhor Filme, e sim a de <strong>Melhor Ator</strong>. Com sua 5° Indicação, dessa vez todos concordam, aceitam e torcem, pela consagração ainda que tardia de <strong>Leonardo Dicaprio</strong> (<em>deveria ter ganho desde Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador 1993</em>). Não acho que esse seja seu melhor trabalho, gosto muito mais de sua atuação escrachada e única de <strong>O Lobo de Wall Street</strong> de 2014. Mas levando em conta os concorrentes chegou o ano dele. Se a academia não premiá-lo receberão mais tomates ainda.</p>
<p>Por fim a melhor fatia do bolo, o Oscar de <strong>Melhor Filme</strong>. Talvez <strong>O Regresso</strong> desponte como leve favorito, mas o filme não foi unanimidade entre os críticos e nem pelo público, diferentemente de <strong>MAD MAX</strong>, sucesso avassalador de crítica e aprovação do público geral. <strong>O Quarto de Jack </strong>é um filme pequeno, não acredito que tem peso, <strong>Spotlight</strong> é um filme de tema polêmico, elenco estrelado, mas facilmente esquecível. Então eu acredito e torço pra que esse ano, mais uma vez como em 2003 um Blockbuster ganhe o maior prêmio da noite, e George Miller vai se sair consagrado pela sua Obra Prima um verdadeiro clássico moderno.</p>
<p>Em 28 de fevereiro iremos descobrir se as mudanças realmente começam a acontecer e se a Academia vai realmente agradar a audiência, ou o seu ego, se ela nos fará felizes e realizados ou se continuarão indo contra a maré e gosto geral da nação.</p>
<p>O post <a href="https://u42.com.br/expectativas-para-o-oscar-2016/">Expectativas para o Oscar 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://u42.com.br">Universo 42</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
