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	<title>Analuísa Bessa, Autor em Universo 42</title>
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	<description>Salvando sua vida do tédio moderno</description>
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		<title>Em Ritmo de Fuga: Carros, Música, Ação – a melhor combinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 18:54:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na sexta-feira, tive o prazer de comparecer à cabine de imprensa do filme &#8220;Em Ritmo de Fuga&#8221;. Amante de carros desde jovem, embora não seja lá uma autogeek, eu já imaginava o que encontraria pela frente. O trailer de Em Ritmo de Fuga representa muito bem o que a história tem a oferecer: carros, música [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta-feira, tive o prazer de comparecer à cabine de imprensa do filme &#8220;Em Ritmo de Fuga&#8221;. Amante de carros desde jovem, embora não seja lá uma autogeek, eu já imaginava o que encontraria pela frente. O trailer de Em Ritmo de Fuga representa muito bem o que a história tem a oferecer: <strong>carros, música e ação. A melhor combinação.</strong></p>
<p>Mal sabia eu que a parada é muito mais intensa do que o trailer retrata. Vou quebrar cada um desses elementos pra você entender melhor o que quero dizer.</p>
<div id="attachment_14810" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-dá-o-play.gif"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14810" class="size-full wp-image-14810" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-dá-o-play.gif" alt="Em Ritmo de Fuga - dá o play" width="480" height="217"></a><p id="caption-attachment-14810" class="wp-caption-text">Dá o play e corre, fi. (Isso descreve praticamente o filme todo&#8230;)</p></div>
<h2 style="text-align: center;">Em Ritmo de Fuga: homem versus máquina</h2>
<p>Baby, o personagem principal, trabalha como <em>getaway driver</em> para pagar uma dívida a ninguém mais ninguém menos que <span style="text-decoration: line-through;">Frank Underwood</span>, quer dizer, Kevin Spacey. Apaixonado por música e por velocidade, Baby faz manobras perigosas e verdadeiras performances com qualquer carro que deem em sua mão.</p>
<div id="attachment_14811" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Kevin-Spacey.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14811" class="size-full wp-image-14811" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Kevin-Spacey.gif" alt="Em Ritmo de Fuga - Kevin Spacey" width="480" height="217"></a><p id="caption-attachment-14811" class="wp-caption-text">Kevin Spacey faz o <em>evil mastermind</em> que orquestra a equipe e que a gente alterna entre amar e odiar. Lembra alguém? xD</p></div>
<p>Claro que meu lado filosófico tinha que dar aquela viajada. Logo no início do filme, vemos uma cena em que Baby dirige um Subaru Impreza WRX STI que, ao que parece (tanto pelo desempenho do rapaz quanto pela ficha técnica do modelo), daria uma bela bengada em um montão de carrinho por aí.</p>
<p><strong>Para quem já andava relativamente acostumado com os <em>muscle cars</em> de filmes típicos de ação e <em>car chases</em>, como a série de Velozes e Furiosos (e sua ordem esquizofrênica que sempre me deixa confusa), foi “refrescante” ver cenas tão emocionantes com um carro tão&#8230; “regular”.</strong></p>
<p>Apesar deste artigo não ter sido patrocinado pela Subaru (juro!), eu seria incauta de não frisar que o carro escolhido para as acrobacias automobilísticas do filme foi tão inovador quanto o restante dos elementos que tornam esse filme incrível e verdadeiramente único: um clássico dos anos 90, o Impreza é um dos carros que mais dão um gosto da alta performance que a Subaru pode oferecer. Inclusive, segundo a própria Subaru, o modelo foi desenvolvido a partir de testes e competições no autódromo Nürburgring, na Alemanha. Portanto, <strong>foi uma ótima forma de fugir dos&nbsp;carros clichês de filmes de perseguição e fazer algo diferente, mas que ainda justificasse o desempenho.</strong></p>
<div id="attachment_14812" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Subaru-Impreza.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14812" class="size-full wp-image-14812" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Subaru-Impreza.jpg" alt="Em Ritmo de Fuga - Subaru Impreza" width="640" height="480" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Subaru-Impreza.jpg 640w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Subaru-Impreza-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-14812" class="wp-caption-text">Dá uma olhadinha no naipe da crew.</p></div>
<p>Ao longo do filme, apesar da primeira escolha de carro ter sido inovadora – e muito bem escolhida–, vemos que Baby faz milagre com qualquer carro. Seria, então, prova de que o homem é mais importante do que a máquina? Ou apenas mais uma obra de ficção? <strong>Será que Senna faria milagre em um Gol bolinha, ou em uma Uno Mille? Gosto de pensar que sim&#8230;</strong></p>
<div id="attachment_14813" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Car-Spin.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14813" class="wp-image-14813" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Car-Spin.gif" alt="Em Ritmo de Fuga - Car Spin" width="600" height="337"></a><p id="caption-attachment-14813" class="wp-caption-text">Seems TOTES legit.</p></div>
<h2>Uma linha-guia de ritmo, melodia e inovação</h2>
<p>No filme, <strong>a música desempenha um papel central, pelo que já podemos ver no trailer.</strong> <strong>Baby, por sofrer de um zumbido no ouvido, utiliza a música como fuga</strong> dos ruídos e das lembranças negativas do evento que causou tal distúrbio, amarrando a música tanto como cura, quanto como ligação restante com o passado. (Paro aqui, pra não entrar no spoiler. xD)</p>
<p>Por isso, <strong>o filme utiliza a música como uma linha-guia para as falas, interações com pessoas e objetos;</strong> e até os tiros de metralhadora fazem parte da percussão da trilha. Realmente, uma abordagem diferentona. E, como tudo diferentão, fez fãs e <em>haters</em>.</p>
<div id="attachment_14815" style="width: 848px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Fone-de-Ouvido.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14815" class="size-large wp-image-14815" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Fone-de-Ouvido-1024x324.jpg" alt="Em Ritmo de Fuga - Fone de Ouvido" width="838" height="265" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Fone-de-Ouvido-1024x324.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Fone-de-Ouvido-300x94.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Fone-de-Ouvido.jpg 1134w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></a><p id="caption-attachment-14815" class="wp-caption-text">Atitude, fone de ouvido e uma coleção de MP3 players e óculos escuros. Pronto, aí está o look padrão de Baby.</p></div>
<p>Há quem tenha se irritado com <strong>as cenas iniciais, em que a música é destacada especialmente como a diretriz de tudo que acontece, como se fosse pra ficar óbvio de vez</strong> – e vai suavizando conforme o filme continua. Pode ser irritante, acredito. Eu, particularmente, achei fenomenal. Além de ser amante da música em (quase) todos os seus estilos, também tenho zumbido e sei como pode ser uma grande distração. Também achei simplesmente o máximo o quanto <strong>a música coordenada com todos os efeitos sonoros retrata a psique do personagem</strong>: a música é algo tão intrínseco a Baby, que, em sua mente, tudo faz parte da música, porque a música faz parte dele. E, é claro, com um nome como Baby, o cara está em quase TODAS as músicas (bom ponto, Deborah).</p>
<p>Se você ama música, é virginiano ou simplesmente tem aquele lado T.O.C. de querer as coisas perfeitamente organizadinhas e sincronizadas (há!, eu me encaixo nos 3 xD), tenho certeza que esse aspecto do filme vai parecer encantador pra você também.</p>
<h2>Ação, Plot Twists e um bom par romântico</h2>
<p>Saí da cabine agendando com todos os meus amigos um repeteco do filme. Pra mim, foi um daqueles que quero assistir ao menos umas 10 vezes antes de sair de cartaz. Tem tudo o que eu mais gosto em filmes: <strong>carros, música boa, ação na medida certa, plot twists, um histórico emocionante do personagem (relevado aos pouquinhos, pra não entregar o ouro de primeira) e aquele par romântico que a gente shippa desde o trailer.</strong></p>
<p>Pra completar, Em Ritmo de Fuga também conta com um elenco incrível. Temos Ansel Elgort e Lily James como personagens principais e grandes nomes, como Kevin Spacey, Jamie Foxx e Jon Hamm arrematando uma equipe incrível de criminosos. Ah, e o Jon Bernthal, pra quem sentia falta do cara desde que saiu de The Walking Dead. (Já eu, penso que foi tarde. Mas ok. xD)</p>
<p><strong>Ansel Elgort</strong> estourou nos cinemas como Augustus Waters, de <strong>A Culpa é das Estrelas</strong>, e faz Baby, o personagem principal do filme. Com um rostinho de garoto e uma atitude descolada, faz par romântico com a personagem Deborah, de <strong>Lily James</strong>, que fez Cinderella no filme homônimo de 2015. Os dois fazem um casal fofíssimo, que compartilha o amor pela música, principalmente as que contêm seus nomes. 😛 O casal enfrenta altos e baixos ao longo do filme, sempre sonhando em jogar tudo pro alto e pegar a estrada com uma playlist matadora.</p>
<div id="attachment_14816" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Par-Romântico.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14816" class="wp-image-14816" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Par-Romântico.jpg" alt="Em Ritmo de Fuga - Par Romântico" width="600" height="367" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Par-Romântico.jpg 900w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-Par-Romântico-300x183.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-14816" class="wp-caption-text">Como não shippar? &lt;3</p></div>
<p>A cada plot twist, incluindo a <strong>revelação de Jamie Foxx e Jon Hamm como personagens extremamente irritantes com complexo de Jason</strong>, são reveladas novas peças desse quebra-cabeça, que vai deixar você atento e entretido com a história envolvente de Em Ritmo de Fuga. Sugiro calma. Porque tem uns momentos que, pai amado, sabe quando TUDO dá errado?&#8230; Será que dá? Assista pra descobrir. 😛</p>
<p>Com o passar do filme, vemos Baby se emaranhar cada vez mais na vida do crime, quanto mais tenta sair. A eterna luta entre o bem e o mal que vive dentro da gente. Também vemos o personagem sair de um momento em que era um verdadeiro gravador, literalmente gravando pessoas e falas de filmes e as repetindo de forma mecânica; para uma pessoa de mentalidade própria, com coragem e atitude para falar e fazer o que tem vontade. O final é politicamente correto e promete agradar tanto aos que gostam de finais felizes, quanto de finais desgracentos. Um filme bem democrático, nem 8 nem 80. E, pra fechar esta resenha, apesar da minha completa aversão a revelar spoilers, esse não podia faltar.</p>
<h3 style="text-align: center;">* ATENÇÃO. ALERTA DE SPOILER!!! *</h3>
<div id="attachment_14819" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-spoiler.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14819" class="size-full wp-image-14819" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-spoiler.png" alt="Em Ritmo de Fuga - Impreza Spoiler" width="600" height="420" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-spoiler.png 600w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Em-Ritmo-de-Fuga-spoiler-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-14819" class="wp-caption-text">#SpoilerAlert #EntendedoresEntenderão</p></div>
<p>HÁHÁ, SACOU?!?!?!?!?!?! #CarJoke #Ahazei 😛</p>
<p>Tá, agora sério. Vá assistir. Corre. Sério, CORRE!</p>
<p>Com direito àquele drift no caminho do cinema.</p>
<blockquote><p>(Isenção de Responsabilidade: o Novo Nerd não incentiva ou endossa direção agressiva.</p>
<p>Mas que é irado, é &#8211; nos telões. Tamo Junto, Detran. #NerdiceResponsável)</p></blockquote>
<p>Agora, corre aqui embaixo nos comentários e conta pra gente qual carro VOCÊ escolheria para suas cenas de acrobacias automobilísticas – e, É CLARO, qual trilha sonora LACRADORA você escolheria pra hora daquele drift maroto. 😉 E, se assistiu ao filme, me conta o que achou!</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><center><iframe loading="lazy" class="ktv2" style="position: relative; display: inline-block; border: none; background: transparent none no-repeat scroll 0 0; margin: 0;" src="https://klickmailcombr.s3.amazonaws.com/userimages/20545/forms/30613/oynzgr0z8z760e.html" scrolling="no" width="286" height="126"></iframe></center></p>
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		<title>Homem-Aranha e a receita de sucesso de uma nova geração de super-heróis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2017 21:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que não me julgo digna da alcunha “fã de quadrinhos”. Afinal, não acho que me qualifico como fã “de quadrinhos” quando o único quadrinho que verdadeiramente AMO (e precisaria de mais algum?) é a Turma da Mônica. No entanto, tenho um carinho especial por filmes de super-heróis, apesar de dificilmente conhecer suas histórias originais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que não me julgo digna da alcunha “fã de quadrinhos”. Afinal, não acho que me qualifico como fã “de quadrinhos” quando o único quadrinho que verdadeiramente AMO (e precisaria de mais algum?) é a Turma da Mônica. No entanto, tenho um carinho especial por filmes de super-heróis, apesar de dificilmente conhecer suas histórias originais. Ontem, tive a oportunidade de assistir ao lançamento da versão 3.0 de um super-herói da Marvel, <strong>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</strong>, de onde saí gritando “<em>best movie ever</em>”. Tá, não é o melhor filme do mundo não, mas não achei um exagero tão grande assim.</p>
<div id="attachment_14618" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-deal-with-it.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14618" class="size-full wp-image-14618" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-deal-with-it.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - deal with it" width="480" height="269"></a><p id="caption-attachment-14618" class="wp-caption-text">O novo filme do Homem-Aranha é MARA. #DealWithIt #DancinhaDaVitória</p></div>
<h2>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</h2>
<p>O filme da Sony se passa no universo da Marvel e, na minha opinião, a versão repaginada&nbsp;finalmente acertou o ponto e <em>brought it home</em>. Tendo testemunhado o Homem-Aranha de Tobey Maguire e de Andrew Garfield &#8211; que, apesar de terem emplacado e terem tido bons resultados de bilheteria no geral, não me impressionaram tanto quanto &#8220;De Volta ao Lar&#8221;&nbsp;-, foi inacreditável assistir ao <em>reboot</em> do super-herói, agora finalmente no tom certo da nova geração de sucessos do Universo Marvel. Se você parar para observar os últimos filmes de super-heróis, sejam do Universo Marvel ou não, você vai concordar comigo que há uma “fórmula infalível” para sucessos de bilheteria e heróis cativantes e representativos da realidade do público atual.&nbsp;E foi muito legal ver essa fórmula aplicada a esse personagem. Também, não era pra menos: com o sucesso da trupe dos Vingadores, o pobre Homem-Aranha virou meme por ser deixado de fora. Virou o Xaveco do Universo Cinematográfico da Marvel, com sua eterna síndrome de secundário.</p>
<div id="attachment_14610" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-this-is-not-a-hug.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14610" class="wp-image-14610 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-this-is-not-a-hug.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - this is not a hug" width="480" height="200"></a><p id="caption-attachment-14610" class="wp-caption-text">&#8220;Não era um abraço, só estou abrindo a porta pra você&#8221; #oops</p></div>
<p>Com a escalação de Tom Holland, uma pegada mais moderna e um roteiro maravilhoso (com adaptações que provavelmente causarão chiliques nos fãs puristas do herói), ouso dizer que ainda veremos bastante desse Homem-Aranha 3.0 (“<em>third time’s is a charm”</em>!).</p>
<h2>Muitas, MUITAS Participações Especiais</h2>
<div id="attachment_14612" style="width: 228px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-wow-olha-quem-é.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14612" class="size-full wp-image-14612" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-wow-olha-quem-é.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - wow olha quem é" width="218" height="122"></a><p id="caption-attachment-14612" class="wp-caption-text">&#8220;Ih, olha quem é!!!&#8221;</p></div>
<p>O filme conta com muitas participações especiais, o que torna ainda mais divertida a experiência de assistir ao filme (Inclusive, quando sair na Netflix, sugiro transformar isso em um <em>drinking game</em> :P). Com aparições de atores de séries como Breaking Bad, Better Call Saul, American Crime Story, Community, Orange is the New Black e The O.C. (há, quero ver quem adivinha essa!), o filme também traz uma estrela da Disney e as presenças ilustres de diversos personagens queridinhos da Marvel, como Capitão América, Tony Stark, Happy Hogan e Pepper Potts. Claro que também teve Stan Lee batendo cartão. xD</p>
<h2>Homem-Aranha: o que esperar?</h2>
<p>O filme tem um ritmo e uma narrativa muito divertidos. Você pode esperar gargalhadas frequentes e reviravoltas chocantes nesse filme – principalmente na hora em que você se tocar sobre a vida pessoal do vilão <em>Vulture</em>. :O Não há ensaio que preparasse você pra essa, Peter.</p>
<p>Os fãs dos quadrinhos podem se incomodar com a falta da Mary Jane, mas parece que os planos para a versão 3.0 de MJ é transformá-la de verdade – até no nome. (Assista pra entender.)</p>
<p>A história mostra a batalha interna de Peter Parker para amadurecer como pessoa e herói – e conquistar a atenção e o tempo de sua (será?) figura paterna, Tony Stark. Enquanto os Vingadores estão ocupados cuidando de sua logística profissional, Peter luta contra um vilão local que tem planos bem ambiciosos de fazer uma fortuna em cima de espólios tecnológicos.</p>
<div id="attachment_14611" style="width: 474px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-vilão-Vulture.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14611" class="size-full wp-image-14611" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-vilão-Vulture.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - vilão Vulture" width="464" height="352"></a><p id="caption-attachment-14611" class="wp-caption-text">Se você for igual a mim, vai sair do cinema odiando a fuça do Michael Keaton&#8230; xD</p></div>
<p>Foi bem interessante ver Michael Keaton como vilão. E a atuação foi mara: estou simplesmente odiando o cara agora – para mim, sei que a atuação foi eficaz quando associo a cara do ator ao personagem de tal forma que não importa se o cara foi o Batman, eu simplesmente não estou suportando a fuça dele agora, que personagenzinho irritante! xD</p>
<p>Também temos o combo clássico de ação na medida certa + par romântico. Mas não se apegue à mocinha não: ao que tudo indica, o próximo filme (sim!) pode explorar novas possibilidades amorosas para Peter Parker. Também temos o clássico melhor amigo, que faz as vezes de sidekick/comediante/wingman (esse garoto é o máximo! xD). Já te convenci?</p>
<h2>Momento Fangirling: Meu pedido de desculpas à moça do meu lado</h2>
<p>Vou fazer uma confissão constrangedora, mas minha vontade de compartilhar essa curiosidade com vocês é maior do que minha vergonha <em>não</em>-alheia.</p>
<div id="attachment_14615" style="width: 255px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-espere-revelações.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14615" class="size-full wp-image-14615" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-espere-revelações.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - espere revelações" width="245" height="150"></a><p id="caption-attachment-14615" class="wp-caption-text">Espere, pelo menos, uns 3 momentos desse.</p></div>
<p>Gente, o filme é simplesmente o máximo. Em diversas vezes no filme, me peguei reagindo com risadas, queixos caídos, palmas, a p*rra toda. Principalmente no final do filme, que tem tipo umas 3 reviravoltas quase que seguidas, antes mesmo de você ter tempo de respirar. E QUE SATISFAÇÃO esse final, hein?! Aquela coisa que você fica torcendo pra acontecer logo e os filmes tendem a explorar aquela lenga-lenga ao máximo (não, aqui é band-aid arrancado e pronto!). Mas nenhuma reação minha foi tão extrema quanto quando me deparei com a seguinte frase: “<em>Screenplay by Jonathan Goldstein and <strong>John Francis Daley</strong></em>”. Nunca vivenciei uma experiência tão perfeita para utilizar a infame hashtag “#BERRO”.</p>
<p>Eu literalmente soltei um grito, apontei pra tela e bradei aos quatro ventos “Ah!! John Francis Daley!!”. Não só quase infartei a moça sentada ao meu lado (desculpa, moça!!!), como NINGUÉM entendeu minha animação. #xatiada Vamos lá, vou traçar uma rápida árvore genealógica de referências de TV e cinema pra você entender a surpresa orgásmica que eu tive naquele momento.</p>
<p><strong>John Francis Daley</strong> é ninguém mais, ninguém menos, que o saudoso <strong>Sweets</strong>, de <strong>Bones</strong> (não, eu ainda não superei, viu, roteiristas de Bones?! #hunf), que também fez o Mitch em <strong>A Hora do Rango</strong> (com Ryan Reynolds, sim, o <strong>Deadpool</strong>), também conhecido por seu papel FOFÍSSIMO como <strong>Sam Weir</strong> em <strong>Freaks and Geeks</strong> (sim, aquela série que praticamente lançou <strong>James Franco, Seth Rogen e Jason Segel</strong> – tem na Netflix, de nada!). Também de Freaks and Geeks, temos Martin Starr, que fez o professor que leva os alunos ao Decathlon (bem que eu conhecia a cara dele de algum lugar).&nbsp;O mundo é pequeno, né? 😛</p>
<div id="attachment_14617" style="width: 370px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-John-Francis-Daley.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14617" class="size-full wp-image-14617" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-John-Francis-Daley.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - John Francis Daley" width="360" height="270"></a><p id="caption-attachment-14617" class="wp-caption-text">&#8220;Danem-se vocês todos, vou ser roteirista!&#8221; #VoltaSweets</p></div>
<p>Daley aparentemente saiu de Bones para seguir a carreira de roteirista e, é claro, como boa fã, desejei muito sucesso mentalmente e mandei ótimas energias de prosperidade pro rapaz. Mas, após assistir ao seu filme Férias Frustradas, com roteiro de mesma parceria, confesso que minhas perspectivas pra Daley deram uma bela piorada. Eis que, em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, me surpreendo com um filme simplesmente maravilhoso, com um roteiro que combina humor e ação ao ponto de (ouso dizer, sim, <em>sou ousada</em>!) parecer um Deadpool <em>kid friendly</em>. Sim. Sério. Assistam.</p>
<h2>Licença para Spoiler: dicas para quem gosta de dicas</h2>
<p>Não está convencido do quanto <strong>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</strong> é merecedor de sua presença na sala de cinema? Bem, que tal comparecer pelas cenas extras? Para os amantes de spoilers, aqui vai uma informação valiosa para você tornar sua experiência cinematográfica ainda mais completa: o filme conta com duas cenas especiais nos créditos, sendo a segunda ao final MESMO dos créditos. Para saber se você assistiu tudo, digamos que você só está liberado para sair após receber uma aulinha do Capitão América. Valeu, prófi. #JustALittlePatienceYeah #SpiderManWillReturn</p>
<h2>Welcome home, Spidey</h2>
<p>Para fechar, preciso dizer que estou bem empolgada com essa repaginada que deram ao Homem-Aranha. O herói ficou juvenil sem ficar idiota (embora haja controvérsias), o humor ficou divertido sem ficar pastelão e a ação ficou interessante sem ficar cansativa, além de umas três boas surpresas ao longo do filme – e o <em>drinking game</em> das participações especiais! Também vale considerar o quão <strong>real e representativo</strong> ele ficou: a busca pela validação da figura paterna, a luta pelo reconhecimento, a dificuldade em encontrar seu lugar no mundo, a transição da infância para a vida adulta e uma lapada de realidade aqui e acolá. Quem nunca? #SomosTodosPeterParker</p>
<div id="attachment_14619" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-make-me-an-avenger.gif"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14619" class="size-full wp-image-14619" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Homem-Aranha-De-Volta-Ao-Lar-make-me-an-avenger.gif" alt="Homem-Aranha De Volta Ao Lar - make me an avenger" width="480" height="269"></a><p id="caption-attachment-14619" class="wp-caption-text">Será?&#8230;</p></div>
<p>E, para mim, não poderia ser mais satisfatório testemunhar a ascensão (até certo ponto, né, vamos ver se vinga xD) do até então secundário Homem-Aranha como personagem merecedor dos holofotes. A receitinha de sucesso aplicada neste filme promete continuações ótimas. Melhor do que isso, só se o Xaveco ganhar sua própria revistinha. #MeDeixaSonhar #VaiMaurício #NuncaTePediNada</p>
<p>Foi assistir ao filme? Conta pra mim o que achou nos comentários aqui embaixo! E, se você tiver insights a acrescentar quanto aos quadrinhos, ajude a coleguinha desinformada aqui comentando abaixo. Valeu a leitura e partiu pipoca!</p>
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		<title>House of Cards, The Circle e uma teoria para a política brasileira</title>
		<link>https://u42.com.br/house-of-cards-the-circle-politica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 22:44:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu ia escrever sobre a mais recente temporada de House of Cards. Porque, né? House of Cards. O.O Aí, assisti ao filme The Circle (O Círculo), com Emma Watson e Tom Hanks e meu cérebro ligou os pontinhos. Por isso, resolvi falar sobre as duas coisas e sobre um terceiro assunto, bem polêmico, do qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ia escrever sobre a mais recente temporada de House of Cards. Porque, né? House of Cards. O.O Aí, assisti ao filme <strong>The Circle</strong> (O Círculo), com Emma Watson e Tom Hanks e meu cérebro ligou os pontinhos. Por isso, resolvi falar sobre as duas coisas e sobre um terceiro assunto, bem polêmico, do qual confesso que não entendo muito: <strong>a política brasileira.</strong></p>
<p>Assistir a essa temporada de House of Cards abriu-me os olhos. Pensei: meu Deus, <strong>nós realmente não sabemos nada do que está realmente acontecendo.</strong> Se Frank e Claire fazem o povo de idiotas, e são dois contra a nação e o FBI e etc, qual chance temos de realmente descobrir <strong>o que acontece por baixo dos panos na política brasileira?</strong> Se nem Claire vislumbrou o “plano infalível” de Frank, revelado ao final da temporada, que esperança temos nós de enxergar a verdade sobre a política brasileira?</p>
<div id="attachment_14498" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Claire-Underwood.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14498" class="wp-image-14498" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Claire-Underwood.jpg" alt="House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Claire Underwood" width="650" height="366" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Claire-Underwood.jpg 853w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Claire-Underwood-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-14498" class="wp-caption-text">Se até a Claire foi &#8220;pega de surpresa&#8221; ao final da temporada, que esperança temos nós, &#8220;reles mortais&#8221;?</p></div>
<p>Vejo amigos desfazendo amizades, famílias brigando, casais se separando por conta de “direita versus esquerda”. Como se um estivesse certo e o outro errado. Como se houvesse a chance de um dos dois lados ser o “mocinho” e o outro o “ladrão”. A minha impressão sobre a política brasileira, embora seja mais intuitiva do que verdadeiramente embasada, é a de que <strong>é ladrão contra ladrão e só varia a gravidade do crime.</strong></p>
<p>Mas também, como posso embasar minha opinião política, quando <em>não podemos confiar em nenhum dos lados da informação?</em> Não é à toa que House of Cards “brinca” que não dá pra competir com a política brasileira. É bem possível – e provável – que eles se inspirem em nossa “realidade” (será realidade mesmo?) para seus roteiros escalafobéticos, cheios de <em>plot twists</em> e <em>jaw drops. </em>Aqui, não dá pra saber se a realidade imita a ficção ou se a ficção se inspira na realidade.</p>
<p>Eu verdadeiramente já desisti de tentar entender a política brasileira. Estou completamente fora dela. Se os envolvidos não estão 100% a par do que está acontecendo, que esperança teria eu de entender as pecinhas da máquina política do Brasil? Quando eu penso “ah, vai ser agora, vai ser ESSE escândalo que vai provocar uma mudança e a coisa vai finalmente começar a rolar como deveria”, o escândalo é rapidamente abafado e a coisa volta a funcionar como antes.</p>
<p>Então, desde que me propus a falar sobre House of Cards, tenho refletido bastante sobre isso. Não cheguei a grandes conclusões não, pra ser bem sincera. Mas cheguei a um ponto bem complexo em meu raciocínio: <strong>como podemos querer políticos honestos, se o próprio funcionamento da política brasileira atrai pessoas desonestas?</strong> Pensem comigo: <strong>a “máquina política brasileira” é um paraíso para o antiético e o ladrão.</strong> É a combinação perfeita de Havaí com Islândia e as sete maravilhas do mundo. Um oásis para o desonesto, um refúgio para o corrupto. Do jeito que as coisas parecem funcionar “naturalmente” na nossa política, como podemos esperar que políticos sejam qualquer outra coisa além de ladrões?</p>
<p>Claro, não estou generalizando. Sei que poucos ali se envolveram na política na esperança de modificá-la, de transformá-la no que deveria ser. Mas quando a corrupção está institucionalizada para todos os lados,&#8230; <em><strong>qual alternativa temos?</strong></em></p>
<div id="attachment_14499" style="width: 659px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Câmera-pessoal-de-The-Circle.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14499" class="wp-image-14499" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Câmera-pessoal-de-The-Circle.jpg" alt="House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Câmera pessoal de The Circle" width="649" height="365" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Câmera-pessoal-de-The-Circle.jpg 1000w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Câmera-pessoal-de-The-Circle-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 649px) 100vw, 649px" /></a><p id="caption-attachment-14499" class="wp-caption-text">O filme The Circle parece que leu minha mente e transformou meus devaneios mentais sobre a política brasileira em alternativa tecnológica. Eu realmente acho a ideia válida&#8230; Eis por quê. (Ah, esse &#8220;broche&#8221; na blusa da Emma Watson é uma versão pessoal da câmera SeeChange, do filme.)</p></div>
<p>Há anos, eu costumo comentar com as pessoas: “se eu fosse candidata política, <em><strong>eu me proporia a transmitir minha vida ao vivo 24h por dia,</strong> </em>pra provar pras pessoas que eu sou diferente e que podem confiar em mim”. Acho que isso, por si só, já tornaria minha candidatura diferenciada. Já viu algum político topar transmitir a própria vida ao vivo estilo Big Brother? E sabemos o quanto o brasileiro adora Big Brother – e o quanto odeia TV Senado. Mas <strong>imagina o quanto a coisa seria diferente,</strong> <strong>se pudéssemos acompanhar nossos políticos 24/7</strong> pela internet, nas reuniões, nas ligações, nos e-mails&#8230; <em><strong>Transparência total.</strong> </em>Aí sim, será que teríamos chance de uma máquina política CONFIÁVEL?</p>
<p>É aí que entra O Círculo. <em><strong>The Circle</strong> </em>é um filme incrível, que fala sobre a tecnologia usada para a conexão entre as pessoas e o quanto isso pode permitir uma conexão mais aprofundada – e o quanto isso também tem um potencial para o caos, dependendo de como for aplicado.</p>
<p>Em um determinado ponto do filme, a personagem de Emma Watson, Mae Holland, se propõe a transmitir sua vida 24h por dia ao vivo por uma câmera do tamanho de um brochinho, além de outras câmeras que compõem um verdadeiro Big Brother para os fãs do Círculo, que queiram acompanhar a rotina de alguém que trabalhe lá.</p>
<p>Para quem não assistiu ao filme ainda, o Círculo é como um mash-up de grandes nomes como Google e Apple: inovação, tecnologia, sofisticação e visão. E o filme questiona uma coisa muito interessante, altamente aplicável à nossa situação política: <strong>como nos comportamos quando estamos sozinhos <em>versus</em> como nos comportamos quando estamos sendo observados?</strong></p>
<p>Figuras políticas, no Brasil, não são figuras tão públicas quanto poderiam e deveriam ser. A prestação de contas é quase<em> ínfima</em> e, na verdade, quase tudo acontece por trás de portas fechadas ou debaixo dos panos. Como confiar?</p>
<p>Não seria uma ideia a considerar <strong>que os políticos fossem obrigados a ser observados 24h por dia por qualquer cidadão que assim desejasse?</strong> Não seria uma forma mais “garantida” de reformar a política brasileira? Não seria uma forma de suprimir o criminoso dentro dos políticos atuais e de filtrar melhor os futuros candidatos, afugentando quem tem máscaras que não quer expor? Será que não estamos precisando de um Círculo aqui no Brasil, para garantir que a podridão da política brasileira seja exposta a céu aberto, para que possamos, de vez, seguir em frente para uma nova fase em nosso país?</p>
<div id="attachment_14500" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Politicagem-no-filme-The-Circle.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14500" class="wp-image-14500" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Politicagem-no-filme-The-Circle.jpg" alt="House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Politicagem no filme The Circle" width="650" height="361" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Politicagem-no-filme-The-Circle.jpg 780w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/06/House-of-Cards-The-Circle-Política-Brasileira_Politicagem-no-filme-The-Circle-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-14500" class="wp-caption-text">The Circle fala da política e da politicagem corporativa. Recomendo que você assista e reflita!</p></div>
<p>Quando nossa política inspira uma trama complexa e absurda como a de House of Cards, é de se admirar que alguém não faça alguma coisa para sugerir mudanças tangíveis e amplamente monitoráveis. <em><strong>Quando as coisas são feitas às escondidas, o antídoto para isso é a transparência.</strong> </em>E o filme The Circle sugere uma forma de adotar a transparência TOTAL: através da vida pública em um sentido verdadeiramente completo de “público”.</p>
<p>E ainda levo essa reflexão um passo além: se o político precisa de câmeras para buscar ser bom, não seria oposta a sua verdade? Não seja por isso: que coloquemos câmeras 24h por dia em cima de todos eles. <strong>Quem é bom continuará sendo bom. E quem não for vai ter que aprender a ser. Ou “pede pra sair”.</strong></p>
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		<title>Brasil Game Cup: meu primeiro evento de Games!</title>
		<link>https://u42.com.br/bgc-evento-de-games/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 23:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que acontece quando uma TOTAL NOOB vai parar em um evento de games? 😛 Eu conto pra você o que acontece: COISAS IRADAS e MUITA INFORMAÇÃO ERRADA. XD Meu primeiro Evento de Games: a Brasil Game Cup Sou colaboradora do Novo Nerd há pouco tempo e tive a honra de ir à Brasil Game [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que acontece quando uma TOTAL NOOB vai parar em um evento de games? 😛 Eu conto pra você o que acontece: COISAS IRADAS e MUITA INFORMAÇÃO ERRADA. XD</p>
<h2>Meu primeiro Evento de Games: a Brasil Game Cup</h2>
<p>Sou colaboradora do Novo Nerd há pouco tempo e tive a honra de ir à <strong>Brasil Game Cup Rio 2017</strong>, com a ilustre companhia da dupla da <strong><a title="Pelo Mar Produções" href="https://www.facebook.com/pelomarproducoes/" target="_blank">Pelo Mar Produções,</a> Tai Bialoglowka e Guilherme Bezerra</strong>, que transformaram nossa experiência em vídeos para você acompanhar.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/10cJVNvEVKI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>#TinhaEquipeVerdeSim</strong></p>
<p>A Brasil Game Cup foi meu supletivo no mundo gamer, que é muito mais fascinante do que eu imaginava, diga-se de passagem. Tive a chance de entrevistar gamers, cosplayers, uma YouTuber famosa, os (comentadores ou narradores?) da competição que rolou ao vivo na sexta-feira e, de quebra, ainda <strong>conheci o Deadpool! :O</strong></p>
<p>Aproveitei que estava em um evento de games para perguntar A TODO MUNDO quais games eram os mais recomendados para pessoas noobs como eu, que queiram entrar no mundo gamer sem muita coordenação motora&#8230; 😛 E as informações não podiam ter sido mais divergentes!</p>
<p>Recomendaram jogos antigos, como <strong>Super Mario e Pac Man</strong>, mas também recomendaram jogos atuais, como <strong>The Last of Us, Mass Effect e LoL</strong>, por terem tutoriais para iniciantes e diferentes níveis de dificuldade. Já sei que <strong>GTA não rola pra mim</strong>, porque não consigo dirigir DE FORMA ALGUMA sem atropelar alguém e alertar a polícia da minha presença&#8230; ¬¬</p>
<h2>O que rolou na Brasil Game Cup</h2>
<p>Se você não foi à Brasil Game Cup esse ano, organize-se pra próxima edição, porque o evento foi INCRÍVEL: teve <strong>competição de Overwatch, de CS:GO, de cosplay, teve corrida de drones</strong>, além de vários jogos para jogar lá na hora com os amigos, incluindo air hockey (quem nunca? &lt;3).</p>
<p>A BGC também proporcionou vários Meet and Greets, com streamers, youtubers, personalidades e atletas de e-sports. Teve Totoro, Barbara Nerd (rolou entrevista com elaaa! &lt;3) e Nyvi Estephan.</p>
<p>Pro lanchinho entre atrações, rolou <strong>Bob’s, Rei do Mate, churros</strong> e outros quitutes pra forrar o estômago pra você poder se divertir ainda mais. Teve energético <strong>TNT</strong> pra galera e a Saraiva também esteve presente, com vários títulos selecionados para o público gamer.</p>
<p><strong>Fui zoada, fui ajudada, fui inspirada e fui ensinada por gamers e <em>pros</em> desse universo.</strong> Foi certamente um evento incrível (e pretendo voltar ano que vem BEM menos noob)! Confira algumas das entrevistas que fizemos abaixo e veja um pouquinho do que aprendi:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/kZcfxFnBBcI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Dica útil:</strong> se você nunca pilotou um drone, não importa o quanto você ache que parece idiota, NÃO É IDIOTA. Não consegui manter o bichim no ar de forma alguma – e o Guilherme da Pelo Mar ainda fez a façanha de deixar o bicho escapar da área telada e atropelar algumas cabeças que assistiam à competição de Overwatch xD (mas isso ele “convenientemente” deixou de fora da edição dos vídeos, hãm&#8230; #PorQueSerá).</p>
<p>Agora, quero saber de VOCÊ: o que um evento de games precisa ter para ser o melhor? Quais jogos marcaram sua infância? Qual seu console favorito? Quais games você indicaria pra amiguinha noob aqui? 😉 Comenta!</p>
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		<title>Stand-up na Netflix: uma volta ao mundo do stand-up</title>
		<link>https://u42.com.br/stand-up-na-netflix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 16:38:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Penso que nosso momento de lazer pode ser valioso, não só pela diversão e pelo descanso, mas também porque podemos aprender assistindo a séries e shows. Afinal, damos uma volta ao mundo sem sair de casa e ouvimos muito sobre a cultura de outras regiões. Há alguns anos, a comédia stand-up conquistou um lugarzinho cativo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que nosso momento de lazer pode ser valioso, não só pela diversão e pelo descanso, mas também porque podemos aprender assistindo a séries e shows. Afinal, damos uma volta ao mundo sem sair de casa e ouvimos muito sobre a cultura de outras regiões.</p>
<p>Há alguns anos, a comédia stand-up conquistou um lugarzinho cativo no meu coração, principalmente pela oportunidade de variar e sair da minha realidade. Ao assistir à comediantes de lugares e estilos diferentes, você experimenta de temáticas e contextos socioculturais, totalmente, diferentes.</p>
<p>Quando estou na Bad, assisto a um stand-up na Netflix pra sair da fossa. Quando tenho um dia bom, assisto a um <em>stendãpizinho</em> para comemorar. E, nesse tempo, acabei acumulando um rol de comediantes favoritos, sempre buscando conhecer novos talentos. A forma mais fácil&nbsp;de conhecê-los é o já clássico <strong>stand-up na Netflix</strong>! 😛 Aqui vão alguns dos catálogos e comediantes que conheci recentemente, e que anotei mentalmente em minha lista de preferidos.</p>
<h2>República do Stand-up</h2>
<p>O República do Stand-up, série de comédia do Comedy Central, reúne diversos nomes da comédia brasileira, dentre os quais se destacam: Victor Camejo, que arrasa com uma pérola atrás da outra (tudo ótimo material pra interna com o crush/BFF que assistir com você xD); Fabiano Cambota, com seu espanhol fluente – é vocalista da banda Pedra Letícia, “conhece?” #InternaDeFã; e Rominho Braga, com seu número de “mágica”. Com o passar dos episódios, você tem um gostinho do talento que o Brasil tem a oferecer ao stand-up.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/ezGGhn4Hykw?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Russell Peters e suas histórias</h2>
<p>Russell Peters tem 3 catálogos disponíveis na Netflix atualmente: <em>Almost Famous, Notorious</em> (os dois melhores, em minha opinião), <em>Russell Peters vs. The World</em> (uma série sobre a turnê de <em>Notorious</em>) e <em>A Russell Peters Christmas</em>, seu especial de Natal. Descendente de indianos e criado no Canadá, atualmente “pipoca” pelo mundo todo levando sua comédia. Peters combina histórias com imitações hilárias, de todos os sotaques que você pode imaginar, além daquelas interações #VergonhaAlheia com a plateia. xD</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/LHncWfrCgqk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Trevor Noah e seus sotaques</h2>
<p>Trevor Noah é um dos maiores nomes da comédia stand-up na África do Sul e está conquistando espaço no mundo todo, provocando risadas ao falar dos assuntos mais variados, desde os mais banais (como relacionamentos) até os mais tensos (como política e o Apartheid). Vale assistir ao <em>Afraid of the Dark</em> e, se gostar de Noah e quiser saber mais sobre sua história, assista ao seu documentário <em>You Laugh But It’s True</em>.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=e6qJbvdBOrU</p>
<h2>Fluffy e suas camisetas havaianas</h2>
<p>Gabriel Iglesias, mais conhecido como “Fluffy”, me fez rir e chorar. No stand-up <em>The Fluffy Movie</em>, ele arrasa com piadas sobre diferenças culturais, impressiona com algumas imitações hilárias e emociona com a história de sua relação com seu pai. Em nossa volta ao mundo do stand-up na Netflix, Fluffy combina a cultura mexicana com a americana.&nbsp;Atualmente, a Netflix também disponibiliza um outro stand-up de Fluffy, chamado <em>Gabriel Iglesias – I’m Sorry for What I Said When I Was Hungry</em> (quem não se identifica? xD).</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/yt0budlqX6w?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Marc Maron e&nbsp;seu saco cheio</h2>
<p>O mundo do stand-up na Netflix nos oferece estilos e origens diferentes. Marc Maron, em seu show Thinky Pain, mostra um outro viés cômico. Com 53 anos de idade e quase 30 anos de carreira no stand-up (apesar de a prática ainda ser, relativamente, nova aqui no Brasil), Maron se sente à vontade para testar os limites da plateia e compartilhar histórias mais cruas e francas, com um viés mais revoltado. Com a postura de falar o que pensa e sem mimimi, Maron&nbsp;é uma experiência mais madura de comédia, falando de assuntos diferentes, como divórcio e nostalgia. (Mais alguém acha que ele parece o Rafinha Bastos daqui a uns 20 anos? Só eu? Ok.)</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/mPCPxNnoU3M?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Mike Birbiglia, o cômico suave</h2>
<p>Na tentativa de virar “sommelier de stand-up”, sempre experimento diferentes estilos. Enquanto Marc Maron tem uma pegada mais agressiva em seu humor, Mike Birbiglia é o extremo oposto.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/QOlnuN2PXbg?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Sabe aquele estilo “histérico” de stand-up, quando o comediante fala aos gritos, gesticula em desespero e usa palavrões como vírgulas? Confesso que pode ser muito engraçado – e pode ser um detox pro nosso mau humor. Mas é “refrescante” assistir a um comediante que não recorre a nada disso para provocar risadas. Mike Birbiglia fala baixo, anda pelo palco calmamente e tem uma pegada cômica mais reflexiva e existencial. Recomendo experimentar este estilo “cômico suave”. Recomendo especialmente seu show&nbsp;<em>Thank God for Jokes</em>. Vale assistir também ao segundo catálogo atualmente disponível, <em>My Girlfriend’s Boyfriend</em>.</p>
<h2>Patrick Maia e sua casa nova</h2>
<p>Patrick Maia é outro comediante brasileiro que vale conhecer, entre vários que, atualmente, têm títulos disponíveis na Netflix. Também participou do República do Stand-up, mas dá pra conhecer melhor seu portfólio cômico no show <em>Piadas para Pessoas</em>. O outro show dele, <em>Home Office – Um Show em Casa</em>, é simplesmente sensacional (e você PRECISA assistir). É literalmente feito em casa, em seu apartamento, recém-reformado. E, se você pretende morar sozinho ou se mudar em breve, vale anotar umas dicas do Patrick para garantir uma comunicação clara com o pedreiro&#8230; (PS: tem participação especial do dog do Patrick, que dá umas latidinhas de vez em quando&#8230; #fofis)</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/OlLk3skJUEU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Iliza Shlesinger, a cabra louca (assista e entenderás)</h2>
<p>Claro que eu ia deixar o melhor pro final. &lt;3 E eu adoraria dizer o quanto foi difícil pra mim definir quem seria a melhor recomendação da lista, mas cara, não foi. A Iliza Shlesinger é simplesmente a comédia encarnada. Acabou. Não tem jeito.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="838" height="471" src="https://www.youtube.com/embed/_SQWH8TEeUI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O que o Mike Birbiglia tem de quietinho, a Iliza tem de “<em>out there</em>”. Não que ela recorra à comédia histérica, necessariamente. Mas seu jeito debochado e satírico é simplesmente hilário de assistir – principalmente quando entra em <em>rants</em>. Eu diria que esse é o diferencial dela: ao chegar ao final de uma determinada história, ela faz a coisa evoluir até o clímax cômico de uma forma muito específica. Ela entra nuns surtos e sai metralhando de uma forma que (pra ser sincera) eu tô até com dificuldade de descrever. Mas é simplesmente brilhante: a habilidade de disparar com um texto (possivelmente) decorado, sem tropeçar, sem gaguejar, sem esquecer&#8230; E mantendo a entonação, os gestos, os movimentos corporais e um conteúdo que simplesmente te acerta em cheio. Esta mulher é um gênio (na minha singela opinião) e me deixa de boca aberta toda vez. #everytime</p>
<div id="attachment_13180" style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Stand-up-na-Netflix_featured.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-13180" class="size-full wp-image-13180" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Stand-up-na-Netflix_featured.png" alt="Stand up na Netflix: uma lista para você maratonar" width="578" height="420" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Stand-up-na-Netflix_featured.png 578w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Stand-up-na-Netflix_featured-300x217.png 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Stand-up-na-Netflix_featured-287x208.png 287w" sizes="(max-width: 578px) 100vw, 578px" /></a><p id="caption-attachment-13180" class="wp-caption-text">Na moral, GÊNIA. E a dog dela também faz participação especial! ^^</p></div>
<p>Iliza tem três títulos atualmente disponíveis na Netflix: <em>War Paint,</em> <em>Freezing Hot</em> e <em>Confirmed Kills</em>. São todos maravilhosos. <em>Really</em>. #joinha Entre os conteúdos, ela aborda relacionamentos, estereótipos de homens e mulheres, a relação de lealdade entre amigas e a mania do Pinterest. xD Verdade que ela tem uma pegada mais pro público feminino, por falar de certos assuntos dos quais homens não necessariamente entendem (como a verdadeira batalha que as mulheres travam para encontrar o delineador – ou qualquer outra coisa – dentro da bolsa). Mas fica a recomendação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale destacar também o stand-up <em>Let Me Explain</em>, de Kevin Hart, que foi um dos melhores a que já assisti, SEM DÚVIDAS (mas, atualmente, não está mais disponível na Netflix). E, dependendo de quando você estiver lendo este artigo, alguns dos outros títulos que listei podem não estar mais disponíveis também. Mas vale explorar a categoria de Comédias, onde você vai encontrar vários comediantes de stand-up, inclusive vários talentos brasileiros. Afinal, se o melhor do Brasil é o brasileiro, temos imenso potencial pra stand-up 😉</p>
<p>E, quando estiver de saco cheio do clássico “<em>Netflix and chill</em>”, vale buscar os shows de stand-up em sua cidade. Além dos teatros e casas de show, existem clubes locais específicos para apresentações de stand-up, como o Comedians, em São Paulo. Vai dar umas risadas fora de casa também, que é saudável&#8230; ;P Sua vez de dar pitaco: qual seu comediante de stand-up favorito? Qual o estilo de comédia que mais te agrada? Comenta aí! 😉</p>
<p><em><strong style="color: #1c1c1c">Concorra a SORTEIOS SEMANAIS de JOGOS, LIVROS E HQs se inscrevendo na nossa Lista VIP!</strong></em></p>
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		<title>Santa Clarita Diet: Relationship Goals</title>
		<link>https://u42.com.br/santa-clarita-diet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 18:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E se a Netflix lançasse uma série que combinasse comédia, terror e um modelo a ser seguido para um relacionamento amoroso saudável? Conheça Santa Clarita Diet, a dieta que você não deve experimentar, mas que vai adorar conhecer mesmo assim. (este artigo é um review disfarçado, shhhh&#8230;) Santa Clarita Diet: &#8220;Comédia de Horror&#8221; A série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E se a Netflix lançasse uma série que combinasse comédia, terror e um modelo a ser seguido para um relacionamento amoroso saudável? Conheça Santa Clarita Diet, a dieta que você <strong>não</strong> deve experimentar, mas que vai adorar conhecer mesmo assim.</p>
<p><del>(este artigo é um review disfarçado, shhhh&#8230;)</del></p>
<h2>Santa Clarita Diet: &#8220;Comédia de Horror&#8221;</h2>
<p>A série Santa Clarita Diet é uma série do gênero “comédia de horror”. Para mim, que evito filmes de terror há mais de 15 anos, é um alívio saber que você pode sim assistir a histórias de zumbi em um contexto que não dê pesadelos&#8230;</p>
<p>O seriado conta a história do casal Sheila e Joel e de sua filha adolescente Abby, que têm suas vidas modificadas por uma doença misteriosa que transforma Sheila (Drew Barrymore) em zumbi.</p>
<p>Recentemente, percebi diversas tentativas de contar histórias de zumbi com pegada mais leve, como o filme Meu Namorado é um Zumbi e a série iZombie. Confesso que, na minha opinião, a coisa funciona. Já tinha assistido a iZombie e gostei bastante (principalmente por poder rever, como personagem secundário, o ator Bradley James, eterno Rei Arthur da série Merlin, cancelada antes de sua hora).</p>
<p>Mas Santa Clarita Diet é outra coisa. Santa Clarita Diet é família. Santa Clarita Diet é vida. Santa Clarita Diet é <em>relationship goals</em>. (Solta a hashtag aí! #relationshipgoals)</p>
<div id="attachment_13020" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Santa-Clarita-Diet.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-13020" class="wp-image-13020" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Santa-Clarita-Diet-1024x576.jpg" alt="santa clarita diet" width="650" height="366" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Santa-Clarita-Diet-1024x576.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Santa-Clarita-Diet-300x169.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Santa-Clarita-Diet.jpg 1200w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-13020" class="wp-caption-text">&#8220;Ei, você! Sofre com o efeito sanfona? Vou te apresentar a dieta do momento, a Santa Clarita Diet.&#8221;</p></div>
<p>A série começa com um piloto muito engraçado e com a participação especial de Nathan Fillion, nosso querido Castle, fazendo um personagem (diga-se de passagem) super inconveniente que fica assediando Sheila e tentando atrapalhar seu casamento com Joel (Timothy Olyphant).</p>
<p>Primeira anotação que fiz para desabafar aqui no artigo: quem, em sã consciência, sequer COGITARIA trocar Timothy Olyphant por Nathan Fillion?! (*Radar de opinião pessoal, perigo, perigo!*) Mas aí que está, Sheila NÃO está em sã consciência, porque seu cérebro está cedendo aos instintos mais primitivos e não está raciocinando direito.</p>
<p>Não gosto de revelar spoilers, mas dica básica para os fãs de Nathan Fillion: não se apeguem muito. Por sorte, ele não dura muito – ninguém merece a falta de noção desse personagem e, definitivamente, o casamento de Sheila e Joel não precisa de mais pepinos além da mudança brusca de alimentação da pobre Sheila.</p>
<h2>Santa Clarita Diet, uma escola amorosa</h2>
<p>Em minha opinião, Santa Clarita Diet é um ótimo exemplo de relacionamento saudável. E, antes que os problematizadores de plantão venham comentar, não estou dizendo que todos os aspectos da série sirvam de exemplo. Por exemplo? Não comam pessoas, pessoas&#8230;</p>
<p>Mas&#8230; O que VOCÊ faria se seu parceiro/sua parceira virasse ZUMBI?! Já parou pra pensar nisso?! Eu já. Eu não sei o que eu faria. Mas definitivamente, minha atitude não seria nem 50% tão <em>cool</em> quanto a de Joel, que tentou ao máximo segurar a periquita e conciliar as obrigações profissionais, familiares e alimentares de seu papel de marido exemplar e pai de família.</p>
<p>A filha Abby, como toda adolescente, tem lá seus pitis. Entendo. Se minha mãe começasse a comer gente, eu acho que também ficaria meio descalibrada. Sua amizade com o filho do vizinho acaba se tornando algo muito engraçado e divertido de observar que, com o passar da série, se torna mais útil para a história do que imaginaríamos.</p>
<p>O que é mais bonito é ver, com o passar dos episódios, a família lutando para manter a sanidade mental, apesar de tudo e de todos. Afinal, se casamentos terminam por ciúme, dinheiro, traição e afins, acredito que “comer gente” seria a definição mais extrema de “diferenças irreconciliáveis”. Ainda assim, a separação não é uma opção para essa família incrível, que se mantém unida após cada refeição.</p>
<h2>A dinâmica por trás de Santa Clarita Diet</h2>
<p>A mudança de Sheila é relativamente fácil para ela. Ela acaba se tornando uma pessoa mais instintiva. É para Joel que a coisa fica tensa. Ele precisa entender o processo de transformação de Sheila, dar conta dos surtos de Abby, auxiliar a esposa nas “compras de mês” e ainda fazer sua parte para o sustento da família&#8230; Se teve um ponto positivo para Joel nessa história toda, foi que o comportamento mais selvagem de Sheila também rendeu na cama, onde a relação tinha esfriado. Hm&#8230; Não equilibrou muito a balança de prós e contras, né?</p>
<p>Assim, concluo que a determinação de Joel é inabalável. É um maridão tão exemplar que até o filho do vizinho o admira, com uma referência especial ao nosso Brasilzão: “Com esses olhos penetrantes e postura perfeita, [você] é tipo aquela estátua de Jesus observando o Rio”. &lt;3</p>
<p>Se você deseja assistir uma série engraçada, com toques (muitos toques) de absurdo e com uma linda história de luta e superação romântica e familiar, coloque Santa Clarita Diet no menu. Além de muitas risadas, a série garante um intensivão para preparar você para um relacionamento amoroso saudável, ensinando a você a importância da determinação, do diálogo, da flexibilidade e da fidelidade apesar dos pesares.</p>
<p>Então, pode considerar Joel o marido exemplar. Só não se prenda muito às aparências&#8230; Porque (snif!) não há muitos Timothy Olyphants por aí dando sopa, muito menos sopa de carne humana.</p>
<p>Fica a recomendação da série para sua lista de maratonas futuras. Agora, conta pra mim aqui nos comentários, o que você anda assistindo? Já começou a ver Santa Clarita Diet? Consegue entender em que mundo se troca Timothy Olyphant por uma versão piorada de Castle?! Por favor, me explique. Grata! 😉</p>
<p><em>PS rápido: Timothy Olyphant, se você está lendo isso (e não sei por que estaria), eu nunca trocaria você pelo Castle – e também não me alimento de gente. Me manda um inbox, gato. Beijas.</em></p>
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<p><center><iframe loading="lazy" class="ktv2" style="position: relative; display: inline-block; border: none; background: transparent none no-repeat scroll 0 0; margin: 0;" src="https://klickmailcombr.s3.amazonaws.com/userimages/20545/forms/30613/oynzgr0z8z760e.html" width="286" height="126" scrolling="no"></iframe></center></p>
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		<title>The Shannara Chronicles: magia, fantasia e uma blogueira em cima do muro</title>
		<link>https://u42.com.br/shannara-chronicles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2017 00:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que me faz realmente me tornar fã de uma série é quando ela me dá a sensação de que o mundo fantasioso em que a série acontece é mais legal do que o mundo em que a gente vive, na realidade. E ainda não sei dizer se Shannara Chronicles, seriado criado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que me faz realmente me tornar fã de uma série é quando ela me dá a sensação de que o mundo fantasioso em que a série acontece é mais legal do que o mundo em que a gente vive, na realidade. E ainda não sei dizer se Shannara Chronicles, seriado criado a partir da série literária <em>Shannara</em> de Terry Brooks, me proporcionou isso.</p>
<h2>The Shannara Chronicles: Reflexões Existenciais em Cima do Muro</h2>
<p>Não seria toda maratona uma tentativa inconsciente de fuga da realidade? Não seriam momentos em que estaríamos deixando nossos problemas de lado e contemplando novos e mais incríveis problemas (os problemas fictícios dos personagens)?</p>
<p>Verdade que, a partir do momento em que nos tornamos grandes fãs da série e shippamos, torcemos, choramos e urramos de ódio para a telinha, deixamos de lado a tentativa de fuga e apenas cedemos ao padrão humano de problematizar as coisas. <em>Case in point</em>: eu “problematizando” maratonas neste artigo&#8230; 😛</p>
<p>Mentira, sou a maior defensora das maratonas, sejam como fuga, sejam como projeção inconsciente da fantasia que você gostaria de viver em sua vida. E dependendo da motivação por trás da <em>sua</em> paixão por séries e filmes, pode ser que The Shannara Chronicles seja justamente a prescrição que o médico passou.</p>
<div id="attachment_12984" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-Ellcrys-a-árvore-prisão.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12984" class="size-large wp-image-12984" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-Ellcrys-a-árvore-prisão-1024x576.jpg" alt="The Shannara Chronicles - Ellcrys a árvore-prisão" width="838" height="471" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-Ellcrys-a-árvore-prisão-1024x576.jpg 1024w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-Ellcrys-a-árvore-prisão-300x168.jpg 300w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-Ellcrys-a-árvore-prisão.jpg 1920w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></a><p id="caption-attachment-12984" class="wp-caption-text">Ellcrys, a árvore-prisão</p></div>
<p>Para quem não conhece a série de livros de Terry Brooks, <em><strong>The Shannara Chronicles</strong></em>, a série, conta a história da princesa Amberle, que recebe mensagens intuitivas de Ellcrys, árvore mística que serve como prisão para todos os demônios do <em>realm</em>. Cada uma das folhas de Ellcrys é um demônio aprisionado e, conforme a história começa, descobrimos que Ellcrys está doente e suas folhas estão caindo, libertando, uma a uma, demônios doidinhos para transformar o enredo mágico e fantástico em um plot cheio de affs.</p>
<p>Em um segundo núcleo, conhecemos um rapaz mestiço de humano e elfo versado na cura natural, que perde sua mãe para uma doença que não conseguiu curar. Frustrado com a culpa de não ter podido salvar sua mãe, o meio-elfo Wil decide abandonar o local onde vive para ir atrás de um druida misterioso, a quem sua mãe, no leito de morte, orientou que procurasse. Mal sabe ele que esse tal druida, até então, era dado como morto pelas Quatro Terras.</p>
<p>Em um terceiro núcleo, apresentado durante a jornada de Wil, conhecemos Eretria, uma humana que vive à revelia com um bando de “rebeldes”, chamados <em>rovers</em>. De início, a personagem é apresentada como uma possível vilã, mas, com o passar dos episódios, seu papel é transformado.</p>
<h2><em>What the hell do I know?!</em></h2>
<p>Meu primeiro contato com The Shannara Chronicles foi por acaso: estava ouvindo uma playlist no YouTube da trilha de Shadowhunters, composta, em grande parte, por músicas da cantora Ruelle. Eis que, entre as faixas da cantora, estava uma chamada <em><strong>Until We Go Down,</strong> </em>com uma imagem que continha o título da série. “Shannara Chronicles? Parece interessante.” Após uma rápida googlada, fiz uma anotação mental para assistir em breve.</p>
<p>Alguns meses depois, entro nas minhas recomendações da Netflix e me deparo com a primeira temporada de The Shannara Chronicles, recém adicionada à plataforma. Quis cair dentro logo, mas confesso que, antes de começar a assistir, dei uma rápida pesquisada na internet.</p>
<div id="attachment_12985" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-não-parece-cenário-de-MMORPG.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12985" class="size-full wp-image-12985" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-não-parece-cenário-de-MMORPG.jpg" alt="The Shannara Chronicles - não parece cenário de MMORPG? *.*" width="1000" height="563" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-não-parece-cenário-de-MMORPG.jpg 1000w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-não-parece-cenário-de-MMORPG-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><p id="caption-attachment-12985" class="wp-caption-text">Baixo orçamento? #wtf Não parece um cenário de MMORPG? *.*</p></div>
<p>O primeiro artigo que li reclamava do “baixo orçamento” da série, prejudicando cenários e a parte gráfica. Agora, depois de ter assistido à série, só tenho uma coisa a dizer: eu, aparentemente, não devo saber do que estou falando. Porque, na minha singela e não-solicitada opinião, os cenários incríveis da série parecem ter saído do mais lindo MMORPG que você já tenha jogado. Os efeitos podem não ser dignos das maiores premiações, mas confesso que não me incomodaram. Se isso foi o que eles fizeram com “baixo orçamento”, PELO AMOR DE DEUS, alguém aumenta o orçamento desse seriado, porque o treco vai ficar BIZARRAMENTE MARAVILHOSO! :O</p>
<p>Gravada na Nova Zelândia (o que já parcialmente justifica os lindos cenários), a série já foi renovada para a segunda temporada, então você não precisa se preocupar em se apaixonar e ficar a ver navios após um cancelamento prematuro. E olha que a primeira temporada acaba com um mega <em>cliff-hanger</em> e, embora a segunda temporada já esteja sendo gravada, o destino de alguns personagens ainda parece estar no ar&#8230;</p>
<div id="attachment_12986" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-cenários-lindos.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12986" class="wp-image-12986 size-full" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-cenários-lindos.jpg" alt="The Shannara Chronicles - cenários lindos" width="960" height="539" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-cenários-lindos.jpg 960w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/The-Shannara-Chronicles-cenários-lindos-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-12986" class="wp-caption-text">A Nova Zelândia já tem mesmo cenários lindos!</p></div>
<h2>Shannara: Os pontos altos</h2>
<p>Meu saldo final quanto à série foi positivo o suficiente para eu estar ansiosa pelo lançamento da próxima temporada. E algumas coisas realmente se destacaram muito na minha experiência como espectadora. São elas:</p>
<ul>
<li>Fiquei muito satisfeita com a escolha geral do elenco. <strong>Austin Butler</strong> é simplesmente uma graça e conseguiu me fazer esquecer completamente de Sebastian Kydd (The Carrie Diaries), com sua excelente atuação como Wil. Fiquei surpresa, especialmente, nas cenas dramáticas. <strong>Poppy Drayton</strong> ficou ótima como Amberle (amei esse nome, por sinal), principalmente nas cenas mais épicas, em que colocava maior emoção na atuação. <strong>Ivana Baquero,</strong> a Eretria, se destacou nos leves toques cômicos (mais alguém acha que ela parece a irmã mais nova de Elisha Cuthbert?? Não?? Só eu?&#8230; Ok.).</li>
<li>Adoro séries que misturam uma boa história com a magia e o fantástico. As crônicas de Shannara combinam mágica, destino, bons personagens, uma bela cena de batalha e um vilão a la Voldemort.</li>
<li>A atuação de Manu Bennett como Allanon traz muita intensidade à história. É claro, Manu Bennett é especialista em intensidade, como já nos provou como o Crixus de Spartacus e como Slade Wilson, em Arrow.</li>
<li>A trilha sonora está simplesmente maravilhosa, no geral, com destaque para a música tema (e qualquer outra música da Ruelle que pinte na sua playlist, vai na fé).</li>
<li>E, por falar em Shadowhunters, se tem outra coisa além da Ruelle que também vemos em comum com The Shannara Chronicles é a presença do (já clichê) triângulo amoroso. Se você gosta da clássica guerrinha entre ships e de uma troca de casais pra dar aquela variada, coloque esse seriado em sua lista.</li>
</ul>
<h2>Tá, mas você recomenda ou não, afinal, The Shannara Chronicles?</h2>
<p>Se você assiste a séries para fugir da realidade, The Shannara Chronicles lança você a um futuro tão distante que as carcaças de carros que eventualmente aparecem nas cenas são verdadeiros mistérios para os personagens. Estamos falando de uma época em que nossa realidade atual deu TÃO errado, mas foi TÃO xibuzenta, que o mundo como o conhecemos simplesmente não existe mais.</p>
<p>Agora, se você assiste como fuga dos problemas e espera que seja uma série bonitinha e gostosinha e fantasiosinha, alto lá. Para pessoas com nervos à flor da pele (tipo eu o/), The Shannara Chronicles pode ser uma série relativamente estressante. Principalmente para mim, que tinha acabado de concluir uma maratona de 5 séries de comédia&#8230; Em Shannara Chronicles, é tudo tão difícil, dá sempre tanto xibu, que você deve assistir com o coração preparado. Não é conto da carochinha não, é uma série de aventura e desafios e a coisa aperta em praticamente todos os momentos. O romance e os cenários são a forma de amenizar a tensão&#8230; 😛</p>
<p>Mas se você gosta de uma série que faça você torcer à beirada do sofá, sentir a emoção estilo estádio de futebol e insultar os personagens como se eles pudessem ouvir&#8230; Essa série é pra você. 😉</p>
<p>E aí, pretende dar uma chance à história? Gosta de séries com pegada épica, passadas em cenários fabulosos? Já ouviu a trilha sonora da série? (Senão, vá ouvir AGORA!) Conta pra gente nos comentários.</p>
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		<title>Dirk Gently: um supletivo pra vida (Spoiler Alert!)</title>
		<link>https://u42.com.br/dirk-gently-um-supletivo-pra-vida-spoiler-alert/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Analuísa Bessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 16:52:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O último mês de 2016 começou com aquela dúvida tensa: “o que vou binge-watch agora?” Eis que recebo um e-mail da Netflix, me indicando sua mais nova série, “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”. Na mesma hora, me joguei com força e fé, porque quanto mais “esquisita” a série, mais eu tendo a gostar. A verdade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O último mês de 2016 começou com aquela dúvida tensa: “o que vou <em>binge-watch</em> agora?” Eis que recebo um e-mail da Netflix, me indicando sua mais nova série, “<strong>Dirk Gently’s Holistic Detective Agency</strong>”. Na mesma hora, me joguei com força e fé, porque quanto mais “esquisita” a série, mais eu tendo a gostar.</p>
<p>A verdade é que eu já sou super ligada em coisas holísticas e a indicação da série caiu como uma luva pra mim. E não sou de julgar um livro pela capa (mentira, sou sim), mas a capa da série me deixou ainda mais curiosa.</p>
<p>O que dizer sobre essa série que mal assisti e já considero pacas? #fangirling</p>
<h2>Dirk Who?!</h2>
<blockquote><p>Tá, mas quem é esse Dirk Gently afinal?!</p></blockquote>
<p>Dirk Gently é um personagem curioso, que mistura a estranheza de Doctor Who com uma boa quantidade de comédia. O que era de se esperar mesmo, considerando que a série é uma coprodução da BBC com a Netflix (fez muito sentido para mim quando descobri).</p>
<p>E, conforme assistia aos episódios maravilhada com a teia elaborada que conectava os acontecimentos, percebi que essa série é muito mais do que um seriado divertido para <em>binge-watch</em> na Netflix. É uma verdadeira escola de viver.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12891 size-full aligncenter" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/aprenda-a-viver-com-Dirk-Gently.jpg" alt="Dirk Gently's Holistic Detective Agency é mais que uma série: é uma escola da vida!" width="620" height="374" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/aprenda-a-viver-com-Dirk-Gently.jpg 620w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/aprenda-a-viver-com-Dirk-Gently-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>Em<strong> Dirk Gently’s Holistic Detective Agency</strong>, você consegue perceber o “destino” atuando a cada momento. Tudo que acontece está interligado a algo que ainda vai acontecer na série, brincando de forma super científica com as ideias de causa e efeito, e linhas do tempo alternativas.</p>
<p>Dirk Gently é um cara super espiritualizado, que acredita na “interconectividade das coisas” e, com isso, ajuda a solucionar mistérios, mas sem provas nem testemunhas. Ele se deixa levar pelo fluxo do Universo e age instintivamente para “tropeçar” no que precisa descobrir.</p>
<p>E, na real, a vida é exatamente assim. Se tem uma verdade extra-verdadeira na qual a série se embasa é a ideia de que “<em>everything is connected</em>”. Nada é por acaso, tudo acontece por um motivo e, uma vez que você consegue enxergar isso no seu dia-a-dia, você não consegue mais deixar de enxergar.</p>
<p>E por falar em enxergar, nunca pensei que fosse conseguir ver o Elijah Wood como qualquer outra coisa além do Frodo, mas ele é simplesmente perfeito para incorporar o “assistente acidental” Todd Brotzman, a versão holística do <em>sidekick</em> perfeito.</p>
<h2>Karma&#8217;s a bitch.</h2>
<p>Ao longo desta temporada de estreia, fica clara a atuação do Universo na vida de Todd. Além de colocá-lo no caminho de Dirk (Ou seria o contrário? Ou seria os dois?), também vemos o passado mentiroso de Todd sendo responsável pela doença autoimune de sua irmã, Amanda.</p>
<p>Com o passar dos episódios, conforme o Universo se utiliza de um grupo de vampiros psicoemocionais revoltados (sim, você leu certo, e esse núcleo da série pode ser bem divertido!) para equilibrar as dores da doença de Amanda, somos tomados por um alívio de que vai ficar tudo bem. Até o Season Finale, com a revelação de que Todd agora também está doente, um <em>plot twist</em> bem agridoce. <em>Karma is a bitch, sweetie.</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12892" src="https://novonerd.xpg.uol.com.br/wp-content/uploads/2017/02/dirk-gently-os-dois-personagens-principais.jpg" alt="Dirk Gently's Holistic Detective Agency é mais que uma série: é uma escola da vida!" width="650" height="365" srcset="https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/dirk-gently-os-dois-personagens-principais.jpg 970w, https://u42.com.br/wp-content/uploads/2017/02/dirk-gently-os-dois-personagens-principais-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Samuel Barnett, ator que interpreta Dirk Gently, foi outra surpresa super positiva pra mim. Ilustre desconhecido para minha pessoa, é uma combinação perfeita de engraçado, esquisito e razoável pros olhos, resultando num personagem divertido, bem elaborado e shipável (o que mais podemos pedir de uma série? #ROFL).</p>
<p>Mas o personagem mais bizarro e impressionante ao mesmo tempo é Bart, uma mulher dotada da mesma habilidade de Dirk, de enxergar a interconectividade entre as coisas. A diferença é que Bart transforma essa habilidade em um estilo de vida extremo e simplesmente adota a “carreira” de assassina holística, acreditando que todos com quem cruza caminhos são alvos encomendados pelo Universo.</p>
<p>Ao longo da temporada, Bart vai percebendo que o Universo trabalha em nuances flexíveis, não em extremos engessados, e aprende que é sim uma agente do fluxo, mas de uma forma muito mais ampla e incrível do que podia imaginar.</p>
<p>O destino também se utiliza de Ken e Farah para calibrar as crenças de Bart e Dirk, respectivamente, e a temporada que começou com dois personagens distintos, em núcleos diferentes e isolados, termina com duas equipes estruturadas e, aí sim, a Agência Holística de Investigações de Dirk Gently.</p>
<p>A série foi inspirada na obra literária homônima de Douglas Adams, que já tinha sido transformada em seriado antes pela BBC UK em 2010, cancelada em 2012. Mas, pelas mãos da Netflix e BBC America, com novo elenco e nova vibe, podemos esperar resultados diferentes dessa vez. Minha esperança? Que 2017 traga mais do Detetive Holístico e de sua trupe, em uma segunda temporada que já promete. Ainda mais depois do Season Finale&#8230; Mas isso eu vou deixar para você assistir. 😉 Curte séries com pegada viajante? Já deu uma chance ao Dirk? Conta pra mim nos comentários!</p>
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<p><center><iframe loading="lazy" class="ktv2" style="position: relative; display: inline-block; border: none; background: transparent none no-repeat scroll 0 0; margin: 0;" src="https://klickmailcombr.s3.amazonaws.com/userimages/20545/forms/30613/oynzgr0z8z760e.html" width="286" height="126" scrolling="no"></iframe></center></p>
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